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Imagem bacana do dia:

(do http://popculturesafari.blogspot.com/)

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Dê um bizú no Portal CentroAmericano de Cine, Video y Animación. Me parece coisa boa.

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Pois sexta passada fui parar no Fashion Rio para conferir a expo da Ipanema Rio por Oskar Metsavaht e acabei... mostrando todo o meu estilo de chapéu panamá genérico e câmera analógica na mão. Se quiser pular direto para os 2 minutos e 39 segundos do vídeo, conferir meu look tendência e rir da minha falta de naturalidade na frente de uma câmera, sinta-se à vontade.

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Last but not least, um site inteiramente dedicado aos filmes B.

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Já viu 'One eyed monster'? Ron Jeremy, célebre ator de filmes pornô, é atingido por um raio que faz com que seu falo descole de seu corpo e saia por aí, MATANDO geral.


edificante, eu diria

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Lounge deseja a vocês uma boa semana e, a Hebe Camargo, uma boa recuperação!

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- Conhece alguém que escreva sobre sexo?
- Eu, ué.
- Tá a fim de ler 'A Outra Vida de Catherine M.'?
- Manda! Livro nunca é demais.

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"Pandora engoliu em seco. A rigidez do corpo dele contra o seu era quase insuportável de tão boa... Nunca se sentira tão feminina antes.
Não demorou e experimentou, com uma intensidade espantosa, todas as curvas de seu corpo, os seios, as nádegas, as coxas, sendo acariciadas por ele. A penugem do peito moreno roçava seus mamilos intumescidos, dando-lhe arrepios.

(...)

Desceu mais um pouco e passou a explorá-la nas partes íntimas. Pandora gemeu ao sentir que ele a penetrava com um dos dedos e a massageava por dentro. Recostou a cabeça no ombro largo, entregando-se. As sensações eram inacreditáveis".

Catherine Millet escreve livros adultos, definitivamente adultos, mas essa putaria toda aí em cima foi, na verdade, extraída da pepita de ouro literária 'O Príncipe do Deserto', de autoria de Iris Johansen, publicada pela milenar coleção de romances Sabrina. Não espere ler sobre sexo em 'A Outra Vida de Catherine M.', cuja autora fala, no máximo, em fornicação. Para ler sobre movimentos sensuais e membros rígidos pressionados contra coxas roliças, favor se dirigir à banca de jornal mais próxima.

Por consideração a Catherine Millet, torço para que, apesar do tom autobiográfico de seu segundo romance em primeira pessoa, 'A Outra Vida de Catherine M.' seja tão ficção quanto os melhores livros em primeira pessoa de Paul Auster: a mulher é louca.

Veja bem: relacionamentos abertos existem aos montes, e até dão certo - porque são um acordo entre ambas as partes, que têm plena noção de que querem a mesma coisa. Catherine tem um relacionamento aberto e duradouro com Jacques, que dá certo desde que ela era uma garota aspirante a crítica de arte. Então, onde está o conflito - que faz com que você se interesse pelo livro a ponto de devorá-lo de uma só vez?

O conflito está dentro dela, que se rasga de ciúmes pelo homem, mesmo que seu discurso seja o de 'vamos levar um relacionamento aberto e sem neuras'. Em 'A outra vida', ela confessa todas as neuras e as crises de ciúme doentias por levar esse relacionamento aberto com o sujeito. São 197 páginas de paranóia, ciúmes e conflito. Veja bem.

Peraí, Catherine: ou você aceita e fica cool com isso, ou procura um relacionamento que não te machuque tanto. Isso aí é masoquismo. A maneira como você relata as paranóias e as crises que chegam a produzir sensacões físicas é digna da recomendação de um psiquatra.

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De fato, o 'estilo sóbrio e elegante' descrito na orelha percorre as 197 páginas de pura necessidade de publicar um segundo livro. Dessas 197 páginas, imagine que umas 64 tenham algo a dizer - as outras 133 são descritivas demais, narrativas demais, Catherine te enrola horas em vez de chegar direto ao ponto.

Confesso, ler as aventuras de Pandora e Phillip, aquele que chega sem camisa em cima de um cavalo selvagem, escritas por uma dona que já está em seu vigésimo livro ruim, pode não ser mais elegante - mas diverte, tem reviravoltas e um vocabulário que eu jamais cogitaria ler. Gosto de ser surpreendida por arte.

Mas e Cat-cat? Perdi meu tempo lendo?

