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Chega de homicídios, gimme some loving

Estou absolutamente SATURADA de ver tantos seriados sobre investigação de homicídios na TV americana. Eu sei que muitos são excelentes, funcionam bem dramaticamente e tudo mais, mas será que precisa ter três CSIs diferentes (Las Vegas, Miami e New York), três Law & Order (original, Special Victims e Criminal Intent), NYPD Blue, Cold Case, Crossing Jordan, e tantos outros, toda semana, todos falando de assassinatos hediondos? Já repararam, aliás, a freqüência com que as vítimas são mulheres, mortas com requintes de sadismo? Sinceramente, vocês não vão me encontrar entre os telespectadores que continuam dando às séries CSI e CSI Miami os mais altos índices de audiência do horário nobre da TV americana. Gente, e o que é a canastrice do David Caruso, o ruivo Horatio de CSI Miami? O cara só fala olhando de soslaio, tirando calculadamente os óculos escuros, e numa entonação que mais parece um pastiche de ator de seriado B americano - sem ser um pastiche intencional. Ele é sempre o mais perspicaz, o moralmente superior, e o que consegue empatia com personagens crianças no final do episódio. Outro ator que me irrita nesses seriados (apesar de ser melhor que o Caruso) é o Vincent D’Onofrio, de Criminal Intent. Ele só faz os interrogatórios inclinando a cabeça para o lado, ou mesmo todo o corpo. As pessoas reais não falam assim inclinadas, a não ser que tenham alguma deformidade congênita na coluna.

Não sei se o sucesso desses programas é, em vez de um suposto sadismo do espectador, a satisfação de ver, em questão de 1 hora, o crime solucionado e os culpados detrás das grades. E há ainda quem curta a simples carga dramática dos episódios, alguns diálogos bem feitos e, em raros casos, personagens bem delineados, como em NYPD Blue. Mas quantas milhares de vezes é preciso assistir histórias de investigação de homicídio antes que todas comecem a ficar parecidas e deprimentes? Pra mim, não dá mais, já esgotei completamente qualquer curiosidade sobre esse gênero.

São poucas as alternativas não sangrentas de programas no horário nobre na TV americana. O melhor até o momento são as comédias inteligentes e inovadoras My Name is Earl e The Office, ambas na noite de terça-feira na NBC e com atores ótimos. Mas falta uma boa sitcom tradicional, do nível de Friends, Seinfeld, Frasier ou mesmo Mary Tyler Moore. As que ainda resistem, como Will & Grace, The 70’s Show e Everybody Loves Raimond, já perderam o viço e a criatividade.

Eu não consegui virar fã de Lost, nem me interessei pelos novos de mistério/medo/aventura que surgiram no seu rastro, como Invasion e Surface.

E o que dizer de um bom seriado romântico? Não tem nenhum. Sinto saudade do Once and Again, aquele em que um homem e uma mulher divorciados se apaixonavam e viviam um romance quentíssimo, enquanto lidavam com os problemas típicos de filhos adolescentes complicados, ex-marido e mulher, e outros parentes inevitáveis. Real, intenso e bonito. Conseguiram mostrar a primeira relação homossexual de uma menina de 14 anos com extrema delicadeza (a ótima Evan Rachel Wood, do filme Thirteen). Sinto falta até do Sex and the City, que é menos realista e com muita forçação de barra, mas era razoavelmente engraçado e dava para a gente se identificar com algumas histórias. Confesso que eu gostava de acompanhar até mesmo Party of Five e Felicity! Agora, o jeito é alugar comédias românticas no DVD mesmo, ou ler uns livros de chick lit, para matar a sede de romance.

Comments

MUITA vontade de assistir "my name is earl". mas aqui no brasil, só em janeiro... :-(

... e eu não tenho computador pra baixar essas coisas legais :'-(

Gui, eu fiquei conhecedo este blog no Dia de Hablarse Portuñol, pela Chris Nóvoa (ver meu post de 13 de outubro...) Bjs,

Concordo. P/ relaxar eu leio esse blogue aqui por exemplo:

http://miralaqualidad.blogspot.com/

Hehehe...
Bjs,
Gui.

