Mr. Warren Ellis e sua série Global Frequency já tinham cantado a pedra, com base no pensamento de caras como Howard Rheingold e seu conceito de smart mobs: a comunicação em redes sociais é a mais eficaz de longe. Há menos de uma hora sentimos um tremor de terra aqui em São Paulo, e em cinco minutos o Twitter estava pululando de paulistanos (nativos e radicados, como este que vos digita), entre nervosos e cínicos, mas todos de olho no lance, dando avisos uns para os outros. Eu já achava que o Twitter servia para alguma coisa, mas agora tenho certeza.
Mais informações aqui, e aqui, por cortesia da amiga Carolina Vigna-Maru.


to amando o twitter mesmo,
É um delírio. Até 15 dias atrás eu não dava a mínima pro bicho, hoje não vivo sem. :-)
Até hoje não sei usar direito o twitter...
Mas vi no jornal que até aqui em Curitiba a terra tremeu. Eu não senti nada.
Bah, eu já tentei usar o Twitter, mas não vejo muita utilidade para ele rs. Pelo menos para mim, mas sei que deve ser útil para outras pessoas...
Terremoto? Que terremoto? O_O Ou sou muito distraída ou porque não moro em prédio... por isso que nem percebi tremores.
Ô, Giseli, ontem à noite deu até na TV. Você não ficou sabendo não?
Não senti nadinha...
É curioso mesmo. Eu não senti e minha esposa sentiu, dentro do mesmo apartamento. Só alguns bairros sentiram, mas aparentemente não todos. Deve ser algum efeito da propagação das ondas - um micro-efeito, diga-se de passagem, porque como é que você está num quarto e sente e o outro está na sala e não sente? Mas várias pessoas já me contaram a mesma coisa.
Esqueci de comentar antes... a Carolina é uma pessoa maravilhosa, não? Adorei ela quando a conheci. Ótimo papo, ótima pessoa.