Não. Lembra de 'Inconscientes', comédia genial que fazia troça dos estudos psicanalíticos sobre histeria e, ao mesmo tempo, era uma ode à referida linha de estudos? 'A Outra vida de Catherine Millet' nem chega a ser uma ode sobre alguma coisa, mas consigo encaixar direitinho o livro na seção de psicanálise. Imagino professores do segundo período de psicologia pedindo que os alunos leiam e analisem a personagem. Depois, que eles leiam e analisem a autora, que publicou 197 páginas escrevendo mais do que contando uma história.

Também me senti inspirada por Catherine, o que sempre é bom. Quando um autor te inspira a fazer sua própria arte, o a tua vontade de criação, é porque a obra não foi em vão: ela teve um motivo, um propósito.

Obrigada, Cath-M. Agora eu acredito que sei escrever.

Não acredito que sua intenção tenha sido essa. Mas isso é a subjetividade da arte: é o espectador interpreta como lhe convém, baseado em suas experiências pessoais e em todo o seu histórico de vida, seu processo de subjetivação.

É isso, galera. Agora não tenho mais desculpas. Meu primeiro livro vem aí.

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Literatura adulta por literatura adulta, leiam a coluna de Verônica Volúpia no Bolsa de Mulher! Membros rígidos e mamilos intumescidos em profusão! He, he.

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Rapazes: a Monica Belucci em 'Aprendiz de feiticeiro' está um assombro. Agora vão ali rapidinho falar de futebol enquanto eu falo de coisas cor-de-rosa e maquiagem por aqui. ;)

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Lá no >meu trabalho, a gente comemora a Quinta Rosa. Vou resumir pra vocês: o Movimento Rosa não é um flashmob de adoradores da Elle Woods. Ter uma atitude rosa é simplesmente ver a vida com mais leveza, ser gentil, dizer uma palavra de carinho, fazer uma boa ação. O rosa simboliza isso tudo, por ser uma cor associada à feminilidade (e esses conceitos, convenhamos, são bem femininos). Eu acho o máximo. Sério.

Pra esse mês, além da já clássica parceria com os restaurantes (recomendo fortemente o Jasmim Manga, o Puebla Café, o Farfalle e o Fogo Carioca, um lugar pequeno, aconchegante e especializado em flambados no coração do pólo gastronômico do Lido), fizemos uns cartões virtuais totalmente Kawaii, porque a gente quer chegar direto no coração das meninas que adoram fofuras. Yup, eu que brifei os unicórnios

A minha Quinta Rosa poderia ter passado em rosa-bebê, não fosse a encomenda que chegou aqui em casa e me pegou de surpresa (porque veio muito rápido, gente!): O KIT VIP DA EYEKO. Agora, além de rosa, minha quinta está perfumada e cheia de glamour. Sente só:

Kit Vip da Eyeko

Eyeko é maquiagem kawaii. Delineador de glitter, esmalte rosa pink, iluminadores, bolsinha prateada e todas as fofuras a que temos direito. Tudo bem que eles têm uma linha de maquiagem mangá que absolutamente não é a minha onda (já passei da idade), mas os iluminadores, glosses, corretivos e cremes são tudo de bom. E daí que vem tudo da Inglaterra? Alguns preços, convertidos pra reais, são meio absurdos. Mas o kit vip (na promoção! corram, ladies), por exemplo, saiu inteiro ao preço de um corretivo da L'Óréal. De um único blush da linha nova da Contém 1g.

Esmalte da Eyeko Gloss da Eyeko Delineador da Eyeko

Minha encomenda levou só 10 dias corridos pra chegar - e pro Brasil não tem frete!

A cada dia respeito mais a Camila Irala - a dica da Eyeko foi dela. Aliás, Camila, cada pele é uma pele, né? Embora eu seja super branca, adoro pagar de saudável - e, em mim, o Tinted Cream ficou ESPETACULAR. Favoritei e recomendo.

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Minha atitude rosa é me sentir linda, absoluta, glamourosa, cheia de glitter e, tá, falando sério: confiante.

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...isso:

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A julgar pelas minhas companhias mais recentes/atuais, meu sonho da família própria ainda deve demorar mais um pouquinho - o ceticismo da casa dos 30 me impede de acreditar naqueles romances cinematográficos que, em duas semanas, terminam no altar (ou com a intenção disso).

De qualquer forma, casamento tem sido a palavra recorrente na família, de várias partes da família, inclusive, nos últimos tempos. Já tou ficando expert em casamentos alheios.

Como não espero ser surpreendida pelo futuro pai dos meus filhos tão cedo, fica a dica para as mocinhas casadoiras de agora: os melhores bem-casados que já comi EVER são da Dauira, de Niterói. Telefones: 21-2722-7330, 21-9999-1506 e 21-2710-9540. E olha que eu nem conheço a Dauira, mas achei de bom tom recomendar aqui: cuidadosamente embalados para não amassar, fofinhos, macios e recheio cremoso. Delicinha.