Pronto, Guilherme, o teu comentário foi finalmente liberado, eu nem tinha visto que ficou preso no filtro... Vou dar uma olhada nessa escritora sim. Claro que eu não leio só chick lit, mas não seja preconceituoso, é uma boa distração quando você quer ter uma satisfação rápida e dar algumas risadas. Não dá para viver apenas de alta literatura, todo mundo tem que relaxar um pouco.

Putz! Deixei um comentário gigantesco e depois veio uma mensagem dizendo que, porque eu estava comentando pela 1ª vez(?), teria que passar por um "filtro". Dá uma olhada nos filtros que deve estar perdido por lá...

Eu acho normal. Tem que goste e reclamar

É, Guido, assim como você não gostou do meu post e reclamou. A questão não é "não gostar de nada", e sim lamentar o excesso de programas falando da mesma coisa: homicídio - um tema que não me agrada.

O botão de desliga (off) e de mudança de canais são serventia dos aparelhos de TV.
Se não gosta, por que assistir?
Só para poder reclamar.

Ué, Gui, não entendi, he he he.

Leila, cadê o comentário que estava aqui? E cadê o gato?

Leiloca, eu também nunca assisto TV aqui. Tenho pena, às vezes, porque sei que estou perdendo algumas coisas interessantes, mas é que quando Ted chega do trabalho, a gente prefere conversar ou ver um filme (da Netflix ou da nossa coleção aqui em casa) e eu sempre acabo pegando no sono antes de acabar, de qualquer forma.

Agora, sou apaixonada por Six Feet Under, que é o melhor seriado de todos os tempos, pra mim. E já estou morta de saudades do Nate, da Brenda, da Claire etc... porque estou esperando sair a 5a. temporada em DVD. Sempre vejo todos em DVD porque não conseguimos lembrar de ligar a televisão na hora do programa...

Estamos assistindo novamente Twin Peaks, mas só saiu, até agora, a primeira temporada....

Em termos de comedinha romântica, eu adorei "Love Actually", "Quatro Casamentos e um Funeral", "Alta Fidelidade"... tão fofo... :) mas Ted gosta mais de comédia romântica que eu... acredita que ontem eu fui ler um livro no quarto porque ele tava na sala assistindo (de novo), Ghost??? hehehe... é um homem sensível :)

Beijocas e ótimo finde pra você e os meninos...

Eliane, você viu que eu ignorei completamente os reality shows, é porque nem dá para considerar como alternativa. Esse Extreme Makeover é um nojo. Vou pesquisar sobre essa série (ou filme) brasileira, ainda não tinha ouvido falar.

Afonso, quando eu amamentava o meu filho eu via muita televisão (melhor do que olhar pra parede), e de madrugada tinha que ser CNN mesmo.

Voltei a postar porque me lembrei de falar de uma das melhores coisas que já vi na TV, de deixar essas minisséries da HBO muito, mas muito no chinelo: Hoje é Dia de Maria. Muita gente que visita esse blog vive nos EUA e não teve chance de assistir. Vai sair em DVD e peçam para a família mandar. O texto é do Carlos Alberto Sofredini, um sujeito que sempre trabalhou com um teatro inteligente, com raízes populares e uma pesquisa maravilhosa de folclore, e a direção é do Luiz Fernando Carvalho. Saiu hoje nos onlines a notícia de que a série e sua protagonista, a maravilhosa menina Carolina Oliveira, estão indicados ao Emmy. Bom, isso estraga um pouco a imagem de originalidade conquistada pela minissérie. Mas é um show de roteiro, interpretação, efeitos especiais, música e sonho, muito sonho.

