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Este é o nome do mais novo livro da Adriana Amaral, que divide a organização com Raquel Recuero e Sandra Montardo. (SP, Momento Editorial.) Nas palavras da Adriana:

A coletânea será lançada em versão eletrônica licenciada sob "Creative Commons", no dia 22/01 às 14h na área Campusblog do Campus Party em São Paulo. O livro, que tem posfácio de Henrique Antoun (UFRJ), conta com artigos dos seguintes autores: Adriana Braga , Claudio Penteado, Fernando Firmino da Silva, Helaine Abreu Rosa, Jan Schmidt, Juliana Escobar, Leonardo Foletto, Marcelo dos Santos, Marcelo Träsel, Maria Clara Aquino, Octávio Islas, Rafael Araújo, Rogério Christofoletti e Rosa Meire Oliveira. A capa foi produzida por Fabricio Castro.


Eu participo do livro com a tradução do paper de Jan Schmidt, uma excelente análise da blogosfera alemã. Até segunda-feira o livro estará disponível para download gratuito na íntegra neste endereço. Mas o prefácio de André Lemos vocês já podem ler agora. Prestigiem!

Há mais de dez anos, eu, Lúcio Manfredi e Hidemberg Frota lançamos um projeto pequeno porém honesto, mas ao qual demos um nome nada modesto: os Colóquios. Vocês vão notar que não apresentamos link para o site original porque o site original não existe mais. Infelizmente nem eu nem o Lúcio dispomos do conteúdo desses colóquios, tampouco o encontramos nos labirintos dos sites mortos da Web (se alguém aí ainda tiver esse conteúdo, entre em contato, please). Nosso amigo Hidemberg casou, mudou e hoje é um bem-sucedido advogado e pesquisador. Nós casamos (não um com o outro, que fique claro), mudamos (eu, carioca, vim para São Paulo e o Lúcio, paulistano, foi para o Rio) e também fomos à luta.

Hoje, uma década depois (ou talvez mais, minha memória não é mais o que era antigamente), resolvemos voltar a bater papo. Bater bola, trocar idéias, conversar. É disto que este blog trata. (Quando fizemos os primeiros colóquios, ainda não existiam blogs, vejam vocês!)

A idéia lá não é resenhar - tanto eu quanto Lúcio continuaremos com nossos blogs, resenhando livros e desenvolvendo melhor as idéias que conversaremos por lá. A idéia é que o blog Colóquios seja uma espécie de rascunho das nossas idéias, um instantâneo das nossas configurações neuronais as it happens, no instante em que a coisa rola, sem maiores preocupações. Pensando apenas em pensar.

That´s it. Esperamos que gostem.

Acabo de receber a notícia: Lúcio, amigo de longa data e um escritor e filósofo de primeira, retornou ao mundo dos blogs depois de um tempo em estado de semi-hibernação. Depois de uma trajetória bem-sucedida com seu Franco-Atirador, Lúcio estreou hoje o Epistemonike Phantasia (Ficção Científica em grego - o que mais poderíamos esperar de um filósofo, ora? ;-)

De cara, um belo texto de abertura dos trabalhos e a promessa de um excelente blog, dedicado à FC (mas não só), com muita reflexão e inteligência, coisas de que precisamos cada vez mais e sempre.

Welcome back, old friend!

Quem me cantou a pedra foi a Ana Cristina Rodrigues, no recém-ressuscitado (e ótima fonte de informação) Ficção Científica e Afins: o blog Terroristas da Conspiração, do jornalista, escritor e grande fomentador da produção nacional de ficção científica, Romeu Martins, completou 50 contos publicados - e anuncia que vai dar um tempo.

