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Meu sócio, parceiro de crime, amigo-quase-irmão Jacques Barcia lavrou um tento, como se dizia em tempos steampunk de antanho: conseguiu entrevistar o escorregadio China Miéville, autor de um dos top ten de FC e Fantasia de todos os tempos: Perdido Street Station.

A entrevista pode ser lida aqui, no Post-Weird Thoughts. Em inglês.


Acabo de receber da Amazon a coletânea Leviathan no. 4, editada por Forrest Aguirre. Já tinha ouvido falar muito bem dela, e parece que não vou me arrepender. Entre os autores, vários cujos contos eu já li em coletâneas como Steampunk, The New Weird ou Paper Cities: Michael Cisco, Ben Peek, Jay Lake (este é sensacional, recomendo fortemente), KJ Bishop e Stepan Chapman (outro que me surpreendeu).

E esqueci de agradecer em público ao meu sócio-amigo-quase-irmão, Jacques, que na Fantasticon me deu o romance Trial of Flowers - a Novel of the City Imperishable, do Jay Lake. Eu já sou fã do Lake por suas incríveis histórias de cidades bizarras, e estou louco para ler essa história, que se passa no mesmo ambiente de seu excelente conto Promises; a Tale of the City Imperishable. Valeu, meu camarada!!!!

Quem avisa é o Fernando Trevisan:


Caros,

É com prazer que anuncio que o Somnium Nº 101 - e-zine do Clube de Leitores de Ficção Científica (CLFC) - está on-line para download em:

http://is.gd/OIe
ou, se preferirem o endereço "longo":
http://clfcbr.org//index.php?option=com_content&task=view&id=17&Itemid=41

Nesta edição, temos quase 100 páginas de contos, resenhas, entrevistas, um dossiê especial sobre os rumos da FCB, entre outros.

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Também colocamos para download o nº 1 da revista Kaliopes, editada pelo Jacques Barcia:

http://is.gd/OMT
ou:
http://clfcbr.org/index.php?option=com_content&task=view&id=83&Itemid=1

com textos de Fábio Fernandes, Ana Cristina Rodrigues, Hal Duncan, Antonio Luiz C. M. Costa e Tibor Moricz, além de entrevista com a Cris Lasaitis.

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Quero aproveitar para anunciar que estou assumindo oficialmente como webmaster do portal do CLFC.

Agradeço à Ana o convite. Estou conversando bastante com nossa presidente sobre o Portal, que deve receber adições e sofrer algumas mudanças nas próximas semanas.

Conforme as coisas forem saindo do forno, prometo informá-los aqui na lista e lá no Orkut. Aos que quiserem participar/ajudar, basta entrar em contato comigo (enviando e-mail para fernandotrevisan@gmail.com) que, havendo necessidade, entrarei em contato.

Abraço a todos!


Quem foi à FANTASTICON 2008 teve a oportunidade de baixar em seu pen drive, em primeira mão, a Kalíopes (metade da platéia sacou seu pen drive assim que o Jacques anunciou que tinha o arquivo .PDF em seu notebook: quem disse que não vivemos em tempos cyber?)

Ambas as revistas já estavam sendo anunciadas há alguns meses, e sua publicação agora vem em excelente hora. A ficção científica e a fantasia brasileiras nunca tiveram um momento tão bom. Material não falta - e agora não faltam revistas. Parabéns à Ana Cristina Rodrigues, presidente do CLFC e editora do SOMNIUM, e ao Jacques Barcia, editor da Kalíopes.


Agora só falta uma. Conforme anunciamos na nossa mesa da FANTASTICON, eu e Jacques Barcia vamos lançar uma nova revista, voltada para a ficção científica: a TERRA INCOGNITA. Aqui mesmo no condomínio Verbeat. Em agosto. Aguardem.

As férias começaram ma non troppo: hoje retomo os estudos de doutorado (uma análise do conceito de pós-humano na ficção científica) e continuo trabalhando em projetos e escrevendo. E, claro, lendo bastante. Abaixo, uma lista do que tenho lido:

Perdido Street Station, de China Miéville - relendo este já clássico que inaugurou o subgênero literário chamado de New Weird. Miéville, que já escreveu mais dois livros ambientados no universo bizarro de New Crobuzon: The Scar e Iron Council, além de uma ótima coletânea chamada Looking for Jake, que contém uma história de New Crobuzon mas outras igualmente incríveis, lançou recentemente um infanto-juvenil que de bobo não tem nada: Un Lun Dun, que narra a incrível viagem de duas meninas por uma Londres oculta - algo no mesmo tom de Neverwhere, de Neil Gaiman, mas ao mesmo tempo bem diferente. Vale a pena conferir. Aguardem resenha em breve, além de uma surpresa no Post-Weird Thoughts.

