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terça-feira, novembro 11, 2008

as pequenas alegrias da vida

pesquisadores descobriram que não importa o grau de felicidade que uma experiência tenha proporcionado, um sujeito jamais se torna permanentemente mais feliz ou triste depois que ela passa. essa capacidade de responder a novas circunstâncias emocionais e depois de um tempo voltar ao mesmo estado de humor é conhecido como hedonic treadmill.

mas para o cientista daniel mochon e colegas o acúmulo de pequenos eventos positivos pode aumentar o grau médio de felicidade das pessoas. ou seja, grandes arroubos não fazem diferença no final das contas, mas várias pequenas alegrias podem elevar seu nível natural de satisfação pessoal com o tempo.

"improvement may not come from major events such as winning the lottery, despite the seemingly life-changing nature of such examples. rather it seems like the key for long lasting changes to well-being is to engage in activities that provide small and frequent boosts, which in the long run will lead to improved well-being, one small step at a time."

via bps.



segunda-feira, julho 14, 2008

klímaxx

vamos a onze graus na próxima madrugada!



quarta-feira, junho 25, 2008

obama´s preach

a idéia de chegar perto de uma urna em dia de eleição me faz vomitar. talvez eu consiga abrir uma exceção pro gabeira, depende de como eu acordar no dia. apesar da aversão natural por políticos, nutro firme simpatia por barack obama - sobretudo após o brilhantismo do videozinho repercutido pela comunidade dawkiniana deus, um delírio:

depois dessa, as chances dele devem ter despencado. sad but true.



quarta-feira, junho 18, 2008

spaced out

tenho vontade de adesivar uma cópia extra-large dessa capa na parede da minha sala - ou, quem sabe, do conteúdo do livro. spaced out - radical environment of the psychedelic sixties traz cerca de 450 fotografias e ilustrações do design, arquitetura e cultura visual inspirada pelo lsd até então inéditos.



quarta-feira, maio 21, 2008

um artista no ninho

o lirismo do depoimento dos passantes. oh!

via tiagón.



quinta-feira, janeiro 31, 2008

marco livros com cartões de visita
e
entradas para shows já assistidos

release restraint.jpg

teria sido oportuno
se the god delusion
não fosse deus, um delírio*
mas uma ilusão
só para não deixar dúvida
que delírio-êxtase
é patologia
na terra dos ateus

não largo mais
e ontem passei por crente na rua,
dessas carolas de bíblia na mão
quando em verdade e verdade
vos digo:
é o grande testamento
dos céticos
é einstein
nas alturas

when one person suffers from a delusion, its called insanity;
when many people suffer from a delusion, its called religion.

* de richard dawkins, cia das letras



segunda-feira, setembro 12, 2005

NO PAPEL

Vai lá na página A23 do Jornal do Brasil de hoje e dá uma olhada na coluna Conexão Blogger, do Cid Andrade: tem Verbeat e narghee-la.

Ou então aqui.



quinta-feira, agosto 11, 2005

Necessidade de falar sobre ALL IS FULL OF LOVE, o clipe.

Facílimo encontrar os DVDs live da Björk por aí mas o de vídeos me custou mais tempo que Yellow Sub.

Até "Bacherolette", as imagens pretendem comicidade em Björk e isto eu condeno. É como se o resto do mundo ignorasse que Björk não é cômica, mas PUNGENTE, e que a abordagem deveria ter sido totalmente outra. Mas acho que na época ela era garota e tava se divertindo com o misunderstanding, e de qualquer forma "Human Behavior" e "Hyperballad" não deixam de ser PÉROLAS.

Felizmente, a partir de "Hunter" a estética começa a pender pro anormal, culminando com o spunk punk violento "Pagan Poetry", que não me deixa ir adiante com maiores classificações. Manifesto apenas que os clipes da segunda metade da carreira dela me são drástica e subliminarmente inspiradores em numerosos aspectos - os jactanciosos incluídos.

E de todos eles é "All is Full of Love" que mais me chama.

Atende por DEUS o diretor Chris Cunningham, que colocou dois robôs Björk numa mesma sala de reparos japonista para se apaixonar. Tocam-se e beijam-se de maneiras que muitos humanos desconhecem.

robots.jpg

Incerto se foi mera coincidência eu ter relacionado os versos da música ao aprendizado de Vêdanta nesta matéria de anos atrás.

Bisonhamente, após ter revisto o clipe umas catorze vezes na noite de ontem, saiu uma musiquinha muito doida da minha boca quando fui pegar água na geladeira, e imediatamente anotei com lápis conté:

I´m oh so happy I could fly
Even with my superbelly
I could hang around the moon
Like a mother spaceship craft

Não me pergunte como nem por quê.



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