TV sempre foi um móvel pra bonito aqui em casa. Raramente ligamos e quando o fazemos é para ver documentários e, eventualmente, algum capítulo de alguma série. Assim não dá pra acompanhar nada (que bom, heheh). Com o nascimento da Clarissa, batemos o recorde de 40 dias com a TV desligada. No fundo, as pessoas acham tudo besteira, mas continuam vendo com se não tivessem outras alternativas de diversão. E o que deixar pra quem não tem TV a cabo? E como disseste, só tem violência sobre violência. Isso acaba por entorpecer as pessoas, tornando a violÊncia algo comum, com a qual podemos conviver. Não é isso que está acontecendo? Primeira providência é incentivar as pessoas a um boicote contra esse tipo de programa, pois nem todas conseguem cansar, com tu. bjs e, de minha parte, parabéns pela iniciativa.

Leila, falei cabo porque, no Brasil, esses seriados só passam ali. Vou dar a mão à palmatória num ponto: é excessivo o número desse tipo de seriado, e muitos são apenas cópias descaradas. E os episódios são repetitivos, sim. Já vi inclusive plots do Without a Trace repetidos no Cold Case, que é do mesmo produtor. Mas o que me revolta mesmo é a enxurrada de reality shows imitando o odiento Extreme Makeover. Aliás, demorei a ver Nip e Tuck (obrigada!)porque também achei que era isso. Tinha que ter uma lei contra isso e contra pessoas que não se cuidam, não escovam os dentes, não cultivam a auto-estima e acham que podem mudar tudo como se fossem umas Cinderelas. Deve ser triste, tempos depois, quando um makeover fake desses vira abóbora.

Leila, nunca assisti nenhum desses programas de investigacao policiais. Minhas preferencias de shows na tv tem sido Boston Legal, Desperate Housewives, Grey's Anatomy, The Apprentice e sou viciada em Lost (eu me sinto como se um bom livro de ficcao tomasse vida). Tambem tenho adorado o Commander and Chief, o show que tem uma mulher como presidente. Ja assisti tanto Sex in the City no passado que e' dificil encontrar um show que eu nao tenha assistido!hehehehe No passado, tambem curtia Party of Five and Felicity. Como vc, tb sinto falta de um seriado romantico.
Estava com saudades daqui! Estou de volta la no meu blog. Bjs!

Beth, ha ha ha, o meu marido também não suporta a loura de voz fina anasalada. Ela parece um robô, não acha? Quanto ao CSI NY, também acho os personagens fracos, e o Gary Sinise, que decepção, fiquei sabendo que ele é republicano, não é à toa que faz um ex-marine hiperpatriótico e tem um retrato do Reagan, se não me engano, no escritório dele. Quanto à parte científica dos CSIs, teve uma matéria outro dia numa revista de Sacramento falando que na vida real os laboratórios de CSI têm uma tecnologia muuuuuuito mais pobre, não rola nem mesmo aquele computador que imediatamente identifica as pessoas pelas digitais.

Leila, eu gostava de ver o SCI principal, depois vieram os filhotes - o de Miami é o pior, com o ruivo canastra e a loira de falinha fina com cara de mala...
O CSI NY tem de vez em quando uma nostalgia do 11/09, não tenho saco, desculpe. Os protagonistas parece que perderam parentes no WTC, não é?
Deixei de ver, primeiro porque os crimes estavam ficando cada vez mais bizarros, especialmente, como você mesma disse, contra mulheres. Depois porque os programas endeusam a ciencia, como se essa fosse a única saida para a humanidade.
Não tem humor, não tem leveza. Não dá.
Aqui em casa estamos numa campanha ferrenha pra diminuir o poder da TV sobre nossas vida, viu? Estamos com campeonato de poker às terças, passeio de bicicleta às quintas. Os outros dias a gente tenta sair, ir ao cinema, conversar, visitar amigos. Tv só no fim de semana.
Acho que a gente vai aguentar.
Alias já estamos aguentando!
Beijo

Fernando, a JLH tem o maior peitão sim, e um corpo lindo. Mesmo na época que ela era jovenzinha, no Party of Five, tinha muito marmanjo babando por essa menina, inclusive teve um episódio de South Park em que eles falavam nela o tempo todo. Aliás, sempre que penso no nome "Jennifer Love Hewitt", é com a voz do Cartman.


