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segunda-feira, abril 03, 2006

HOMO LUDENS:

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new books. espero que muitas e muitas outras alegriazinhas por tocar!

menagemodular1.jpg
da esquerda para a direita: lucio k, letícia, eu, nix, dieguito e pcatran. fiquei meio anã porque flexionei os joelhos pra não ficar na frente do nix. o que não significa que eu não seja anã. na verdade eu sou a mais tampa da banda. e da família.



terça-feira, março 07, 2006

OH, MARIA!

Yoko, nós não estávamos sós:

Linda!
Sabe q eu tb tinha milhões e milhões de barbies, né? Meu pai foi um homem do mar e para compensar a ausência, trazia muitos presentes para compensar sua ausência. Os meus sempre vinham em forma de barbies e td que fazia parte do universo desta boneca. Eu até q gostava de todas, devia ser meio cafoninha, mas a que conquistava os corações dos meus Bobs e Kens era uma negra. Pense.... uma barbie negra! Eu não sei se já existem delas por aqui, mas na época era mega novidade. E minhas amigas olhavam para ela com um misto de inveja e preconceito. Mas eu a amava, e logo tratei de amarrar um pano na cabeça dela para fazer parcer um turbante. Naquela época maracatus, côcos, emboladas e folguedos ainda não faziam parte da minha vida, apenas o samba.
Mas meu coração já mostrava pelo que ele batia mais forte...
AH! E Enquanto as bonecas das minhas amigas eram denominadas de Jeniffer, Kelly e outros nomes americanizados, minha neguinha se chamava simplesmente Maria.
Temos muito mais coisas em comum do q imaginamos, não é mesmo Jojô?
Sempre q eu passo por aqui descubro algo.
Obrigado por vc existir. É uma pena q a gente tenha tão pouco contato.
Beijocas no seu coração.

Comentário que a Elis publicou sobre o post.

DE CARAAAAAAAAAA!



sexta-feira, fevereiro 17, 2006

DEFROST

Coisas assim reacendem um coração.

Obrigado, querido!

PS: outra aqui. as fotos são do nix.



quarta-feira, janeiro 04, 2006

THE VERY ENCHANTING NOISES OF DINOSSAURS

Nos encontramos de um dia pro outro, na verdade mais ontem que anteontem, mas como eu tava offline só vi este post-presente-de-amigo-secreto-digital HOJE, e perdi a oportunidade de dar um CHILIQUE de agradecimentos e fofuras pessoalmente.

PERDI!!!

E agora o Pterodáctilo comeu minha língua e eu não consigo dizer mais nada, mas Tiagón, assim que isso passar seu telefone vai RINGAR!



quinta-feira, dezembro 01, 2005

IMPERTINÊNCIAS: TRÂNSITO

Creditem a evento em Sampa minha sumida de uma semana. Glórias diversas à EMPRESA, esta GRANDE MÃE pilotada por papai.

Larga saudade da TERRA DA GAROA, que chegou a apontar dezoito graus no domingo e segunda-feira. Encontros com queridos locais, no entanto, marcaram NULO.

O tempo livre que não tinha foi arranjado na marra na tarde de terça, quando eu e Alê, nossa assessora de comunicação e mais nova SUPERFRIEND, fugimos escondidas até a Colcci do Morumbi Shopping, onde arrematei MIMOSO outfit para a NOITE.

No resto do tempo eu emitia dolorosos suspiros pela profusão de meias-calças brancas, calças de paletó emboladas sobre o sapato e outras GROSSERIAS do vestuário formal dos congressistas.

À noite, muito cansada e com disponibilidade de canais à cabo, aproveitei para reavaliar minha oposição radical à televisão. Com exceção do documentário sobre PRAIAS CARIOCAS exibido pelo GNT e programas tipo Vida Selvagem do National Geographic, continua tudo O APOCALIPSE DE MASSA.

Mesmo o tal documentário das praias não conseguiu tirar o GNT da liderança dos canais mais CONSTRANGEDORES da tevê paga.

E a MTV foi pro ralo mesmo, hein?

Mais de uma hora paralítica diante da televisão levou-me a agonizante crise de abstinência por BIKES SPÍNNICAS e FERRO, de modo que amarrei o tênis e adentrei a academia do hotel - missão prontamente abortada devido a densidade populacional de SERRA PELADA em sua ERA DE OURO.

