categoria ~ luv



terça-feira, junho 30, 2009

dopamine



quarta-feira, junho 17, 2009

dupla

it was in love i was created and in love is how i hope to die

it was in love i was created and in love is how i hope to die.

a outra no flickr narghee-la.



segunda-feira, junho 15, 2009

o triste hilário fim de namoro entre uma humana e philip, o tiranossauro-rex

ela precisa quebrar esse círculo vicioso de co-dependência interespécies!



sexta-feira, junho 12, 2009

oh!rkitektura

prefab

sugestão para o dia dos namorados: ninho de amor.

como a maior parte dos ninhos fica em árvores, apresentamos a adovárel proposta da baumhauser.

parece um ovo.



terça-feira, junho 09, 2009

satan

ainda chokita com a saga coccarelli - mas não menos que com o desmascarar de leitores mafiosos nos comentários.



segunda-feira, junho 08, 2009

la famiglia coccarelli: tutti buona gente - not!

byeminha relação com a italianidade começa, como é de se esperar, com meu único sobrenome. natural me interessar pela fábula familiar que trouxe os coccarelli ao brasil.

meu bisavô, vicenzo coccarelli, o mais antigo ascendente de que tenho notícia, era da comuna de pontecorvo. casou-se com a bela celeste, de ferrara e, fugindo da primeira guerra, já aqui no brasil, produziram meu amado vovô paterno luiz.

certo.

errado.

neste final de semana chegou ao meu conhecimento que bisavô vicenzo não fugia apenas da guerra, mas do duplo assassinato que cometeu ao encontrar sua primeira mulher na cama com o amante! minha bisavó celeste, por sua vez, não se importou em se casar com um homem de passado conjugal sangrento, o que faz dela mais um membro do submundo de doidos passionais tão característicos da itália querida.

sigo chocada. até o momento não consegui achar romântico. sempre pensei que os estereótipos próprios de minhas raízes não se aplicavam à minha família; que os coccarelli eram mais um casal de imigrantes normais; que o complexo don vito corleone que papai tanto evoca em discurso e maneirismos não passava de folclore.

já é aceito entre neurologistas que algumas características do povo de um país são geneticamente definidas e transmitidas aos descendentes. que a herança de temperamento se dilui nas gerações seguintes, sobretudo se elas não mais pertencem ao país de origem; mas que determinados traços sobrevivem, com força, tataranetos afora.

comecei a catar tais traços em mim. além dos demasiado explícitos sobrenome, biotipo e grande simpatia pelos anarquistas, admito que encontrei vendetta - a mesma matéria emocional que disparou duas vezes o revólver de vicenzo. que em mim obviamente jamais chegará às últimas conseqüências, mas que, às vezes, não sossega enquanto não bagunçar a paz de quem me afeta.

não é uma coisa bonita de se admitir, sobretudo nesta era de ditadura do ideal ascético. o cool é dar as costas, entubar e morrer de câncer mais tarde, achando que foi por causa de fumo passivo. mas eu me tornei uma pessoa mais tranqüila no dia em que aceitei, com mais naturalidade, meu lado negro da força.

sem contar que vendetta só vale a pena quando o inimigo morre do próprio veneno.
.

por conta disto ou não, no dia da revelação adquiri outro hábito carcamano clássico: vinho tinto. quem diria. nem eu diria. já havia perdido completamente as esperanças.

foi num movimento muito sutil e definitivamente interessado que o amado (que parecia himself um mafioso sob a boina cinza) me estendeu a taça mesmo sabendo que eu não beberia. ou sabendo, porque bebi, e ele teve de encher outra para si. e receber os cumprimentos da família pelo feito inédito, e muitos de meus beijos de gratidão por introduzir-me ao estonteante universo da uva etílica.

começo a semana me sentindo irrevogavelmente mais cosanostra.



quarta-feira, maio 13, 2009

ing



quarta-feira, maio 06, 2009

escrito nas calçadas

ela mora em coimbra, portugal, e ele em chicago, stêitz. como expressão de amor, eles pintam coraçõezinhos usando pedras das calçadas da cidade lusa:

we´ve been able to maintain a long distance relationship for the past 2,5 years. since then, we continue to paint some of these hearts every time we are together in coimbra. what is interesting about portugal´s calçadas is that you can take a combination os a minimum of three stones and find the shape of an abstract heart form. the heart can grow by adding more stones to the original three.

mimo.

via wooster collective.



terça-feira, abril 28, 2009

skeletons



sexta-feira, abril 10, 2009

viva plato

pastevery single man has failed to keep her in love but him.

him, strangely. it happened so long ago with so much lust, connection, close encounters, sex. and all ceased to happen for both of them at the same time.

since then, all the others - dozens of boyfriends and husbands and lovers - they're all gone, even if part of her current life.

they´re all ex´es. he never was.

now, more than ten years since they last met, he facebooks her on her present time.

last week, having lunch, they silently decided that, despite of their mutual desire, they would keep it platonic.

maybe that's the kind of love that lasts forever.

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