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A verdade dos fatos

Primeiro foi o Milton Ribeiro, em seguida o Blue Smart. Eles que são grandes blogueiros materialistas, realistas, pragmatistas, iluministas, resolveram no carnaval, como se convencionou dizer, soltar a franga. Lançaram uma espessa cortina de fumaça em um dos episódios mais fascinantes e importantes da historia da tecnologia mundial. Os dois trataram em modo leviano e poderia-se mesmo arriscar a dizer, irresponsável, a origem de um dos objetos de uso cotidiano de maior difusão e universalidade no mundo moderno: o teclado do computador, que já foi o das maquinas de escrever. Inventando lendas estapafúrdias, os dois fizeram um enorme desserviço em nome de um dúbio gosto pela literatice rasteira, invencionista e desestribada. Deram uma banana ao conhecimento e ao amor à verdade. Em solilóquios intermináveis e entediantes, arrojaram a pele de nobres cientistas ao fogo e se puseram, pusilânimes, a estilar sua abjeta verve malsã e venenosa.
Pois a febre da exatidão e da sinceridade me acometem nestes momentos e por isso venho aqui tentar reparar os danos. Eu que sou ficcionista aloprado, me vejo obrigado a ao menos desta vez, respeitar a conformidade dos fatos.
No fundo não sei porque quiseram fazer bonito, inventando todas aquelas historias para explicar a colocação das letras no teclado. A verdadeira historia é por si só, muito bela e interessante.
No ano de 1889, foi promovida na França uma enorme feira, a Exposição Universal de Paris. O evento foi tão grandioso que mereceu a realização do que viria a ser posteriormente um dos símbolos de Paris: a torre Eiffel. Pois nesta feira, muito tímidamente, escondidos entre os milhares de stands e pavilhões de exposição, três personagens apresentavam suas invenções quase idênticas: era a máquina de escrever. Eram eles, o americano George Remington, o francês Jean Jacques Renault e o italiano Pierangelo Olivetti. Os três haviam desenvolvido os seus sistemas de escrita mecânica em modo assustadoramente similar, mas por motivos e por caminhos muito diferentes. Segundo os historiadores, o italiano era um simples cultivador de azeitonas do pre-alpe lombardo. Em 1887, em uma manhã de primavera, ele olhou para o sol e a Madonna Virgem se revelou aos seus olhos e lhe entregou alguns desenhos. Estes desenhos eram simplesmente um projeto de uma máquina. Reunindo amigos e parentes, se puseram a trabalhar em conjunto e ao final de seis meses, realizaram o primeiro protótipo. Era algo surpreendente e inovativo. Mas aqueles pobres camponeses não sabiam bem o que fazer com aquilo e se limitavam a usá-la para acompanhar a banda da aldeia em dias de procissão, pois o tlec tlec produzido era muito sugestivo. A historia a respeito do francês e do americano são um tanto obscuras e contraditórias. Sabe-se que o americano servia na marinha e além disso tinha funções no serviço secreto do seu país. Sabe-se também que andou por toda Europa nas vestes de procurador de negócios para ricos banqueiros de New York. O francês era um estivador do porto de Marselha, com passagens pela polícia por furto, extorsão e contrabando. Fazia também alguns serviços para terceiros, tais como estelionato e venda de monumentos históricos. Os autores não são muito claros em estabelecer uma possível relação entre estes três personagens mas sabe-se que o americano esteve na Lombardia pouco antes de 1888 e também em Marselha, poucos meses depois.
Voltemos à Exposição de Paris. O italiano, representando o rei Umberto IV do novo reino do Piemonte, levou sua máquina, mas inicialmente como instrumento musical de percussão. O francês por sua vez, levou sua criação que substancialmente era idêntica à do primeiro, mas apresentada com a função de batedor de carne. Foi o americano que teve a idéia de colocar tipos nas varetas e utilizá-la para escrever sobre uma folha de papel. Porém a história narra também que o americano por mais de um ano usou sua máquina nos bailes campestres da periferia de New York e somente depois de ter feito uma viagem ao Rio de Janeiro é que veio com a idéia de modificá-la. O que ele viu no Brasil, ninguém sabe.
Quando da inauguração da feira, as delegações dos respectivos países ferveram em discussões internas sobre a incrível coincidência e pior, sobre a inexplicável diferença de funções para objetos idênticos. No lado italiano, após uma consulta ao Vaticano, decidiu-se pela conversão em batedor de carne. O acordo com o lado francês foi rápido, apesar de que por dois dias, foram vistos um cantor e um acordeonista serem acompanhados por uma máquina daquelas bem debaixo da torre. A confusão era geral. Os americanos começaram a confeccionar panfletos dizendo se tratar de uma máquina multi-uso: escreve, bate carne e diverte a familia. Em face e esta cartada, os franceses e italianos não tiveram outra alternativa que aderir e ajuntar tipos às suas respectivas engenhocas. Mas neste momento uma nova peleja se configurava. As letras foram colocadas nos teclados em modo diferente. Os americanos fizeram