Jennifer Love Hewitt has tits?!? Quite frankly, part of the reason tv sucks is that there are not enough real women on the telly anymore. We need more pin-ups and women with real curves and sensuality (and I'm not talking about Pamela Anderson, please).

Leila, eu sei, mas e' que eu desisti de todo tipo de transmissao televisiva. Inclusive a fechada onde ainda se encontravam uma que outra opcao.

[]s

Captain, come on, Party of Farts was GREAT! Remember when Julia got beat up by Ned? And don't tell me you didn't drool over Jennifer Love Hewitt's tits. But seriously, I liked that series a lot; it wasn't perfect, but it was pretty sweet and entertaining, even when the episodes dealt with tough issues like depression, alcoholism and cancer.

Fernando, outro dia o Peter pegou o Full Metal Jacket pra rever e foi então que ele soube da participação do D'Onofrio, irreconhecível, como aquele gordo que se mata depois de matar o sargento. Parece que ele ganhou uns 20 quilos só para o papel, era bem jovem e foi uma oportunidade e tanto para ele trabalhar com o Kubrick. Quanto ao Jon Stewart, claro que é uma ótima opção sempre, mas é TV a cabo, e estou falando só da programação da TV aberta no meu post...


Nao seja tao dura com o Vincent. Afinal de contas, o cara fez um papel barra pesada no Full Metal Jacket. Nao me surpreende que ele veja tudo com essa ligereza torta.

Desisti de tv aberta. E tb da fechada. E tb da HBO e seus programinhas porno-soft. Com o Netflix, da' pra controlar mais a propria programacao, seja com enlatados, filmes ou documentarios. A unica falta e' o Daily Show com o Jon Stewart.

[]s

i would like to see felicity, party of farts, and sex and the city as VICTIMS on all of those violent crime shows!!!!! killin', that's the 'merikun way!!

btw, earl is great, the office is hilarious, and lost and invasion aren't bad either. the rest of the shows blow. desperate housewives, gimme a break fer crissakes.

Leila, voce acredita que nao assisto a nenhum desses seriados policiais? Eu gosto de THE OFFICE, me acabo de rir com as presepadas. Peguei o bonde andando com DESPERATE HOUSEWIVES, entao preferi parar de assistir na tv, e esperar sair no DVD, que eh o meu mais novo vicio (assistir essas series em dvd). AMEI Sex and the City! Era super fa do SEINFELD, e agora sou super fa do CURB YOUR ENTHUSIASM. Como voce, nao consegui pegar o embalo de LOST, entao nao assisto. A adolescente em mim adora THE O.C. hehe! A unica serie violenta que eu gosto eh THE SOPRANOS. Eu amava WILL AND GRACE, mas como diz por aqui, it has jumped the shark, nao eh mais engracado como era no comeco. Ah, e nao vou esquecer, THE SIMPSONS, que eh um must na minha casa.
Esses seriados novos que estao chegando THE REUNION por exemplo, assisti um pedaco, enjoei logo. Os seriados do HBO estao me deixando mal acostumada, pois eu gosto da liberdade de expressao e o parental control-free.
Adorei o post de hoje!

Eu assistia CSI...mas enchi o saco, é sempre a mesma coisa. Atualmente não assisto mais, troquei o CSI pelos livros do Henning Mankell :-) E é verdade que todos esses seriados se parecem. Beijocas.

Por enquanto não está passando temporada nova de quase nenhum seriado. Só dá reprise.Outro dia estva lendo sobre isso na coluna da Mônica Bergamo, acho.

Eu amava "Once and Again". Assistia sempre.Chorava quase sempre.Os atores eram ótimos e a história era humana, sensível.
Sou fã de Lost, Desperate Housewives, House, Huff, THe Shield e vez por outra acabo assistindo Law & Order - Special Victims Unit. Mas você tem razão quanto à essa séries policiais estarem esgotadas. Já percebeu como o Grisson, de original CSI também sabe tudo sobre qualquer assunto? o cara não tem vida própria.

