Isso resulta numa combinação que leva o leitor em frente, arrasta-o. Lê-se com o coração na boca, como diria minha avó Petrona (bonito nome, não?). À parte disso, evoca um tempo brasileiro que não deixou saudades, daí porque há pouca coisa escrita. Mas penso que é assim mesmo: seria preciso uma geração a mais para remexer nessas coisas. Nós, os velhotes da literatura, estamos com o assunto ainda engasgado demais.Comentário de Luiz Antonio Assis Brasil, enviado por email, sobre o livro Operação P-2.
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