a terra é tipo um condomínio onde cada país é uma casa e cada pessoa é (ou deveria ser) o síndico de si próprio.
e o porteiro mandavisar: economiza, porque vai faltar água.
a terra é tipo um condomínio onde cada país é uma casa e cada pessoa é (ou deveria ser) o síndico de si próprio.
e o porteiro mandavisar: economiza, porque vai faltar água.
outro dia tinha um carro estacionado perto de um canteiro. era um carro mais ou menos velho mas não estava abandonado. da última vez que passei por lá não havia carro nenhum. mas de alguma forma um raminho realmente polpudo e autoconfiante conseguiu dar um jeito de nascer no metal entre o paralamas e a porta do carona e continuava ali, mesmo apesar das prováveis voltinhas que o carro deu. ou é um raminho que cresceu e criou folhas em questão de horas, e será destruído assim que o carro andar, ou que resiste à sua velocidade. de qualquer forma é um raminho que ignorou o arrojo das invenções humanas e resolvi escrever sobre ele aqui.
além do meu nascimento, em 76...
... a band of architects, community activists and volunteers - some of whom had to be plied with beer, one activist recalls - managed to equip a five-story apartment building at 519 e. 11th st. with solar panels and a 40-foot windmill. the solar panels heated the building's water, and the 2-kilowatt windmill, hooked into the main electric grid, powered the lights in the hallways and lobby - a move that simultaneously conserved energy and unnerved con edison, architect travis price recalled.
"we wanted to show that renewable energy could work in an urban scenario", said price, who now works in washington.
tá?
e só semana passada o prefeito bloomberg sugeriu que moinhos de vento poderiam ser instalados em topo de arranha-céus em manhattan.
via ny post.
e os designers de hoje em dia, também de olho no futuro, dão um parecer mais realista sobre onde vão parar nossas cabeças daqui a algum tempo.
não é dentro de um capacete espacial.
estaremos mais para híbridos aquáticos.
faz sentido. as baleias já foram quadrúpedes terrestres um dia.
(what a happy encounter. if you think this foggy phrase above as polution clouds, it really matches the purpose of the image of the post below. it would look like the fella is masked because of the sayings of this post here. and yes, he´d surely be thinking from humans better than for them. i actually do, too.)
(and all the other beings would go like this.)
é claro que um dia ia acontecer da população humana exceder a capacidade de produção de alimentos no planeta. a alta/ falta de comida que marcou a economia mundial no primeiro semestre não indica outra coisa.
então os estadunidenses, todos cancerianos de pátria - 4th of july -, começam a elocubrar alternativas para aquilo que mais temem (falta) do que mais amam (comida). o resultado é uma ampla discussão sobre pombos como prato principal. sim, ratos de asas no seu prato.
aqui no rio os pombos são meio magrelos mas em são paulo, onde são grandes como chésteres, pode ser uma saída.
cuore mio estava em veneza semana passada e poderia nos dar um parecer sobre se os locais ficariam chateados em abater um dos mais folclóricos personagens da piazza di san marco.
pombos são praticamente impossíveis de eliminar porque se reproduzem muito rápido (literalmente!) e se alimentam do lixo das grandes cidades. entra a cadeia verde: como eles comem os restos de nossa comida; seus excrementos servem para plantar mais comida; e eles próprios poderão se tornar comida, nenhum deles precisa ser branco para simbolizar a paz.
de nossos estômagos, pelo menos.
nem sempre.
o designer john thackara colocou em prática uma dessas coisas que todos nós, pessoas que gostariam de fazer a diferença no pesadelo ecológico em que vivemos, já pensou em fazer:
i recently received an invitation to discuss design and development with a wonderful group of design peers in a beautiful location. but i have decided to decline the invitation. why?
it is my growing conviction that, as designers, we can usually do more good in our own backyards than in foreign parts. it is, in principle, great that many colleagues donate their time and expertise to projects such as $100 laptops, emergency shelter, and mobile hospitals. but i can't get it out of my mind that i personally, along with most other us or european citizens, emit as much co2 in one day as someone in tanzania does in seven months. and if i go as a tourist, even an eco one, i'll use as much water in 24 hours as a villager who lives there, uses in 100 days.who needs whose help here?
a íntegra no design observer.