cho-ki-ta com essa felina.
ampla repercussão no último mês. não sei por onde eu tenho andado, que só soube agora.
sinceridade? adorei. terrorisminho poético nesse povinho!
cho-ki-ta com essa felina.
ampla repercussão no último mês. não sei por onde eu tenho andado, que só soube agora.
sinceridade? adorei. terrorisminho poético nesse povinho!
diablo cody, stripper estadunidense que ganhou o oscar de melhor roteirista por "juno", revela em autobiografia suas dez músicas preferidas para se despir.
meu ranking, no entanto, teria cinco músicas - as demais cinco seriam eleitas pelo meu querido, que é 50% da história (geralmente as pessoas strippam para alguém, a menos que seja um episódio masturbatório). no momento seriam:
. "feeling love", paula cole
. "tight connection to my heart", bob dylan
. "fever", sara vaughn
. "sometimes salvation", black crowes
. "a kiss to built a dream on", louis armstrong
para a maioria de nós,mulheres, o problema não é bem o playlist mas a habilidade para tirar a roupa de forma efetivamente paudurescente. neste quesito, as strippers de antigamente dão uma surra nas atuais. nenhuma mulher até hoje superou esta performance de blaze starr, por exemplo.
não sabia que a disney contratava funcionários especialmente dedicados a apagar os seios de mulheres que desabotoam suas camisas na foto de uma montanha russa.
bem, fiquei sabendo agora. porque corre a notícia de que, com a crise mundial, esses funcionários foram todos remanejados para outras funções.
alegrem-se, crianças.
deu na página do cnn/ oprah: cada vez mais mulheres trocam seus companheiros por outras moças. há uma semana atrás, bebendo com amigas gays, pelo menos duas delas, recém-chegadas ao universo lésbico, falaram sobre o assunto.
sigo defendendo apaixonadamente os meninos de coisas como não há nada que um homem faça que uma mulher não faça melhor. é mais justo, com os dois lados, pensar em termos de sexual fluidity.
the new buzz phrase coming out of contemporary studies is "sexual fluidity."
(...)"we found that women's sexual desire is less rigidly directed toward a particular sex, as compared with men's, and it's more changeable over time," says the study's senior researcher, j. michael bailey, ph.d. "these findings likely represent a fundamental difference between men's and women's brains."
this idea, that the libido can wander back and forth between genders, diamond admits, may be threatening and confusing to those with conventional beliefs about sexual orientation. but when the women she's interviewed explain their feelings, it doesn't sound so wild. many of them say, for example, they are attracted to the person, and not the gender - moved by traits like kindness, intelligence, and humor, which could apply to a man or a woman.
most of all, they long for an emotional connection. and if that comes by way of a female instead of a male, the thrill may override whatever heterosexual orientation they had.
a íntegra aqui.
tweetei a respeito da artista plástica que pinta a si própria transando com presidentes estadunidenses, e não poderia deixar de postar no narghee-la. caco adorou o tweet e sugeriu que eu poste no blog do baixocalão.
portanto: justine lai fazendo sexo com os outrora homens mais poderosos do mundo, por ordem de mandato e em diversas posições. até agora ela deu até ulysses grant.
caco sugere ilustrar o post do bc com o fellatio de lincoln. tá lá.
don´t fail to see teaserama!
betty page, todo mundo conhece, morreu no ano passado. já tempest storm continua fazendo strip aos 80 anos.
blaze starr é um bônus trés paudurecente. atentos à rodada de bolsinha do início e o yes! yes! dos últimos segundos.
o clipe "people are still having sex", do latour.
have you noticed that people are still having sexall the denouncement had absolutely no effect
parents and councelors constantly scorn them
but people are still having sex and nothing seems to stop them
e eu achando que era do adamsky.
mil novecentos e noventa e um, minha gente. mil novecentos e noventa e um.
ying gao, estilista, é o criador da coleção walking city: vestidos que reagem eletronicamente a estímulos como ventos e proximidade.
não só as roupas são deslumbrantemente conceituais como também parecem ter vida própria - característica topíssima de arraso segundo meu código de estilo.
imagine-se conversando com uma mulher embrulhada no modelo proximidade. você chega um pouco mais perto dela e o vestido começa a gesticular sozinho, estabelecendo delicadamente uma nova distância confortável entre as partes.
ainda na linha don´t stand so close to me, há o bem menos amigável defensible dress. suas varetas móveis hostilizam. notamos a abissal diferença de sutilezas entre este e o desabrochar erótico do anterior.
já o vestido sensível a ventos é mais gutural. num momento parece que o coração quer sair do peito e no outro ele mingua de volta, como se nada tivesse acontecido. como comigo.
em 2007, o também estilista hussein chalayan levou às passarelas modelos luminescentes e que strip teasam sozinhos. note a praticidade: um sujeito pede um strip e nós, batalhões de garotas não dotadas de talento para desprender a liga da meia de rendinha ridícula, apertamos um botão mínimo e o vestido se despe sem que precisemos nos mexer.
talvez seja bom demais para ser verdade. talvez apenas geeks, amantes de chalayan e o robocop consigam uma ereção.
(não se o sex chip for largamente implantado no cérebro das pessoas.)