Quem me cantou a pedra foi o mestre Jedi Tiagón:
A artista norte-americana Tanya Vlach, que perdeu um olho em um acidente de carro em 2005, está desafiando cientistas a criarem uma câmera que possa ser integrada à sua prótese, para gravar tudo o que mirar.
Mais aqui.
Isso tem tudo a ver com um livro excelente de um autor inglês pouquíssimo conhecido por aqui, D. G. Compton, The Continuous Katherine Mortenhoe. Só que, no livro, quem tem implante de gravação no olho é um jornalista, que acompanha os últimos dias de vida da última pessoa (a tal Katherine Mortenhoe) a morrer de doença numa Terra do futuro em que as pessoas são virtualmente imortais.
Esse livro foi adaptado para o cinema em 1980 por Bertrand Tavernier, e no Brasil recebeu o nome de A Morte ao Vivo, com Harvey Keitel e Romy Schneider. Até onde sei, não saiu em DVD ainda. Merecia.



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