essaí? essa quer estampa - a que você puder dar pra ela. tem erro não, vai chegando. e mais, sagaz: ela te chupa o sobrenome, senta na tua grana, fica de quatro pela tua fama. e te ama do jeito que você é. se você for um abramovich, mick jagger ou brad pitt.
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o nascimento da vênus elecedê.
pixeliza o fundo
da praia de silício,
investe na espuma,
hard discs de ouro.
faz do pássaro cisne,
soulseeker do abismo marinho.
sem se esquecer da onda de madeira
que em computador não se usa,
só em mesa
e cadeira.
tem mousepad sobrando?
mouse é pouco pra psichokiller.
pad pra alguém condenar.
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quanto vale o show? quanto vale o show do artista que nunca desce do palco, nunca se humaniza, e a faz acreditar na ficção? vale nada o filme do ridículo, dança do acasalamento devassada em paixonites já centenas de vezes sentidas. quanto vale a comida? e a marmita de calcinha rosa da curta temporada? ela é a sua platéia, homens, mulheres - espectadores - tratados como vagabondage. só engana otária, picareta.
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era moça
analógica.
chegou portal,
tá tecnológica.
(vive em flash, sonha em dreamweaver).
já não sabe quem é,
mas diamantes
é o que ela não quer.
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chora corno, comedor de cobra: eretas setas espiraladas pra enterrar em rolha, abrir champagne, roubar borbulhas do mar mais superostra, grandes lábios-vagina que sereia não quer dar, você se contenta com flores?, as flores tropicais de chifres como os teus - pois na verdade, na verdade mermo tu ta é chateado, tu queria era teus chifres cravados no próprio rabo.

Acho que Bukowski teria gostado de ti.
o que posso dizer, alucinantes as colagens e os textos transformam às transformam em personagens apenas teus, coloca as imagens com seus textos em sequencia e vc tem um quadrinho psicodélico soh de splash page e transições non-sequitur!