Foram seis meses de um excelente trabalho publicando reprints (um tipo de trabalho pouco feito no Brasil e que é um resgate mais do que necessário da história da FC no Brasil) e alguns contos inéditos (sinal de que a iniciativa rendeu frutos). Eu próprio tive a honra de ser publicado algumas vezes, com contos de que gosto muito, como M.U.A. e Em Camadas. Mas não estou sendo cabotino não: o Romeu conseguiu reunir em seu blog alguns dos escritores mais conhecidos de ficção científica, fantasia e slipstream atualmente, como Carlos Orsi, Octavio Aragão, Ataíde Tartari, Ludimila Hashimoto, Tibor Moricz, Christie Lasaitis, Maria Helena Bandeira e muitos, muitos outros. Foi uma vitória.

Por isso me junto ao coro dos que já começaram a pedir, no blog, no Orkut e por e-mail: não pare não, Romeu. Os Terroristas desse jihad santo contra a inguinorança que astravanca o pogresso agradecem penhorados a sua luta!

Foi em 1999. Pouco antes de morrer, o escritor José J. Veiga, autor de clássicos da literatura fantástica brasileira como A Hora dos Ruminantes e Os Cavalinhos de Platiplanto, concedeu uma entrevista a mim e a meu amigo Octavio Aragão.

Depois, ficaríamos sabendo que essa foi a penúltima entrevista dada pelo mestre. O que nos deixou tristes por um lado, mas por outro felizes por termos conseguido falar com ele (que nos recebeu tão bem e com tanto bom-humor e cordialidade, apesar de já bastante debilitado pelo câncer no pâncreas que o mataria) e conhecer melhor o mestre, saber um pouco mais sobre seu processo de criação e suas influências literárias.

A entrevista foi publicada originalmente no falecido fanzine Megalon, e mais tarde no site da Intempol. Octavio acaba de republicar a entrevista na íntegra aqui. Fundamental para leitores e escritores.

Pois é, eis que o Pós-Estranho está chegando à marca dos dez meses de vida (na verdade, são quase onze, mas o blog nasceu no dia 30 de janeiro, e portanto esse mês acabou não sendo computado nas estatísticas). Nestas quarenta e quatro semanas, foram 184 posts (contando com este) e assuntos tão díspares quanto um corredor pós-humano e computadores steampunk até tristes notas de falecimento, passando pela alegria do lançamento de duas novas revistas dedicadas à FC e a Fantasia. Ontem, fechamos o mês de outubro com um recorde absoluto para este blog: 3099 visitas em 31 dias. Um total de 18.107 visitas desde a criação do Pós-Estranho. Um recorde pessoal em sete anos de blogagem (bastante) interrupta e mais de meia dúzia de blogs que me deram prazer, mas não tanto quanto este.

Nada disso seria possível sem a generosidade e a ação entre amigos. Amigos que conheci ainda este ano e que já me são caros, pessoas que me ajudaram seja de perto ou à distância, trabalhando junto ou mesmo com o poderoso apoio das palavras por telefone ou digitadas em e-mails. Pessoas com quem sei que posso contar (e que podem contar comigo). Eu dedico este blog a Jacques Barcia, Ana Cristina Rodrigues, Octavio Aragão, Jeff VanderMeer, Ekaterina Sedia, David Marusek, Mark Newton, Matt Staggs, Jeffrey Thomas, Horia-Nicola Ursu, Eugie Foster, Robert Thompson e Fábio Cobiaco, Bob Fernandes e o pessoal do Terra Magazine, e a todos os meus leitores e comentadores que só têm contribuído para que este blog fique cada vez melhor.

Mas dedico especialmente a duas pessoas sem as quais este blog simplesmente não aconteceria. Tiago Casagrande, que tem um coração do tamanho do sobrenome, coração de mãe, que abriga um bocado de gente, e que junto com o Leandro Gejfinstein, criou o projeto Verbeat, para defender a liberdade de expressão e que recolheu sob sua asa blogs tão diferentes e tão bonitos.

E a Aurora Barbosa, esposa, amiga e companheira, que criou o banner do blog e as capas das duas primeiras edições da TERRA INCOGNITA. Não fosse por ela e eu definitivamente não estaria aqui hoje. A ela, toda a minha gratidão, todo o meu amor.

