segunda-feira, junho 27, 2005

A parca luz que reflete

A parca luz que reflete as gotas da profecia depois que você se desdobrou de cinza em prisma - o importante é que não asfaltem a rua, há os medos que se entregam para serem anulados pelo vento e só sobrou lugar para o novo, daqui por diante, gatilho puxado sábado à noite com projétil lunar acertando minha cabeça a quarenta minutos do nascer do sol de hoje. Já estava tudo armado às costas intactas do nascimento, eu desci dos meus sapatos divertidos e disse, e então, terráqueo? Foram dracúleos oceanos de tempo até chegar ao princípio fundamental e eu sempre tão hesitante diante do óbvio, convença-me melhor, que eu saque minha pinça e fira a placenta que me impede, ovo, tétano e qualquer má notícia inerente a uma transcendência. Doméstico, não, domado, jamais; nem precisa, nos deram a lava que ascende e queda bela no auge de uma torre flamboyant.

Tem gente que passa uma vida esperando por isto.

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Esta página contém um post de joana publicado em junho 27, 2005 10:05 AM.

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WORDS ARE USELESS - SPECIALLY SENTENCES é a próxima postagem.

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