Gabi, eu é que adorei a sua visita. Sim, já vi Curb your Enthusiasm, e é muito bom (é do mesmo criador de Seinfeld, tirando o Jerry), mas eu me ative aos seriados que, na TV americana, passam apenas na TV aberta. Sei que tem outra comédia sensacional no canal americano Showtime, chamada Weed, em que mulheres de classe média suburbana se viram traficando drogas para os amigos ricos. Mas o canal Showtime tá no pacote premium de TV a cabo, nem eu tenho esse!

Oi Leila! Antes de tudo,obrigada pela frequência no blog, me sinto honrada. Um dia, quando eu crescer e virar Jedi, quero ter um site igual ao teu, o do Bia e da galera...huhaha

Bem, eu meio que cansei de seriados dramáticos e de suspense. Sou uma órfã de X-Files e Millenium na verdade.

Prefiro os seriados cômicos. Nessa categoria, Curb Your Enthusiasm, segue invicta, entre as mais-mais, desbancando com mérito, Seinfield.

Beijos

Pecus, como você é homem, eu recomendo a leitura das comédias românticas do Nick Hornby. Também estou lendo uma bem interessante agora, sob o ponto de vista masculino, chamada Love Monkey, de Kyle Smith. O último trecho que eu li era engraçadíssimo, do personagem fingindo que não estava com pressa nenhuma de andar os quatro quarteirões que separavam o restaurante de seu apartamento, para transar pela primeira vez com a mulher dos sonhos dele.

Eu não tenho cabo e nunca assisto TV. Meu negócio é o Netflix.

Eu só gosto das comédias. São curtas, metade das sérias, e os roteiros em geral são ótimos. Incluindo Desperate Housewives. Matar a sede de romance com chick lit? Qual é a boa?

Eliane, talvez eu tenha me expressado mal. Eu até disse que vários desses seriados eram excelentes e que havia vários motivos para os espectadores gostarem deles, que não a violência. O que me saturou é a quantidade absurda de programas do gênero, e já vi episódios suficientes para não achar mais novidade neles... Cansei. Mesmo usando o controle remoto, há poucas opções no horário nobre da TV (broadcast) americana, não estou nem falando dos canais a cabo porque acho mais importante o que acontece na TV aberta, pois nem todo mundo tem dinheiro para assinar.

Without a Trace é o meu preferido desses todos, mas não mencionei porque poucas vezes ocorre homicídio, em geral eles acham a pessoa desaparecida. Acho mais satisfatório e menos deprimente que os outros, que já partem de um caso de assassinato. Eu adoro o Anthony La Paglia e a atriz negra que faz a outra chefe (esqueci o nome dela, é a mesma do ótimo filme inglês Segredos e Mentiras). Cold Case é bem feito mas sempre me deixa triste, não dá, eu prefiro ver alguma coisa que levante o meu astral.

Ainda não vi Everwood nem Nip and Tuck, vou dar uma chance... Desperate Housewives é engraçado, mas mais na linha camp, não é o romance realista que eu estou procurando...

Marcos, eu sei que você está falando de West Wing, mas aqui nos EUA passa na mesma noite de Lost, e meu marido não perde um capítulo. Em geral, eu aproveito para ir pro computador blogar, ou colocar as louças no dishwasher, etc... Dou uma olhadinha no Lost de vez em quando e só...

Leila,

O "Law&Order" original é muito bom, os outros têm aquele gosto de suco feito com o bagaço da laranja espremido três vezes...
Concordo com você, os caras são uns canastrões. As tuas descrições, pra variar, além de cruéis estão hilárias.
Agora..."chick lit"...UI! Sem nenhum machismo, não dá. Se encarar essa daqui a pouco você vai escrever texto reclamando da perda de pontos de QI...
P/ ler um lance romântico e inteligente, literatura DA MELHOR QUALIDADE, esse livro ilustra bem o que uma mulher faz por amor:

http://www.eclectica.org/v6n1/skea_gordimer.html

P/ conhecer um pouco mais do trabalho da autora, dá uma olhada nisso aqui:

http://nobelprize.org/literature/laureates/1991/gordimer-interview.html

Se você ler o livro, e por uma razão qualquer, não gostar, eu te devo o preço pago. Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta, porque o freguês sempre tem razão. ; )

Bjs,
Gui.

