doo da lah doo. sempre canta desse jeito. acho feio. acho bordão. sabemos que saiu dela mesma e portanto é criativo, sei, mas nem é. é booba lah boosh de divin(h)a americana anos cinqüenta. mas todo mundo cai. e acham-na o supra-sumo do appeal.
outra noite sentei no meio-fio em frente a uma bodeguinha mais humana e então sim, ferocia fierce. bebona na alcova dos cigarros & drinks. bem-feitos os copos em pocilgas assim, quase toda vez. daí nem digo que arrisquei um blood mary, bebida de puta, porque veio bom mesmo. depois trouxeram scotch com licor de menta, bubaloo e o caralho.
fiz bola de chiclete. fierce entoou um superspuma, em seguida outro, uma oitava acima. fierce com o lápis de olho já no queixo, um peito desgarrado quase saindo pela lateral da alça. doidaraça. um garçom ajeitou o casacão de veludo cotelê com gola de penas d´angola sobre seus ombros. fierce calçou o sapato descalçado e saiu enterrando o salto na junção das pedras portuguesas.
descasquei a ponta de meu esmalte preto pra prestar-lhe dignidade
