Trabalhando muito em ritmo de fim de semestre, mas sempre me atualizando com novas leituras. Aqui, uma lista do que estou lendo neste momento:
Perdido Street Station, de China Miéville - O clássico da New Weird. Relendo. Preciso dizer mais?
The Word of God, de Thomas M. Disch - Tom Disch é um autor clássico norte-americano. Seu livro Camp Concentration é um dos melhores dos anos 1960. Aqui, ele pega onde Philip K. Dick largou e assume para si o papel de divindade. Eu vi a luz e me rendi: só espero que ele perdoe a nós, pobres pecadores, por não termos prestigiado a palestra que ele deu na PUC-RJ em 1990 (quero dizer, vocês é que vão arder no inferno, porque eu e mais meia-dúzia estivemos lá e vimos em seu rosto a tristeza por ter tão poucos interlocutores).
The Plots to Rescue the Tsar, de Shay McNeal - Um interessantíssimo livro e dos planos que foram feitos para o resgate do czar, sua mulher e seus filhos após a Revolução Russa - o que acabou não ocorrendo. Lendo como pesquisa para finalizar meu romance.
Dying of the Light, de George R. R. Martin - o primeiro romance de um dos maiores autores de fantasia de hoje, autor da saga A Song of Ice and Fire. Esse livro é de ficção científica, e é ambientado no mesmo universo da belíssima novela A Flor de Vidro, que traduzi há quase vinte anos para a finada edição brasileira da Isaac Asimov Magazine.
A Game of Thrones, de George R. R. Martin - o primeiro volume da saga de fantasia de Martin. Está começando bem. Há muito tempo eu não lia fantasia dita convencional, mas vários amigos e colegas me recomendaram tanto que acabei comprando para ver no que é que dá. Acho que vai dar samba (ou, no caso, uma canção celta do Clannad).
Aqui, agora, trabalhando e ouvindo no MP3 Player: Protection, Massive Attack. É bom. Todo mundo precisa de proteção de vez em quando.


Thomas M. Disch escreveu um livro sob o ponto de vista de Deus? Isso parece muito interessante! O pior é que nunca ouvi falar do autor... Que vergonha!
Ô, rapá, corre atrás que o cara é bom!! :-)
E você não entendeu. Não é um livro sob o ponto de vista de Deus. Tom Disch simplesmente É Deus e assume isso no livro. Arrependei-vos da heresia, ó infiel!!! :-)
Então deve ser ainda melhor do que eu pensava! Mais um pra eu correr atrás! :-)