Leila, eu já te disse qual seriado assistir... ;)

Agora, o Caruso é a coisa mais rídicula da televisão, barra qualquer Paris Hilton da vida. Já, o D'Onofrio é foda! O cara humilha muito os interrogados, baita tortura psicológica. :D

Abraços, Marcos.

Estou contigo, eu não vejo nada disto, passo batido, não consigo ver esta violência gratuita. Gosto do "Seinfeld" dos seriados que tem a ver com relacionamentos, gosto de gente neurótica, ai gosto, " Monk" adoro, "everybody loves a raymond" é ótimo lembra w allen. Gosto de ver "sex and the city" tbm, mas vejo ao acaso não sei nem os horários.

Gosto de literatura policial, de seriado policial, de filme policial. Por quê? Porque gosto do mistério e de solucionar mistérios. Será deformidade moral? Nunca pensei assim! Gosto de todos esses, Cold Case, Without a Trace (esqueceu desse? Muito bom, muito drama humano e até romance!). Gosto pra burro de Lost e até de Alias, com todas as suas bizarrices.
Enfim, Leila, a única vantagem da TV por assinatura é dar espaço para gostos diversos. Eu, por exemplo, achava Once and Again chatíssimo, mas adorava Felicity. Nessa linha soap opera, já viu Everwood? Desperate Housewives é muito bom. Vi também uns episódios de Nick & Tup (acho que é isso) bem interessantes. Enfim, amiga, use um dos poucos poderes que o cidadão comum tem e meta o remote na hora em que começar CSI (aliás, nisso, concordo com você: o Horatio é insuportável. Só assisto mesmo o de Las Vegas). Mas aceite que exista CSI e congêneres, e que sua legião de fãs possa ser composta até de pessoas legais...

Concordo com vc. Não tenho nenhuma paciência para esses seriados... Bjos.

Leila, a romântica, ah (suspiro), que bela. Voce falou aqui de coisas que não conheço absolutamente. As vezes ligo a TV quando estou trabalhando em casa mas vejo com um terço do olho esquerdo e o que vejo não é lá essas coisas. Se explora cada vez mais o grotesco mesmo, como se isso fosse a unica coisa que dá audiencia. Não é. O problema é que as outras coisas que também dão audiencia custam muuito mais caro. Pena, ver Tv até que seria algo legal.
Beijos

Acho que a proliferação de seriados tipo CSI é um reflexo de uma sociedade doente, onde há culto à violência, sadismo e repressão sexual 'resolvida' através das armas (que funcionam como símbolos fálicos). Estou falando dos EUA, é lógico, mas aqui no Brasil também tem muito disso. Basta ver que, lamentavelmente, o NÃO está ganhando do SIM nas pesquisas para o referendo do próximo domingo. Estou triste e aflito com essa iminente derrota do SIM...

CSI foi legal nos cinco primeiros episódios, depois ficou tudo muito igual e eu parei de assistir.
Não gosto de Lost (talvez por ter perdido vários episódios no início e consequentemente ter ficado viajando durante a primeira temporada quase toda).
Eu gostava mesmo é de Mad About You, até hoje uma das minhas séries preferidas.
:***

"Deformidade congênita na coluna" foi cruel, hehe. :)

Só consigo assistir House. Boa, não mais.

Hã, achei engraçada justamente a parte sobre o Caruso,até porque sacaneá-lo é uma piadinha recorrente em um fórum de que participo.

O CSI original é interessante, mas já passou do ponto. Ainda há uma excelente série cômica no ar, Curb Your Enthusiasm, do Larry David, na HBO (mas até ela já viveu seu melhor momento).

E tem Desperate Housewives, que é absurdo mas é legal :-)

Puxa, discordamos nessa, Leila... Eu adoro o Caruso! Acho o melhor "lider" entre os CSIs... Exatamente pq ele tem essa pose de sabe-tudo engracada.
:-D

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