A dica é do Eric Novello: o blog da Cristina Alves, que comenta e resenha livros de FC e fantasia, tanto publicados nos EUA quanto traduções portuguesas. Excelente blog, que fiquei muito honrado de conhecer. Como dizia Sting, we work the black seam together. E assim vamos construindo a grande rede.

Vocês já tinham ouvido falar da Sociedade Paulista Steampunk? Eu só tomei conhecimento da existência dela ontem, pelo meu sócio-amigo-quase-irmão Jacques. Ao que parece, é um grupo totalmente desvinculado das comunidades já conhecidas de ficção científica brasileira, e seus membros, a julgar pelos posts, sabem muito bem do que estão falando. É um prazer conhecer novas cabeças pensantes nesse universo (sem contar que o steampunk é muito, mas muito legal como gênero de leitura/modo de vida).

Homessa! Mais carvão na caldeira, senhores! Lubrifiquem as engrenagens dessa machina e mãos à obra! Keep up the good job, blimey!

Post-Scriptum: e eles não são os únicos! Confiram aqui o blog da Sociedade Brasileira de Steampunk, com sede no Rio Grande do Sul.

Na esteira do evento que abalou São Paulo, comentários de quem gostou (via Jacques) e de quem nem tanto. Tutti buona gente: todos os comentários são bem-vindos, elogios rasgados, críticas viscerais. É só com a diversidade de opiniões que pessoas e eventos crescem e melhoram. Obrigado, pessoal!!!

Começou da maneira mais ingênua: numa comunidade do Orkut, eu e outros companheiros trocávamos idéias sobre clássicos da literatura, e alguns de nós contaram como foi sua "primeira vez" com este ou aquele autor. Não resisti e contei a história de como tomei conhecimento da existência de Jorge Luis Borges e o primeiro conto dele que li. Reproduzo quase literalmente:

... bem, não sei se já contei aqui, mas a história de como conheci Borges é em si mesma meio borgiana: fazem exatos 23 anos, num retiro num mosteiro budista. Numa tarde de domingo, após o almoço, voto de silêncio, num momento de repouso. Encontrei Ficções na pequena biblioteca do mosteiro. Sentei-me para pegar sol do lado de fora do templo e comecei a folhear o livro. Parei num conto cujo título era muito interessante: A Biblioteca de Babel.

Devorei o livro todo ali mesmo, claro. Mas nunca mais esqueci desse primeiro momento, do primeiro conto. Foi uma epifania.


Na seqüência, um colega nosso, o impagável Clinton Davisson, responde na lata:

Fábio, por um momento achei que você tinha conhecido o Borges pessoalmente em um mosteiro budista e não pode gritar ao ver o mestre por causa do voto de silêncio... hehehehehee
Vou escrever um conto sobre isso. Imagina, você vê O CARA, o the best e não pode gritar, não pode pedir autógrafo...rs


Mas quem se antecipou e escreveu um conto tendo como protagonistas este que vos digita e o genial mestre argentino foi a Maria Helena Bandeira, dona do blog Ovo Azul Turquesa. Nem três dias se passaram e ela já tinha o conto escrito, enviado para minha autorização (como se precisasse, né, Maria Helena?) e publicado, com todas as minhas bênçãos, no blog. Fiquei honradíssimo com a bela homenagem. Obrigado, Helena!!

