Na morte a gente esquece

O título do post é de Aldir Blanc, mas o uso de Amigo é Para Essas Coisas, famosa na voz do MPB4, cai como uma luva (prateada reluzente, claro) para este momento. Na morte as diferenças acabam, os problemas são resolvidos (simplesmente porque não há mais o que fazer a respeito deles), toda dor (daquele que foi) se esvai. Nada mais importa agora a não ser um minuto de silêncio. E muitos, mas muitos minutos de música sem parar. Don't stop 'til you get enough, any of you.

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Esta página contém um post de Fábio Fernandes publicado em junho 27, 2009 2:52 AM.

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Pós-estranho

  • escrever dói
    por Fábio Fernandes

  • Jornalista, tradutor. Escritor, roteirista e dramaturgo. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Pesquisador de cibercultura e professor do cursos de Tecnologia e Mídias Digitais e Jogos Digitais da PUC-SP. Interesses de pesquisa: comunicação e cibercultura, semiótica, teoria literária, ficção científica, tribos e subculturas, novas mídias, games.
  • foto: Pisco del Gaiso


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