vai do hilário ao apavorante.
um caso extremo aconteceu numa cidade da tanzânia, áfrica, quando uma garotinha contou uma piada a outra na sala de aula. qualquer que fosse o enredo do chiste, a ouvinte abriu uma gargalhada. a gargalhada não parava. então outra garotinha começou a gargalhar, e depois outra. e outra. e outra.
num período que durou de algumas horas a dois dias, as risonhas contaminaram suas famílias. o diretor da escola não sabia o que fazer, os médicos não faziam idéia. a escola fechou por tempo indeterminado.
as risadas não eram engraçadas: pareciam com as de vilões em filmes de terror, davam arrepios. então a coisa começou a se espalhar e chegou na cidade vizinha, e depois noutra, a 20 quilômetros do epicentro da doideira.
após assaltar um grupo de pessoas, as gargalhadas desapareciam depois de alguns dias. durante o período, as vítimas riam continuamente; quando cansavam, choravam de agonia. e logo tornavam a rir.
uma vítima da cidade de tanganyk disse ter visto a epidemia se espalhar ao redor dele. atingindo um vizinho após o outro. então trancou-se em casa, mas logo começou a sentir um desejo incontrolável de rir. começou a chorar e, é claro, gargalhou a noite inteira sem parar.
embora o caso africano seja superlativo, pesquisadores dizem que o fenômeno é muito mais freqüente do que se imagina, e é tão poderoso que simplesmente não o notamos ou não entendamos como ele nos controla.
torcidas em estádios de futebol, picos em shows de rock, time de pesquisadores prestes a fazer uma descoberta, eleitores em época de votação - tá tudo explicado.
:D
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