chega a ser ridículo. o quanto me apego às minhas colagens assim que elas nascem. é um tanto ao contrário da depressão pós-parto, eu as amo e as quero comigo; só mais tarde, dias, semanas, meses depois é que posso passar a não me importar mais tanto com elas. aconteceu com várias. principalmente com as mais antigas, as primogênitas, as mais velhas. talvez porque eu tenha mudado e então parece que nem fui eu quem as pariu. mas continuo com elas, como que por responsabilidade parental - mesmo que no fundo esteja pronta para entregá-las para adoção.
terça-feira, outubro 07, 2008
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