uma seqüencia baseada na primeira parte do texto da constituição republicana. Era o famoso teclado OHGODHELPUS. O problema era que tinha muitas letras “o” repetidas e um teclado assim com 156 teclas, era meio incômodo. Os franceses fizeram a seqüencia baseada em um estudo de um filósofo obscuro, mas que usava barba e fumava cachimbo, o que lhe conferia grande credibilidade. Todos acharam que o teclado JENEPEPASLAVOISIER era um tanto complicado e não se entendia nada do que o filósofo dizia, mas enfim, ele tinha credibilidade. Os italianos mais uma vez recorreram ao Vaticano, que depois de três meses, um recorde de velocidade, enviou a seqüencia pedida. Era o MACHECAZZ, utilizado pouquíssimo, como se verá. Isso porque depois de todo esse tempo, a confusão estava armada em modo absoluto. Era preciso se chegar a um consenso. Intervieram os corpos diplomáticos dos três países mais observadores internacionais interessados no marquingenho. Em setembro de 1889, foi feita a primeira reunião oficial para estabelecimento de um padrão para o teclado, no salão verde da academia francesa de ciências exatas. No inicio, cada um tentou convencer os demais sobre a oportunidade de se adotar o próprio teclado. Porém os ânimos se acirraram de tal maneira que foi preciso a intervenção de todos para separar os três, agora inimigos mortais, que se pegavam a tapas. Resolveu-se proceder em modo científico. Cada especialista ali presente sugeriria um sistema e teria obviamente que provar sua eficácia. O matemático português Tertuliano Bertindel propôs a colocação das letras em função da fração algébrica da razão logarítmica do quadrado do tempo necessário para se fazer um ovo pochê. Protestos. Ovo pochê era algo que a maioria detestava e não poderia ser parâmetro para nada. Além disso ele foi acusado de puxar a sardinha para o lado francês. O fisico uruguaio Juan M. Escoval veio com a sugestão de se calcular o esforço da pressão de cada dedo, estabelecer uma relação entre eles, utilizar estas razões como índices numéricos fixos multiplicadores do percentual de ocorrência de cada letra no alfabeto, divididos pelo delta dos comprimentos de todas as palavras do mesmo alfabeto, menos o tempo de digitação padrão elevado à terceira potência, pois em aceleração continua e retilínea e fatorar isso em um matriz de dados em forma de grelha de churrasco. Isso para determinar que dedo deveria digitar qual letra. Mais protestos. Se o uruguaio tirasse o churrasco da fórmula, quem sabe a ala vegetariana das delegações poderia levar em conta o argumento. Irredutível o físico, a idéia foi abandonada, não sem antes seu autor levar inúmeras tomatadas. Praticamente todos os cientistas da época deram sua contribuição, mas absolutamente ninguém conseguia chegar a uma conclusão. Para se ter uma idéia, no final da terceira reunião, os três contendentes tiveram um trabalho sobrehumano para separar todos os outros 54 participantes que se pegavam a tapas. Uma equipe de biólogos alemães fez estudos com macacos. Hipnotizadores húngaros tentavam convencer a todos balançando relógios de bolso.
No final de outubro, entre intrigas, discussões intermináveis, acalorados bate bocas, ensandecidos gritos patrióticos e por fim, inclusive declarações de guerra, estas prontamente apaziguadas por uma legião de diplomatas, um fato decisivo ocorreu.
Foi finalmente nomeada uma comissão internacional neutra com poderes de decidir a questão. Era constituída dos representantes da Suíça, Islândia e Paraguai. Depois de uma semana, conseguiram tabular todos os dados recolhidos pelas comissões primárias e trabalhavam no arranjo de uma máquina com as teclas somente encaixadas, em uma das ante-salas da academia. O resultado foi surpreendente. A seqüencia começava com ABCD e prosseguia em correspondência com as letras do alfabeto. Dado por encerrado o trabalho, fizeram uma pausa para o café antes de apresentar o resultado a todos, ou seja, aos neste momento 378 membros do comitê principal, constituído de cientistas, diplomatas e papagaios de piratas de todas as nações, reunidos em sessão permanente. Mas o destino tem caprichos. Um jovem e promissor copeiro de nome Christopher Sholes entra na sala vazia para botar ordem em tudo e escorregando em um tapete, bate com a cabeça em uma mesa fazendo cair uma outra máquina de escrever que estava sobre ela. Na queda, as teclas se soltaram e voaram longe. Apressado, ele recolocou as mesmas no lugar e nervoso, fazendo uma confusão tremenda, trocou a máquina da comissão com aquela que havia caído. Logo em seguida, no momento que os membros da comissão voltaram e apanharam a máquina para a apresentação à assembléia, o jovem Sholes entrou em pânico. Com a consciência fervendo, ele apanhou a outra máquina e irrompeu no salão nobre aos gritos de : “parem tudo”.
Silêncio total. O que haveria a dizer aquele pobre copeiro às mais ilustres mentes e aos mais poderosos personagens do mundo conhecido? O presidente da comissão arquiunivoca plenipotenciaria ultranacional decisionaria tecladistica mundial tomou a palavra:

