absolutamente michel gondry discotecando logo mais no clube secreto. abravana, bee!
categoria ~ çampa
e são paulo hein? #*&%@!!!
gatos gigantes serão expostos em são paulo
gatos gigantes da raça maine coon serão expostos neste final de semana (31 e 1º) em um pet shop em são paulo. na exposição terá gato com 1,05 metro e nove quilos. o evento deve contar com dez animais da raça.de acordo com glória linares, vice-presidente da associação da raça maine coon no brasil (amacoon), esses gatos são de origem americana e o tamanho deles varia de 90 centímetros a 1,2 metro. o peso pode chegar a 12 quilos. eles crescem até os quatro anos de idade. "apesar de ter um aspecto selvagem, eles são animais muito dóceis", garante glória.
como são maiores, os maine coon também comem mais, cerca de 100 a 120 gramas de ração por dia, segundo glória. gatos de outras raças costumam comer de 50 a 70 gramas. filhotes da raça vendidos no brasil custam cerca de R$ 2 mil.
- via oglobonline.
só çampáulo mermo, né? civilizassãh.
certo, agora vamos rir da situação.
não satisfeita em me fixar residência no rio de janeiro, a grande ordem cósmica assinou meteorologicamente minhas lamúrias de aeroporto. após decolar de uma formidavelmente chuvosa, fria e cinzenta são paulo e desviar de aterrorizantes nimbus no céu, entramos na atmosfera límpida e ensolarada do rio.
ora, que piada.
a manobra para pouso foi tão rasante que eu conseguia ver a marca da sacola de supermercado que flutuava na baía de guanabara. poluição por poluição, prefiro a do tietê. me irrita sobremaneira o rio de janeiro ter conseguido esgotisar um cenário tão mais belo, amplo e selvagem.
não obstante, fazia sete graus a mais que em sampa. existia aquela luz doirada de fim de tarde, com direito a raios fúlgidos e cenários fotográficos na aterrissagem.
voltando para casa, pela praia do flamengo, o momento soslaio do auto-desprezo: vá lá, olha o pão de açúcar. olha o corcovado do outro lado. a despeito do risível estilo de vida aloha rico de souza local, talvez eu possa vir a valorizar todo o potencial do rio.
se um dia eu estiver morando em são paulo. :P
carioca, interrompida
lá vem meu avião. vão conectar a sanfoninha à porta, e resmungo por dentro. no almoço falaram sobre apego - coisa que nunca foi muito minha, meus leitores de longa data o digam. mas admito, entre os trapos molhados deste momento: se existe algo que demais me aborrece, esse algo é deixar são paulo. eis a hora em que as memórias do que já vivi aqui ganham vida, ressuscitam para acontecer todas uma em cima da outra novamente. minha fronte se franze como se eu estivesse cancelando uma história ao meio. sempre estou inacabada quando saio daqui. barganhando amor por raízes.
já estive em algumas partes do mundo mas só aqui estou adequada. é a paz da conformidade. no alto-falante eles dizem "...com destino ao riu de janeiro". eu moro é no riu.sou aquelazinha que vive em paz com o cara errado, no aguardo da hora de largar tudo para viver uma paixão de anos. declaradamente. por menos possível que ela seja.
- aeroporto de guarulhos, 20/02/08
2morrow, i luv yah
noon: olivia for lunch.
nite:

{museu.da.língua.portuguesa.}
e eu ali sozinha
um pedaço de ponto-e-vírgula
AINDA AQUI NO JORNALEIRO, MAS SÓ EM BREVE
K, a trimestral da Palomino.
Festinha de lançamento logo mais em SP.
Logo mais em SP também seremos eu, Feels e Mitroca - todos no mesmo vôo.
Amanhã busco minha tanpura nova e faço clássica visita ao turcão do narguilé.
Sábado teremos Mau Mau na D-Edge.
Domingo trago meus restos de volta.
IMPERTINÊNCIAS: TRÂNSITO
Creditem a evento em Sampa minha sumida de uma semana. Glórias diversas à EMPRESA, esta GRANDE MÃE pilotada por papai.
Larga saudade da TERRA DA GAROA, que chegou a apontar dezoito graus no domingo e segunda-feira. Encontros com queridos locais, no entanto, marcaram NULO.
O tempo livre que não tinha foi arranjado na marra na tarde de terça, quando eu e Alê, nossa assessora de comunicação e mais nova SUPERFRIEND, fugimos escondidas até a Colcci do Morumbi Shopping, onde arrematei MIMOSO outfit para a NOITE.
No resto do tempo eu emitia dolorosos suspiros pela profusão de meias-calças brancas, calças de paletó emboladas sobre o sapato e outras GROSSERIAS do vestuário formal dos congressistas.
À noite, muito cansada e com disponibilidade de canais à cabo, aproveitei para reavaliar minha oposição radical à televisão. Com exceção do documentário sobre PRAIAS CARIOCAS exibido pelo GNT e programas tipo Vida Selvagem do National Geographic, continua tudo O APOCALIPSE DE MASSA.
Mesmo o tal documentário das praias não conseguiu tirar o GNT da liderança dos canais mais CONSTRANGEDORES da tevê paga.
E a MTV foi pro ralo mesmo, hein?
Mais de uma hora paralítica diante da televisão levou-me a agonizante crise de abstinência por BIKES SPÍNNICAS e FERRO, de modo que amarrei o tênis e adentrei a academia do hotel - missão prontamente abortada devido a densidade populacional de SERRA PELADA em sua ERA DE OURO.
Regressei ao quarto e apelei para SESSÕES DE POLICHINELO. Da próxima vez não esquecerei de incluir uma CORDA na mala.
Porque abrir os pulmões nas calçadas paulistanas com todo aquele gás carbônico, NEM PENSAR.
Mesmo assim eu adoro aquilo lá e ontem estava muito serena e contemplativa olhando a cidade passar pela janela do táxi enquanto ia da Vila Olímpia pro Brás em missão NARGHEE-LA para Folopo e Iuri.
Chegando na loja do turcão, imenso desapontamento: apenas três dos mais de quinhentos narguilés estavam disponíveis - e não eram dos mais bonitos. Então enchi a mala de sacos de carvão, shishas variadas e nova mangueira e parti pro aeroporto.
No vôo de volta o piloto deu um rasante sobre meu ENDEREÇO COMERCIAL para desviar do Pão de Açúcar e aterrissar suavemente no Santos Dumont.
Trinta e três graus na lata.
NARGHEE-LA 2.0: ROSÉ Ei-la alta,
NARGHEE-LA 2.0: ROSÉ

Ei-la alta, pesada e dourada. Praticamente um CASTELO BIZANTINO.
Test-drive no terraço do Sallun ao som de Habib Abou Khalil à luz de vela e lua: era como VOAR em NUVENS SABOR UVA. A fumaça nublava BELAMENTE o interior da garrafa furta-cor; não mais que uma delicada aspirada e as pleuras eram suavemente defumadas.
Mesmo o gigantesco modelo giratório de quatro mangueiras do lounge de sábado não me impressionou. Eu tenho a NARGHEE-LA DOS SONHOS.
O ABRE-TE SÉSAMO fica no Brás, equivalente paulista do SAARA. A rua é Julio Ribeiro, o número era pra ser 66, mas chegando lá você descobre que 66 não existe e vai perguntar pro maluco do 44 onde é que fica, ele vai apontar pra uma loja apinhada de coisa do outro lado da rua e você vai exultar. É um OÁSIS pilotado por um SÍRIO que mal fala português, oferece jujubas NABABESCAS e vende um quilo de carvão cilíndrico a R$15, caixa grande de shisha pelo mesmo preço (R$10 a menos que em outros lugares) e R$3 a pequena. Juntei de coco, cereja, jasmim, manga, uva e maçã, mais uma de limão que vem numa latinha ÜBERHYPE. Tudo importado, mas no final ainda ficou mais em conta que o preço do meu ex-narguilé - também conhecido como narguila-piloto, 1.0 ou azulzinho, CROMATIZANDO com os olhos da Flavia, a nova proprietária.
Eu disse que morava no Rio de Janeiro e pedi um embrulho à prova de viagem. Olha só o que ele usou:

UMA SAIA PARA COMBINAR

Só que tem que é JAPONESA.
Arrematada PROFETICAMENTE um dia antes por R$12 no brechó do IDCH.
O espaço é um GRÊMIO ORIENTAL que pergunta nome e SIGNO para anotar na cartela de consumação.
Respondi CÚSPIDE LEÃO-VIRGEM.
O cara quase caiu da cadeira.
Não tem BADABAUÊ páreo pra mim, MALANDRÃO.