Como alguns dos meus leitores devem saber, por mais de um ano mantive um blog sobre literatura brasileira no Overmundo. Capitaneado por Hermano Vianna, José Marcelo Zacchi, Ronaldo Lemos e Alexandre Youssef e uma super-equipe de jornalistas, programadores, escritores do maior calibre como Helena Aragão, Thiago Camelo, Viktor Chagas e Saulo Frauches (que tive o prazer e a honra de conhecer pessoalmente e com quem espero ainda poder bater altos papos), o Overmundo presta um serviço de primeiríssima qualidade na divulgação da cultura brasileira. Contendo seções como o overblog (para matérias jornalísticas), o banco de cultura (para falar de cultura e também para quem quiser apresentar suas próprias obras culturais - minha primeira coletânea de contos, Interface com o Vampiro está lá, gratuito para quem quiser baixar), um guia e uma agenda cultural. Todo mundo pode participar. Eu participei ativamente durante a maior parte do anos de 2006, chegando a fazer parte de duas rotações da equipe de conselheiros do site (um sistema de autogestão que acabou não dando certo, mas que gerou discussões muito válidas e pertinentes). Em 2007, por conta de diversas questões pessoais, fui me afastando aos poucos. Cheguei a participar um pouco (muito pouco) das discussões e postar algumas coisas no blog, mas em 2008, nem meia dúzia de posts. Assim, O Viajante Imóvel entrou em coma, foi para o limbo, esperando algo que nem mesmo eu sei o que é.

Ontem recebi um e-mail do Overmundo para me lembrar de que all things must pass, tudo deve passar, todas as coisas um dia chegam ao fim:

Nós, da Equipe de Moderação e Administração do Overmundo, valorizamos muitíssimo o trabalho que você e seus companheiros blogueiros têm feito nos blogs hospedados no Overmundo. Por isso, é não sem algum pesar que comunicamos o cancelamento do serviço de hospedagem desses blogs no próximo dia 15 de julho.

Quando o Overmundo surgiu - e lá se vão mais de dois anos desde então -, avaliamos que uma comunidade de blogueiros que tratasse sempre de temas relacionados à cultura brasileira pudesse agregar valor e atraísse outros colaboradores interessados em manter blogs no mesmo sistema, criando assim uma rede de "blogs parceiros" que se consolidaria como um excelente manancial de informações na internet. Isso de certa maneira aconteceu. Mas os desenvolvimentos de serviços semelhantes (ainda que voltados não apenas para a cultura brasileira), gratuitos, livres e de excelente qualidade, nos fez caminhar aos poucos para a alternativa do Overfeeds, que soma os papéis de agregar e dar visibilidade aos blogs sem demandar a hospedagem no Overmundo. Esta ferramenta atraiu blogueiros que estavam acostumados com outros serviços e interessados em continuar neles. Fomos então levados à percepção de que não faria sentido dedicar tamanho esforço de desenvolvimento tecnológico para aperfeiçoar um sistema de blogs nativos no Overmundo que iria apenas competir com os bons serviços já existentes neste âmbito. Por outro lado, fazia ainda mais sentido nos concentrarmos em melhor oferecer aquilo que hoje é o diferencial do Overmundo: a plataforma colaborativa, a comunidade, a agregação, e por essa razão, demos vazão ao projeto Overmídia .

É claro que gostaríamos muito de continuar a oferecer este serviço, mas avaliando os custos de operacionalidade e a demanda da comunidade por tais serviços, nossa opção, ao menos por ora, é de encerrar o serviço de hospedagem dos blogs. O Overfeeds, no entanto, seguirá funcionando como principal plataforma agregadora de feeds relacionados aos blogs que se cadastraram através do site, e nós recomendamos fortemente que você crie um novo blog e o registre no Overfeeds para continuar tendo seus posts republicados automaticamente seguindo a dinâmica editorial colaborativa dos serviços do Overmundo.

O objetivo desta mensagem é deixá-lo avisado o quanto antes do fim do serviço de hospedagem de blogs do Overmundo, de modo que você possa preparar o terreno para um novo blog e importar para ele todos os posts anteriores de seu blog no Overmundo. Dessa forma, não haverá perda substancial de seu esforço ao longo deste tempo, e seus textos e demais arquivos estarão todos disponíveis no novo blog, que poderá ser hospedado em quaisquer outros serviços, como WordPress, Blogger e outros.

Nós nos dispomos a auxiliá-lo neste processo de exportação e importação de posts tanto quanto possível. Para isso, basta que você entre em contato com a Equipe de Moderação do Overmundo , expondo suas dúvidas e interesses.