Dreamsongs, Vol. 1, de George R. R. Martin - Comecei agora; o grande barato é ler os primeiros contos que o cara publicou em zines na década de 1960. Coisas meio lovecraftianas, mais para Old Weird que para New, mas também o cara tá com quase 70 anos, né? Muito bom

Mad Scientist Meets Cannibal, de Robert T. Jeschonek. Autor de livros de Star Trek, Jeschonek estreia com uma minicoletânea que faz parte do showcase da PS Publishing. O livro ainda não saiu, mas recebi uma ARC (Advance Reviewer Copy) para resenhá-lo no The Fix. Esse cara eu não conhecia, mas até agora estou adorando os contos da minicoletânea. Jeschonek lembra Frederic Brown e William Tenn. Bárbaro!!

A Magia das Máquinas - John Wilkins e a origem da mecânica moderna, de Ana Maria Alfonso-Goldfarb. Excelente livro, fruto da dissertação de mestrado da Professora Goldfarb, da PUC-SP, para pesquisa no romance que estou escrevendo agora (mais sobre isso depois).

São fragmentos de uma história do futuro que venho escrevendo há algum tempo. Com a criação do ótimo Letra e Vídeo, da Ana Cristina Rodrigues, aproveitei a oportunidade para reescrever algumas passagens e costurá-las numa narrativa que faz sentido, mas não tem um começo específico e está bem longe de terminar. Talvez não termine no blog, e certamente não terei tempo para escrever mais passagens nas próximas semanas, portanto deixo abaixo os links para os fragmentos, batizados com nomes de músicas de David Bowie:

Fragmento 1 - Ashes to Ashes

Fragmento 2 - Starman

Fragmento 3 - Space Oddity

Trabalhando muito em ritmo de fim de semestre, mas sempre me atualizando com novas leituras. Aqui, uma lista do que estou lendo neste momento:

Perdido Street Station, de China Miéville - O clássico da New Weird. Relendo. Preciso dizer mais?

The Word of God, de Thomas M. Disch - Tom Disch é um autor clássico norte-americano. Seu livro Camp Concentration é um dos melhores dos anos 1960. Aqui, ele pega onde Philip K. Dick largou e assume para si o papel de divindade. Eu vi a luz e me rendi: só espero que ele perdoe a nós, pobres pecadores, por não termos prestigiado a palestra que ele deu na PUC-RJ em 1990 (quero dizer, vocês é que vão arder no inferno, porque eu e mais meia-dúzia estivemos lá e vimos em seu rosto a tristeza por ter tão poucos interlocutores).

The Plots to Rescue the Tsar, de Shay McNeal - Um interessantíssimo livro e dos planos que foram feitos para o resgate do czar, sua mulher e seus filhos após a Revolução Russa - o que acabou não ocorrendo. Lendo como pesquisa para finalizar meu romance.

Dying of the Light, de George R. R. Martin - o primeiro romance de um dos maiores autores de fantasia de hoje, autor da saga A Song of Ice and Fire. Esse livro é de ficção científica, e é ambientado no mesmo universo da belíssima novela A Flor de Vidro, que traduzi há quase vinte anos para a finada edição brasileira da Isaac Asimov Magazine.

A Game of Thrones, de George R. R. Martin - o primeiro volume da saga de fantasia de Martin. Está começando bem. Há muito tempo eu não lia fantasia dita convencional, mas vários amigos e colegas me recomendaram tanto que acabei comprando para ver no que é que dá. Acho que vai dar samba (ou, no caso, uma canção celta do Clannad).

Aqui, agora, trabalhando e ouvindo no MP3 Player: Protection, Massive Attack. É bom. Todo mundo precisa de proteção de vez em quando.

ficção de polpa 2

areia nos dentesAcabo de receber, do Samir Machado de Machado, da Não Editora (excelente nome, se eu tivesse uma editora ia querer colocar um nome desses) os livros Ficção de Polpa vol. 2, coletânea de diversos autores, e Areia nos Dentes, de Antônio Xerxenesky.

Nada a comentar neste instante, a não ser a EXCELENTE, embasbacante qualidade gráfica de ambos os livros. O primeiro, uma coletânea original de ficção científica "pulp", com uma capa que homenageia os grandes ilustradores do gênero, como Frank R. Paul. O segundo, um western que, me disseram, é meio weird - bem do jeito que eu gosto.
Aguardem resenha suculenta em breve. Meu obrigado ao Samir pelo envio.

