categoria ~ robotikos



quarta-feira, março 11, 2009

babá eletrônica

japoneses (quem mais?) inventaram um robô que substitui professores faltosos em salas de aula.

duvido que bote moral na molecada.

via geekologie.



sexta-feira, março 06, 2009

robô programado para amar acaba obcecado pelo sujeito de sua afeição

the trouble all started when a young female intern began to spend several hours each day with kenji, testing his systems and loading new software routines. when it came time to leave one evening, however, kenji refused to let her out of his lab enclosure and used his bulky mechanical body to block her exit and hug her repeatedly. the intern was only able to escape after she had frantically phoned two senior staff members to come and temporarily de-activate kenji.

medo.

o criador de kenji afirma que muito provavelmente terá que desligá-lo permanentemente, mas bota fé no relacionamento harmonioso entre humanóides e humanos:

this is only a minor setback. i have full faith that we will one day live side by side with, and eventually love and be loved by, robots," he said.

narghee-la acha que os inventores precisam focar nos circuitos de auto-estima de kenji.

outro dia alguém me disse que "every breath you take", do the police, é na verdade uma música sobre um cara que obcessiona secretamente uma mulher.

via geekologie.



sexta-feira, outubro 24, 2008

matilha de robôs caçará humanos não-cooperativos

agora, isso é assustador.

em 14 de agosto narghee-la se impressionava com o bizarro bigdog - robô quadrúpede capaz de movimentos impressionantes, equilíbrio incondicional e sensores que permitem caminhadas sagazes em terrenos inóspitos.

eis que ontem o geekologie informa que o pentágono vai desenvolver sua própria matilha,

to search for and detect a non-cooperative human.

uau. conheço diversos non-cooperative humans, incluindo eu.

we can also expect such systems to be equipped with human detection and tracking devices including sensors which detect human breath and the radio waves associated with a human heart beat. these are technologies already developed."

o drama todo, incluindo as questões éticas, no new scientist.



quarta-feira, outubro 01, 2008

esqueça os políticos: robovox dá voz às suas reivindicações

louco para reclamar alto e em bom som? ou sugerir alguma coisa? dispense a boca no trombone. robovox é um robô de oito metros de altura que recebe mensagens enviadas via celular e depois as lê no meio da rua.

segundo o próprio adorável porta-voz eletrônico, seu objetivo é

servir de ferramenta de expressão para o indivíduo, cujas idéias normalmente se perdem em meio ao ruído das massas, da sociedade.

a primeira coisa que me veio à cabeça é protestar contra os idiotas que andam de guarda-chuva embaixo de marquises em dias de temporal. deixem as marquises para os desguardachuvados, egoístas!

neste videozinho superinformativo, robovox dá mais detalhes enternecedores sobre sua missão. também tem uma matéria eslovena sobre a construção e a repercussão do querido no país em 2007, com imagens do amigo de lata em plena oratória no idioma local.

public squares used to be central places of social interaction and individual´s engagement in public life. often, monuments were raised on these spots to symbolize and represent the political/ social estate orientation of the country. robovox is the first public monument which travels from country to country. at the same time it activates public space into a place of communication, social interaction and playground.

eu trocaria uma cow parade por temporada robovox aqui no rio de janeiro.



quinta-feira, agosto 14, 2008

hot legs. with brains.

ele zumbe como uma mosca, quando visto de lado parece um caranguejo, mas chama-se bigdog - robô quadrúpede capaz de movimentos impressionantes, equilíbrio incondicional e sensores que permitem caminhadas sagazes em terrenos inóspitos.

aos 35 segundos um sujeito dá-lhe uma bica e ele nem cai! e no final do vídeo bigdog saltita e vence um obstáculo com perfeição.

é um pouco perturbador. deu medinho.

via kitsune noir.



quinta-feira, agosto 14, 2008

rat brain. with wheels.

células cerebrais vivas de ratos são conservadas dentro de um pequeno container com eletrodos e controlam um robô! os cientistas ensinaram as células a evitar que o robô se choque contra paredes e desvie de obstáculos.

o tecido cerebral vivo fica separado do robô e transmite as coordenadas via bluetooth, por meio de ondas curtas de rádio.

via.



terça-feira, julho 29, 2008

lego legal

1. robô feito de lego se dá bem no cubo mágico.

. scanning the cube: 1 minute
. calculating a solution: 20 - 40 seconds
. executing the moves: 1 - 5 minutes. average 4.5 minutes (60 faceturns)
. average total time: 6 minutes

2. stephen hawking em lego.



sexta-feira, julho 25, 2008

robô é estrela de comercial japonês

kokoro, uma famosa robô que, dizem, confunde os não-iniciados com uma mulher de verdade, realizou anúncio de quinze segundos para repelente em spray no japão.

a actroid diz que, como mulher, sua pele é muito importante, e fecha com a pérola surpreendentemente, eu não enferrujo!

via pink tentacle.



segunda-feira, janeiro 28, 2008

=^auto-retrato^=

pretendo restabelecer minha reputação diante do nefasto episódio da perda da guarda do popularmente amado gato calvin. inúmeras têm sido as severas repreensões que venho sofrendo desde então. dedo na cara debaixo do meu próprio teto. esporrinhos na maciez do sofá da sala.

foi tudo muito rápido: uma viagem a trabalho no fim de novembro, calvin temporariamente hospedado na casa da minha avó e, de volta ao rio, um fatídico jogo de leva-e-traz envolvendo minha mãe e irmão, já indicando causa ganha à velha marisa.

em outras palavras, vovó travou o gato.

antes mesmo de minha chegada, ela já havia soprado à família a sugestão de que me arranjassem um novo felino. vejam bem: a mim, não a ela. nessa disputa, minhas chances estavam estancadas desde o começo. somando a chantagem emocional, que incluiu a solidão da viuvez, a melancolia da velhice e o proverbial amor de vovó por animais; mais o fator prático, que a permite fazer companhia ao carente calvin em tempo integral; vocês hão de concordar que meu único posicionamento moral seria ceder.

uma moça (ainda) jovem, alegre e saudável sempre estará em desvantagem frente a uma senhora idosa, solitária e astuta.

a boa nova é que pelo menos eles moram perto do escritório. a má é que é claro que eu sou convocada para a parte sacal da história, como levar calvin para tomar banho ou cumprir o calendário de vacinação.

sobrou um rombo no meu coração, isso é patente. sem calvin, a casa parecia ter dobrado de tamanho. estranhamente, séries sobre grandes felinos do animal planet começaram a exercer anormal atração sobre mim. lêmures de moçambique já não eram tão legais. enormes prazeres com a simples visão de um leão se espreguiçando na savana empoeirada e tigres mostrando os dentes.

constatei que não sou mais capaz de viver sem felinos. a presença de um deles no lar tornou-se um craving crasso (e olha que existe um gato pregado na minha geladeira e outro deitado na sala). para tipos como eu, o sul-coreano kim yong seong criou o yabo, vencedor do robot design competition 2007. além de parecer-se com um gato, yabo possui a permanente e doce disposição para responder a toques e vozes humanos por meio de uma série de movimentos de cabeça, luzes, sons e cores.

mas isso é deveras a.i. para mim. não vamos repetir a história. sem contar com os riscos de comportamentos tipo hal, do 2001. não, leitores. eu não sou tão digital assim. até que bebês sejam gerados em jarras de vidro, seguirei preferindo limpar caixas de areia a trocar as baterias de um robô de estimação.

e assim roubei stolichnaya do sítio do joão e adotei o intrépido petit gateau de rabo torto. mais uma nova geração de felinos na minha fita.


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