Regressei ao quarto e apelei para SESSÕES DE POLICHINELO. Da próxima vez não esquecerei de incluir uma CORDA na mala.

Porque abrir os pulmões nas calçadas paulistanas com todo aquele gás carbônico, NEM PENSAR.

Mesmo assim eu adoro aquilo lá e ontem estava muito serena e contemplativa olhando a cidade passar pela janela do táxi enquanto ia da Vila Olímpia pro Brás em missão NARGHEE-LA para Folopo e Iuri.

Chegando na loja do turcão, imenso desapontamento: apenas três dos mais de quinhentos narguilés estavam disponíveis - e não eram dos mais bonitos. Então enchi a mala de sacos de carvão, shishas variadas e nova mangueira e parti pro aeroporto.

No vôo de volta o piloto deu um rasante sobre meu ENDEREÇO COMERCIAL para desviar do Pão de Açúcar e aterrissar suavemente no Santos Dumont.

Trinta e três graus na lata.



quarta-feira, outubro 26, 2005

SEMANA PASSADA



quarta-feira, outubro 19, 2005

CONHEÇA RICCARDO, O EGÍPCIO

egipcianrica.jpg

O Riccardo foi a Vivian quem achou. Ele também fugia do Chamado e estava sem rumo sobre uma tigela de açaí em Alto Paraíso. Eu e Carol levantamos do meio-fio, batemos nossos jeans vermelhos de terra e fomos ver qual era. Em cinco minutos ele decidia vir pra São Jorge conosco.

No primeiro momento achei que Riccardo era alcunha inventada pra cair no mundo, a exemplo da inglesa Nalini, que na real se chamava Nathalie, ou do velho Mote, oficialmente registrado como Patrick em algum cartório de Austin, Texas. Era um pouco decepcionante que Riccardo não atendia por nenhum Nassib ou Mohammed, a família preferiu honrar o avô italiano; mas Abd-El-Zob, o sobrenome, vá lá, satisfazia.

Bom mesmo foi quando sentamos no primeiro restaurante de São Jorge e ele começou a falar árabe com um gaúcho que havia comentado alto demais que morara no Cairo por alguns meses.

E melhor ainda foi escutá-lo revelar pormenores da tradição da narghee-la no Egito, dali engatando para um debate sobre a melhor marca de shisha.

Teve uma vez que choveu e todo mundo se amontoou no Maksoud Plaza que era a barraca da Letstellar e o atacamos de perguntas sobre o povo do Nilo. A família de Ricca era rica e ele aprendeu a história dos faraós igualzinho a gente aqui no Brasil, na linha da História Geral, porque quem tem dinheiro no Egito estuda em escola francesa e aprende a olhar seu próprio país com lentes de estrangeiro.

O ponto central era que Riccardo não parava uma porra de um minuto de cantar musiquinhas que aprendeu durante sua morada em Olinda; e quando ele sumia a gente preocupava, porque não existia um raio de um lugar em que ele não tivesse causado. O olho vermelho, arrumou no show do Chico César em Lençóis, quando um local disse que "não gostava de gringos" e Ricca, muito doce DE VERDADE, segurou o nariz do maluco e disse, "mas eu gosto de você!"

Foi JUNTADO.

De nossa posse e guarda, limitava-se a chutar a barraca do Folopo enquanto ele dormia lá dentro, jogar areia na cara de alguém ou puxar o meu cabelo. Nos revezávamos espontaneamente no tomar de conta dele; e ficamos secretamente tocados quando nos demos conta de que ele tinha a simpatia da cidade inteira.

Ele tinha uma sunga de macaco e se comportava como um símio eletrocultado.

Ele não usava xampu pro cabelo ficar duro pra cima.

Ele tinha um quê de NOWHERE MAN.

Ele nos chamava, as moças, de habibsis. E em troca o ensinamos a cantar a parte do "além de trabalhar como empacotadeira nas Casas Bahia".