Update 7 / 06: o Bruno Porto postou um comment querendo saber quem são os autores das capas. Muito justo, erro meu que corrijo agora. A capa do Ficção de Polpa 2 é do Samir Machado de Machado, e a ilustração é de Gisele Oliveira. A capa e todo o projeto gráfico do Areia nos Dentes são do Samir.

Por motivos de casamento e mudança, a Ana Cristina Rodrigues me convidou, juntamente com o amigo e parceiro de blog Jacques Barcia, a editar junto com ela o Letra e Vídeo. Continuamos recebendo e aceitando colaborações.

A primeira, que já estava na fila de Ana mesmo antes do convite, é o segundo fragmento do meu romance de futuro distante. O romance ainda não tem título, mas o fragmento é baseado na canção Starman, de David Bowie. Confiram.

Meu agradecimento novamente à Ana, pela confiança depositada neste humilde escriba.

Acabo de ser informado, por mestre Guilherme Kujawski, editor do site Cibercultura, do Instituto Itaú Cultural, que minha resenha sobre a coletânea The New Weird, editada por Ann e Jeff VanderMeer, acaba de ser publicada. Vocês podem conferir aqui.

Pessoal, este é só pra avisar que, na esteira do Pós-Estranho, criei um novo blog, o POST-WEIRD THOUGHTS. Nele, eu estou em parceria com o Jacques Barcia, meu mais novo grande amigo (que nunca vi pessoalmente, pasmem vocês, mas por quem ponho a mão no fogo). O PWT é um blog exclusivamente em inglês, basicamente para resenhas de livros. Mas não pensem que vou abandonar o Pós-Estranho não, pelo contrário. Isto é só o começo da dominação mundial. ;-)

Enquanto a novidade não vem dar na praia, como diria Herbert Vianna, saiu mais uma resenha minha na The Fix. Desta vez é um texto sobre a sensacional Weird Tales, a edição de numero 349, comemorativa de 85 anos da revista (85 anos com interrupção, infelizmente; ela ficou no limbo por mais de vinte anos e só voltou na década de 80, tendo ido recentemente também para a web). Este número é excelente: além de apresentar novos autores, como a ótima Sarah Monette, tem ainda a volta do sensacional Michael Moorcock e seu igualmente sensacional Elric de Melniboné, com sua espada devoradora de almas Stormbringer. Vale a pena assinar.

ontem, mal me recuperando de uma gripe e já começando a sofrer uma recaída (crises de tosse horríveis, dores fortes de garganta e de cabeça - se eu ficar alguns dias sem postar, já sabem; estou de cama), tive o enorme prazer de um rápido encontro ontem ao cair da tarde com Ivan Hegenberg e Nelson de Oliveira. O Ivan eu já conhecia do Orkut e do famoso encontro da FC brasileira na Livraria Cultura. O Nelson, autor de ótimos livros como Naquela Época Tínhamos um Gato e Subsolo Infinito (um excelente livro, meu favorito dele, que poderia ser considerado uma espécie de predecessor nacional do New Weird), eu já conhecia de um evento ou outro, mas nunca havíamos nos falado.

Batemos um gostoso papo regado a muito café (chope nem pensar com esta gripe do cacete) e idéias. Falamos sobre a situação da ficção científica aqui e lá fora, das editoras e da renitência que elas ainda têm para publicar FC explícita, e ficamos pensando em idéias de como tangenciar essa má vontade proverbial dos editores, já que o público existe (estamos confirmando isso dia a dia) e quer ler FC. Falamos de projetos que estamos começando a esboçar (e que por enquanto são apenas projetos, mas se tudo correr bem em breve vocês ouvirão notícias auspiciosas) e percebi, mais uma vez, que todos esses anos em que escrevi não foram em vão. Existe vida inteligente que percorre o underground e que faz pontes com o mainstream. Ten Thousand Maniacs, todos nós - mas como é bom, como é saudável ter uma obsessão literária.

Recebi do Ivan seu primeiro romance, Será, e do Nelson a deliciosa coletânea infanto-juvenil Histórias de Imigrantes, editada por ele (e que já comecei a ler ontem) e Maya´ya (o eXtranho), de S.C.Balder (autora brasileira), o primeiro de uma trilogia de FC juvenil muito bem editada, também capitaneada pelo Nelson. Olhem como tem coisa aí. Ainda que não tivéssemos sonhos, há muita coisa acontecendo ao redor, e, como diz a velha canção, é preciso estar atento e forte. Não temos tempo de temer a morte. Vamos à luta, moçada!!

NoPresent.jpgI´ve just got it: No Present Like Time, the second book in the Castle Trilogy (the first one, The Year of Our War, arrived a week ago - check here). Steph Swainston herself sent me one copy - an autographed one, by the way. Thanks a lot, Steph!