Noivas, fica a dica.

(em tempos de combo Dia dos Namorados / Santo Antônio no dia seguinte, nada mais apropriado)

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Por que eu gosto do someecards:

E se o garotinho juvenil estiver na cidade durante a próxima wedding season, já sabe.

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Agora, se você, amiga, já tiver superado a fase do 'amigo especial' - mas ainda precisa de uns ajustes até pensar em casamento - vale assistir a esses vídeos que ensinam como reconhecer o problema do seu garoto e, na sequência, como adestrar o moço direitinho. Afinal, se oferecer pra ajudar a lavar a louça, arrumar a cama enquanto você prepara o café da manhã e esquecer da mãe dele quando estiver contigo são coisas quase tão fundamentais como te amar.

(rapazes não estão livres de rir desses vídeos. sério. diversão garantida para toda a família)

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Essa matéria do Luxury Spot é bem sintomática: a gente reclama deles. A gente fica mal por causa deles. A gente faz blog pra falar mal... ops, eu posso até ter uns surtos de paixonite de vez em quando, mas não falo mal do gato no blog não (seja ele quem for) - só que, se olhar por aí, tem uma galera que conta histórias escabrosíssimas que os tais palhaços rapazes aprontaram.

E o que eu adorei nessa matéria é que as histórias são realmente escabrosas, mas há o reconhecimento de que grande parte envolve um certo grau de... ahem... probleminha da parte das mulheres. Porque quem trepa com um cara que mal conhece sabe que está sujeita a roubadas, ou pelo menos devia saber. Porque álcool compromete seriamente parte do critério de uns e da noção de outros, então se uma das partes está bebum, você devia saber o que vem por aí. Porque surtos psicóticos existem e ninguém está livre, mas sair com um cara três vezes dá tempo suficiente pra saber que ele não tem noção ou que mora com a mãe, ou tem uma ex namorada que não superou, ou que foi parar no tribunal duas vezes por agressão física, não trabalha, cheira, é suicida ou o que quer que seja que incomode a moça. E continua saindo. E namora. E passa dois, seis meses, três anos com o cara. Então tá, né?

Tudo bem, normal, às vezes a gente faz isso por carência, por falta de roupa pra passar ou de casa pra varrer. E pode demorar um encontro ou seis meses, mas fatalmente as coisas não saem como o previsto e a gente pode até passar dias chorando, sabe? Mas reclamar de algo que não seja nossa própria insistência em procurar ou aceitar situações bizarras, culpando o caboclo? Sei. E depois eles é que são palhaços.



Lia ultimamente não tem tido motivo algum pra reclamar! A vida é boa e a cozinha está um brinco!


(tou escrevendo um post sobre o documentário fodão sobre Wilson Simonal, mas como o fim de semana será passado quase inteiramente offline, assistam a "Ninguém sabe o duro que dei" ASAP mesmo que vocês não gostem da música de Simonal, porque o filme é uma aula de documentário. E voltem depois. Tou aqui. Beijos, L.)

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Falei tanto de carros rosa-choque com estampa de onça no twitter que agora eu, que já era um poço de estrogênio, as ancas largas dignas das melhores reprodutoras da espécie e o furor uterino em pessoa, começo nova etapa da minha vida num escritório tão cor-de-rosa quanto a minha casa.


Tá, não, não é bem assim.

Feliz? Estou. Motivada? Demais. Glitter, vestidinhos, sapatilhas, laços e onças? Tá liberado. E eu conheço BEM o mercado-alvo (embora, pessoalmente, eu seja completamente nicho, mas vamo que vamo).

Conheço tão bem o gênero que se você não sabia o que as moças vão fazer juntas no banheiro, fica sabendo no texto que escrevi na Revista Paradoxo, em primeiríssima mão. Porque eu GARANTO que a teoria da Loira do Banheiro faz muito mais sentido do que a já batida 'jogar ping-pong', ou ainda a hipótese levantada pelo esquete da TV Pirata:

Não, não. É medo de encontrar a Loira do Banheiro, já disse. A Loira do Banheiro não é brother.

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E quando puderem, visitem o Bolsa de Mulher. Tem umas coisas bem legais por lá.

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meninos ganham mais do que meninas

Doido, né? Mas isso existe. Doido.

(Disclaimer: fosse comigo, eu não metia no blog, que a firma toda lê. FATO. Mas olhem em volta...)

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...atrasa a pílula só pra coincidir a TPM com os ovos de páscoa.


Ha!!

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