é chegado o momento em que a ciência começa a questionar a própria idéia sobre o que é vida. bactérias sintéticas, por exemplo, são criadas pelo homem e estão vivas. algumas pessoas, como eu, vão mais longe e crêem que robôs já são capazes de se emocionar - algo profundamente atribuído à experiência animal e humana:
"we're all machines," says rodney brooks author of "flesh and machines," and former director of m.i.t.'s computer science and artificial intelligence laboratory, "robots are made of different sorts of components than we are - we are made of biomaterials, they are silicon and steel - but in principle, even human emotions are mechanistic." a robot's level of a feeling like sadness could be set as a number in computer code, he said. but isn't a human's level of sadness basically a number, too, just a number of the amounts of various neurochemicals circulating in the brain? why should a robot's numbers be any less authentic than a human's?
desde o episódio do dróide que impediu sua tutora humana de ir embora do ambiente de testes, no japão, penso sobre isso. a experiência com os robôs cuja última geração havia evoluído para mentir para outros robôs só reforçou a idéia.
para rodney brooks, a proximidade entre humanos e robôs é tão estreita que seu objetivo é materializá-la num dróide empático a ponto de nos sentirmos mal ao desligá-lo. ele também crê que ensinar um robô a andar é mais humano do que criá-lo automaticamente capaz de fazê-lo.
aí eu já não sei. tanta gente animada com a perspectiva de implantar um chip no cérebro, uploadar informações e nunca mais precisar ir à escola! por que submeter robôs à forma tradicional de aprendizado?
anyway, cynthia breazeal, que já estudou no laboratório de brooks, pondera mais apropriadamente. ela diz que a questão não é sobre se robôs um dia terão emoções humanas, mas quais são as emoções que serão genuínas a um robô:
robots are not human, but humans aren't the only things that have emotions.
o início do debate sobre o que é vida já atinge a esfera dos projetos que buscam por vida extraterrestre. cientistas começam a cogitar que, ao contrário da nossa, a vida extraterrestre pode ser inorgânica.
via the daily galaxy.
