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maio 23, 2006

Rio de Janeiro, now

Rio de Janeiro, now


Chove-se.

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Sobre isso, o melhor diálogo da semana. Quer dizer, foi quase um monólogo. Com a palavra, meu interlocutor:

- Esse tempo aí, vou te dizer o que é. Antigamente o celular era um tijolão, falava bem... agora, são esses pequeninhos que tiram foto, tem joguinho, mas falar que é bom, nada. E vai fazer o quê? Se tu tá no baile e tira um tijolão do bolso, as meninas já nem querem saber, te olham meio torto. Aí os homens ficam enchendo de satélite o espaço, pra falar, pra comunicação, internet. E aí, pronto: fura toda a camada de ozônio. E pega quem? Pega os cara lá na Ásia, com tufão, maremoto, aquele negócio que destruiu tudo.

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Pouco após este evento, meu celular tornou-se vítima de um alagamento no canto onde eu o havia deixado. Prova empírica de que chuva e telefonia móvel estão intrinsecamente conectados.

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Devo minha prolongada ausência à Vírtua, que me deixou a ver navios por uns bons quatro ou cinco dias.

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No próximo capítulo eu lanço meu projeto social de replantar o Coqueirão em Ramos.

Posted by sergiom at maio 23, 2006 4:01 PM

Comments

desculpas desculpas e mais desculpas...

ninguém assume sua parte na grande culpa

Posted by: bp at maio 28, 2006 1:14 AM

Experimente vestir o próximo celular com uma camisinha em dias de chuva.

Posted by: Viva at maio 24, 2006 9:01 PM

eu tb detesto o virtua!

Posted by: tati at maio 24, 2006 4:45 PM

"baile"?

Posted by: tiagón at maio 24, 2006 9:02 AM

se o celular traz a chuva, posso concluir que foi ele quem destruiu minha bota hoje?

Posted by: vivs at maio 23, 2006 6:32 PM

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