Pela primeira vez desde que nos despedimos dele, recebemos notícias:

From: Riccardo Abd-El-Zob
Wednesday, October 19, 2005 1:01 AM
To: Joana Barata, Joana Coccarelli, Folopo Barbirato, Mônica Scofano, Letícia Gismann, Leticio, Tainá Del Negri
Subject: message from habibi your favorite egypcian monkey

eai BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!
todo bom?
finalemente sai de sao jorge... quasi um meis!! foi bom de mais, foi na todas as trilhas e encontrei muitas pessoas de todo o brasil!!!
mas con certeza voces foram a gallera a mais MANEIRA!!!
(depois de velho joe meu champion #1 of course)
to na brasilia na casa dum rapaz que me deu uma carona....very fancy stuff ...
vou pra ouro preto amanha ou depois d amanha... deveria chegar nou rio no comenco de novembro (e bom com voce habiba joana?? a hookah sera pronta pra o grande farao?)
Muitos beijos pra todo mundo, tem MUITO saudade de voces leimors!!
PS: cade as fotos, Foloco?? Joanna?? Monica? voces sao muito fuleiros!! ! Quero ver os tesoros de mea terra!!!
PPS: Vamos pra ilha grande quando vou chegar!!!!!!!!!!!! CHAMADO-DO-DO!!!!
1luv jah rastafari.

Prometi-lhe belewas e shisha de uva.



quinta-feira, setembro 15, 2005

SÉPHORA

Amanhã vôo com Vini e Letícia para Brasília e de lá mastigamos quatro horas de chão até Alto Paraíso; no sábado caminhamos cerca de 11 quilômetros mais mochilões até o pico exato do Chamado do Beija-Flor, onde armamos acampamento junto a Iuri, Folopo, Letstellar, Joana, Tainá e Vivian.

Uma vez nos domínios do evento desvendarei grande gama de incertezas sobre a comunicabilidade com o mundo exterior. Falam em estações de internet na área de Mídia Independente, mas tudo está sendo erguido a partir de doações então não há garantias. No começo de agosto, quando troquei e-mail com a organização, festejavam a cessão de computadores mas ainda lutavam por conexões.

Lindo porque a prática está em estrito acordo com a filosofia do encontro e eu não me satisfaria com menos.

Mas ficar lá sem contato com Feels será a AMARGA MISÉRIA.

Em observância à praxe familiar aplicada às ocasiões em que me dirijo a destinos remotos, mamãe ofereceu-me seu celular até o último minuto. Por Feels eu ignoraria meu desprezo pela telefonia móvel e sustentaria, feliz, o ridículo de carregar um para domínios rurais, mas as chances de ter sinal são praticamente inexistentes e menores ainda são as de disponibilizarem fonte para carregadores de bateria.

Em último caso percorrerei periodicamente as milhas necessárias até o primeiro telefone público dos arredores.

Enquanto isso seguirei sonhando secretamente em estar de novo com meu GRANDE AMOR.

Se as passagens não tivessem sido arranjadas pré-Feels, honestamente não sei se estaria indo. Porém.

1.
Pense num cruzamento entre Rainbow Family e Fórum Social Mundial, onde uma comunidade horizontal e auto-sustentável se engaja em agendas diversas: área de Mídia Independente, movimento do software livre, permacultura e meio-ambiente.

A cozinha é vegetariana só que um pouco mais radical, a idéia é que quase nenhum alimento seja levado ao fogo. Dia 22 será proposto jejum coletivo.

De São Paulo chega o Jardim Elétrico - pico da eletrônica de baixa moção -, onde assistiremos o dignificante duo Ethno Lyserge e Ethno Breath de belos harmônicos e efeitinhos.

Mas será no Puxirum indígena que minhas horas ociosas transmutar-se-ão em inesquecíveis.

E estou levando a KALIMBA.

Coisas não tão legais mas passáveis: excessivo credo no Calendário Maia (usar relógio pode ser perigoso); ausência de narguilés (uma prova de fogo).

2.
Se por glória divina os participantes tiverem livre acesso à internet, narghee-la será atualizado live from High Paradaise. Mas é mais provável que as atividades permaneçam suspensas até a primeira semana de outubro.

3.
Que Alto me eleve.



sexta-feira, setembro 02, 2005

Em consonância com os mistérios da lua escorpiônica de Fla e a imprevisibilidade de meu ascendente aquariano, o apoteótico Two Virgo Hotties foi TRANSFERIDO PARA AMANHÃ, quando a Fosfobox nos brindará com line-up que inclui ninguém menos que o mestre-dos-magos MAU LOPES e Schild.

O warm-up começa um pouco mais tarde, à meia-noite - assim que eu e Feels regressarmos da primeira fritação da noite: "Um Circo de Rins e Fígados" do Gerald Thomas.

VAMOS COM DEUS.



sexta-feira, agosto 05, 2005

KEEP THE FAITH, SISTER...

Flavia.jpg

... ENJOY THE SHOW

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