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Acabou de chegar: No Present Like Time, o segundo livro da Trilogia do Castelo (o primeiro, The Year of Our War, chegou há uma semana - veja aqui). A própria Steph Swainston me enviou um exemplar, e autografado. Obrigado, Steph!

vellum_small.jpgYesterday evening the mailman dropped at my mailbox Hal Duncan´s Vellum. First in a dualogy (the second one is Ink), Vellum tells the story of the obsession of a man for a book which shouldn´t exist, and that, once found (a thing that happens right in the beginning of the book, no surprises), throws jits reader and new owner in a downward spiral of madness - or it does?. I could detect influences of Borges, Cortázar and American post-modernist authors (Pynchon and Barthelme, although a light, subtle influence), and even (but that must be a very interesting and welcoming coincidence) Brazilian writer Osman Lins. Most intriguing: I started to read it almost immediately, and a review is soon to be expected. But not here in this blog. (More on that later). Thanks to Hal Duncan and the publicist at PanMacmillan for sending me the book.

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Ontem chegou aqui em casa Vellum, de Hal Duncan. Primeiro de uma série de dois (o segundo é Ink), Vellum conta a história da obsessão de um homem por um livro que não deveria existir, e que, uma vez encontrado (o que acontece logo no começo, sem surpresas), joga seu leitor e novo possuidor numa espiral de loucura - ou não. Influências de Borges, Cortázar e dos autores modernistas americanos (Pynchon e Barthelme, embora bem de leve), e até (mas talvez seja pura coincidência) o nosso Osman Lins. Interessantíssimo: comecei a ler ontem mesmo e em breve farei uma boa e suculenta resenha. Mas não aqui neste blog. (Mais detalhes sobre isso em breve. Obrigado a Hal Duncan e ao assessor de imprensa da PanMacmillan pelo envio do livro.

scifi2-med.jpgThere´s a new review of mine in The Fix: an appreciation of The Solaris book of New Science Fiction, Vol. 2. Great reading, highly rewarding.

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Tem resenha nova na revista online The Fix: um texto que escrevi sobre o volume 2 da antologia de contos inéditos de FC da editora inglesa Solaris. Muitos autores novos desconhecidos no Brasil (como os ótimos Neal Asher, Kay Kenyon e Eric Brown), além de alguns que já foram publicados por aqui, ainda que apenas de passagem (Paul Di Filippo, salvo engano na falecida Isaac Asimov Magazine brasileira, e Michael Moorcock, criador de Elric, aqui apresentando uma história inédita de seu anti-herói Jerry Cornelius. Vale a dica para as editoras brasileiras.

A dica é de Matt Staggs, do Skullring: Jeff VanderMeer, co-editor da antologia The New Weird, entrevistou Jay Lake, um dos autores, que disponibilizou seu conto The Lizard of Ooze para download grátis. Altissimamente recomendado: é um dos melhores da antologia.

The Fix published today an extended review I did on The New Weird. I loved that anthology. Highly recommended.

This review refers only to the fiction part. I´m doing an article exclusively on the nonfiction part, which, IMHO, is as important as the fiction one. Just wait a few more days, please.

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O site The Fix, para o qual agora colaboro regularmente, acaba de publicar uma resenha extensa que escrevi sobre a coletânea The New Weird, já comentada aqui num post anterior. É em inglês, mas já posso adiantar o que tenho dito por aí em comunidades e e-mails a amigos: é sensacional. Vale a pena comprar, ler e guardar. (E insistir com as editoras para que publiquem.)

E não é tudo: até a semana que vem será publicado um artigo exclusivamente sobre a parte de não-ficção do livro, que considero tão importante quanto a parte dos contos. Aviso assim que estiver no site.

Post bilíngüe: recebi os livros O Tempo que o Tempo Tem - Por que o ano tem 12 meses e outras curiosidades sobre o calendário, de Alexandre Cherman e Fernando Vieira e De Cabeça Aberta - conhecendo o cérebro para entender a personalidade humana, um dos mais recentes livros de Steven Johnson, de quem já resenhei seu livro Emergence aqui. Obrigado a Daniela Name e Lívia, da TRILHA Comunicação & Conteúdo, que fazem a assessoria de imprensa da Jorge Zahar Editora, pelo envio dos livros. Aguardem resenhas em breve no Webinsider.

And now, for something not completely different: I just got from Night Shade Books two very nice books, which seem to be a real treat: The Best SF and Fantasy of the Year Vol. 2, edited by Jonathan Strahan, and Pump Six and Other Stories, by Paolo Bacigalupi, one of the recent names of the New Weird. Thanks to J.J.Adams, publicist for Night Shade, for having the books sent to me. Expect reviews soon.

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