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quarta-feira, julho 01, 2009

jeremy scott para adidas

jeremy scott for adidas



quarta-feira, junho 24, 2009

ariana page russel

morning_glory

é raro mas acontece: uma mulher que consegue ver arte em suas imperfeições. ariana page russell tem um problema chamado dermatografia, onde o menor arranhão vira um relevo avermelhado que dura meia hora. com base nisso, através de fricções ou pressionando tecidos bordados sobre a pele, ela "estampou" o próprio corpo e o fotografou, criando a (literalmente) impressionante série skin.

a body becomes an index of passing time. skin reveals how bones shift, muscles loosen, freckles and wrinkles form, and bruises appear. i am interested in this as a fashion of skin, including the way a blush decorates one's cheek, freckles form constellations on an arm, or hair creates sheen on skin's matte surface. skin also protects us while revealing internal emotions, offering a translucent space for adornment.

outra expressão de sua "fashion of skin" é a série dressing. destaque para a peça "morning glory" acima, feita com inkjet de diferentes tons de vermelho.



terça-feira, junho 23, 2009

trigonometrias afins

isadivinha se eu usaria os vestidinhos da coleção "chrystallographica", da estilista russa irina shaposhnikova. se ainda existe alguma dúvida, recomendo a leitura deste e deste post.

gosto de roupa-farsa. pense björk. uma roupa que nos transforma em imaginação. quão mais atraente é uma pessoa metade real, metade arte. a escultura viva que não se pinta de branco e paralisa, mas que passeia e movimenta as glórias do tecido na forma excêntrica.

notamos que shaposhnikova segue, a seu modo criptonita, a forte tendência internacional da roupa superestruturada, que encontra em balenciaga e calvin klein (oi?) seus expoentes maiores.

é alexander mcqueen fazendo escola. extravagantes do mundo, unite and take over!

confira o vídeo promocional e o desfile.



quinta-feira, junho 04, 2009

lipstricky two - the day after

superstay lip color da maybelline, anotem aí. não sai comendo, bebendo nem beijando. não sai com demaquilante comum nem com banho. é maquiagem definitva.

ou quase. acordei esta manhã sem traço do batom. parece até que depois de dezesseis horas ele sai sozinho da boca, como num modo self-erase.

estou maravilhada, e o namorado ficou sem nenhuma manchinha.



quarta-feira, junho 03, 2009

lipstricky

kiss meuma das minhas grandes frustrações cosméticas recai justamente sobre o ícone maior do embonecamento feminino: o batom. nunca tive problemas com blush, sombra ou lápis de sobrancelha; rímel, então, é meu melhor amigo de infância. batom, logo ele, é uma desgraça.

batons não gostam de mim. se é forte, mancha meus dentes; se é gloss, escorre pra fora da linha dos lábios. de um jeito ou de outro, jamais duram. sem contar que, dentro de uma infinita cartela de tons e sub-gêneros de luminosidade e transparência, são pouquíssimas as cores que me agradam.

outro fator que agrava esse meu já pouco afotunado viés da beleza são os homens. é totalmente impossível usar batom quando se está namorando. sempre acho que mulheres que passam festas acompanhadas pelo amado e permanecem de batom estão atravessando problemas no relacionamento. ou conseguem resistir ao beijo do parceiro, algo que me é impossível. ou estão tão preocupadas com o visual que retocam o batom após cada beijo (indicador de que, em compensação, não estão nem aí pra aparência do cara, que quase sempre fica parecendo o bozo).

mas talvez minhas agruras tenham chegado ao fim. neste exato momento experimento uma tecnologia que garante dezesseis horas de batom sem sair de cima. o que significa que ele vai estar lá quando encontrar meu amor para um filminho mais tarde, e que lá permanecerá mesmo após as centenas de beijos que pretendo dar nele (sem manchar sua irresistível pele morena).

estou confiante porque o tal batom envolve um excêntrico modo de aplicação. primeiro você espalha a cor nos lábios, que está numa das extremidades de um bastão. parece mais uma tinta do que um batom propriamente dito. então você precisa esperar dois minutos para secar. seus lábios repuxam um bocado, mas logo é o momento de passar o conditioning balm da outra extremidade, que não é nada mais que um chapstick/ nivea lip care.

o lance mais ou menos chato é que os estandes de maquiagem da maybelline nunca têm provador, então escolhe-se a cor meio que à base da tentativa e erro (um tom pode se transformar numa coisa completamente diferente junto à pele). de modo que, no momento, estou presa a um vinho fechado, apesar do meu outfit violeta.

o tal do batom não sai mesmo.

stay tuned.



segunda-feira, junho 01, 2009

hipster é o novo emo

se liga nisto. é tipo uma katylene do hype!

febre da net.

via gorgeous jojo.



segunda-feira, junho 01, 2009

beijos, me lissa

o único contra de uma sapatilha melissa é que ela estraga o esmalte do dedão: o atrito do plástico contra a unha tem efeito de algodão com acetona. isso se torna um big no-no quando se usa cores fortes no pé, que acontece de ser o caso do meu onipresente "black" da colorama. então eu sempre tenho um vidrinho do esmalte de prontidão na pia do banheiro, porque retoques são recorrentes. penso em desenvolver um tipo de meia que cubra apenas a ponta dos dedos; penso em proteger o dedão com esparadrapo. talvez não seja boa idéia, já que o modelo que uso é o ultragirl, aquele com um furinho na frente, e pode aparecer. o que nunca, nunca passou pela minha cabeça é deixar de usar melissa. sobretudo quando se tem joanetes iguais aos meus, que são comumente massacrados em calçados de couro.



sexta-feira, maio 29, 2009

mais anos 90 na moda:

bermuda ciclista, que comandava o outfit das dançarinas dos clipes do mc hammer e suas calças saruel. como o próprio style copycat diz, é um modelito pouco democrático: apenas mulheres longilíneas de perna fina ficam bem. as um pouquinho mais gostosas já caem no vulgar.

mas a alta moda taí pra isso: pra excluir a maior parte dos mortais do clubinho das tendências. e viva a sônia, minha costureira.

a boa notícia fica por conta do regresso das bandage skirts: comprei a minha, preta, no começo dos 90 na ecletic (rysus) e, intuitivamente, nunca joguei fora. sempre achei que ela tinha um quê de clássico. se bobear é a peça mais antiga do meu armário.

sem saber do retorno, há algumas semanas tirei-a do cafofo das roupas datadas e usei-a depois de muitos e muitos e muitos anos - por baixo de um sobretudo. um lance short skirt, long jacket.

curti.



quinta-feira, maio 21, 2009

vestido d´angola

babydress

aproveitando para comunicar que carregamos cinco novas cool.agens no flickr.



quinta-feira, maio 07, 2009

don´t and do

outro aceno assustador da moda é o regresso ao blazer/ paletó de manga arregaçada. junta isso com uma saruel e joga no meio do atlântico, por favor.

pelo menos parece que salto alto com meia soquete está voltando. lembra madonna em borderline.

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