Pedimos desculpas pelos eventuais transtornos e contamos com sua compreensão nesta situação, torcendo para que seu blog *O Viajante Imóvel* continue um grande parceiro do Overmundo.


Concordo plenamente. Não só porque o sistema de overfeeds é muito eficiente e não precisa mais hospedar blog algum no espaço do Overmundo, que cresceu muito nesses dois anos. No meu caso, concordo duplamente, porque depois de um ano de posts constantes, acabei abandonando o blog. Não foi intencional, mas simplesmente a vida me levou por outro caminho - no caso dos blogs, o caminho me trouxe até aqui.

Quero aproveitar esse espaço para agradecer ao Hermano, à Helena, ao Thiago, ao Saulo, ao Viktor e a todos os overmanos e overminas com quem tive a oportunidade de ter um contato tão gregário (eu que às vezes não aparento mas sou tão ermitão). Fui muito feliz no Overmundo. Desejo toda a felicidade do mundo, vasto mundo, para todos vocês.

Não pretendo voltar muito ao Overmundo porque sou um cara meio estranho. Quando me afeiçôo a alguém ou alguma coisa e esse contato se interrompe seja qual for o motivo, tenho muita dificuldade de retomá-lo. A nostalgia me dilacera. Mas guardo para sempre no coração a lembrança (será por isso que sempre choro ao ler o poema de Drummond sobre Itabira? Talvez).

Quanto ao Viajante Imóvel, vou salvar o conteúdo, mas ainda não sei se vou criar um blog novo para recolocá-lo. O futuro dirá. E o futuro é tudo o que me interessa, porque o passado, por mais lindo que tenha sido, dói.

Na reta final da tradução de um livro, nem descansei neste feriadão (meus pais vinham comemorar neste fim de semana comigo meu aniversário atrasado, mas fazer o quê? Prestador de serviço é prestador de serviço). Enfim, trabalho porém continuo na escuta para tudo o que acontece. Entre outras coisas, saúdo o nascimento de mais um blog, desta vez dedicado a contos vinculados a músicas. A criadora do Letra e Vídeo é a multitasking Ana Cristina Rodrigues, autora de Finisterra, atual presidente do CLFC e incentivadora da nova ficção científca brasileira. É isso aí, Ana, bola pra frente que material não falta!

Acabo de ser informado, por mestre Guilherme Kujawski, editor do site Cibercultura, do Instituto Itaú Cultural, que minha resenha sobre a coletânea The New Weird, editada por Ann e Jeff VanderMeer, acaba de ser publicada. Vocês podem conferir aqui.

Tive a honra de ter meu livro resenhado por uma das tradutoras que mais admiro, a Ludimila Hashimoto, tradutora de Alan Moore (A Voz do Fogo) e dos livros de Terry Pratchett da série Discworld, em seu ótimo blog. Foi a melhor e mais bem sacada resenha sobre ele até agora. Ludi foi uma das poucas observadoras que sacaram o porquê da inserção de uma passagem especial sobre moda no livro. Meu mais sincero obrigado a ela.

Pessoal, este é só pra avisar que, na esteira do Pós-Estranho, criei um novo blog, o POST-WEIRD THOUGHTS. Nele, eu estou em parceria com o Jacques Barcia, meu mais novo grande amigo (que nunca vi pessoalmente, pasmem vocês, mas por quem ponho a mão no fogo). O PWT é um blog exclusivamente em inglês, basicamente para resenhas de livros. Mas não pensem que vou abandonar o Pós-Estranho não, pelo contrário. Isto é só o começo da dominação mundial. ;-)



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  • Jornalista, tradutor. Escritor, roteirista e dramaturgo. Pesquisador de cibercultura e professor do cursos de Tecnologia e Mídias Digitais e Jogos Digitais da PUC-SP. Interesses de pesquisa: comunicação e cibercultura, semiótica, teoria literária, ficção científica, tribos e subculturas, novas mídias, games.
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