-O que quer, morfético patulé?
-Eu tenho que confessar que aqui está ocorrendo um mal entendido.
-Bem, de mal entendidos nós temos alguma experiência aqui e isso não constitui grossa novidade e nem mesmo motivo para interrupções em momento assim assaz crucial, meu caro pigmeu.
-Mas devo dizer mesmo assim que na sala haviam duas máquinas de escrever e a que a comissão está prestes a apresentar foi trocada por esta que carrego aqui. Fui o responsável por esta triste situação, mas devo salientar que fugida totalmente ao meu controle voluntário.
-Vossa excrescência quer dizer é que houve um lamentável incidente. Curioso. Vós sois inglês, não é mesmo?
-Sim, senhor ... alteza ... majestade.
-Pois bem, vejamos. A máquina que os nobres da comissão carregam é falsa e a que tens em mãos é a verdadeira.
-Sim, justamente, é isso.
-Pois vejamos as duas.

Tanto o copeiro quanto os membros da comissão descobriram os teclados. Naquela do copeiro se via ABCDFGH etc. Nos da comissão, uma salada incrível produzida pelo desastrado Sholes e onde se via QWERTYUIOP e assim por diante. Uma explosão de risadas invadiu inéditamente aquele ambiente austero. Depois de cinco minutos de divertidos comentários gerais, o presidente voltou a se pronunciar.

-Caro plebleu ignaro. Vós haveis interrompido uma reunião da comissão arquiunívoca plenipotenciária ultra-nacional decisionária tecladistica mundial da academia de ciências da França para fazer uma pilhéria de mau gosto?
-Mas, meu senhor, não vejo onde está a troça. As máquinas foram mesmo trocadas.
-Vós quereis nos fazer crer que depois de meses de estudo dos maiores cientistas do mundo, o que resulta é uma simples reprodução da seqüencia alfabética? Pense que a reputação desta comissão não seria jogada por terra se assim o fosse? Sabeis o quanto está em jogo aqui? Tens idéia de que estais a fazer? Não serieis Vós um mandado do reino britânico, visto que Vós sois interessados em, digamos, nossa derrocada enquanto instituição?

Neste momento, o comissário paraguaio pede a palavra:

-Precidente, deculpe, pero creo que el guapo tenga razon. Nossotros llegamos ala concluzion que el mejor sistema é el abecedário.

O presidente fixou em silêncio o paraguaio por longuíssimos dois minutos. Depois de todo esse tempo, o paraguaio ainda tentou justificar, mas a voz saiu fraquinha:

-Es mas simples de esta menera.

O presidente estava com a cabeça toda vermelha e os olhos esbugalhados. Todos se olhavam mas ninguém se atrevia a quebrar o silêncio. Depois de tomar um gole de absinto, o presidente chamou o copeiro mais os membros da comissão para uma reunião privada. A mesma não durou mais que cinco minutos e em seguida voltando ao salão nobre, o paraguaio se dirige à assembléia:

-Nossotros latinamericanos somos mucho divertidos. Gostamos de divertir e facer divertimientos. Tudo non passò de un divertimiento. Quero aprecentar a ustedes el nuevo teclado universal QWERTY, daserrollado por la nostra comission en colaborazion com el nostro colega cientista englês Sir Sholes. Ello è tambien mucho divertido, non pensan?

Aplausos gerais e suspiros de alivio. Foi neste momento que o Presidente da comissão arquiunívoca etc etc, pronunciou a frase histórica, batendo o martelo sobre a mesa:

-E que se foda!

E foi assim que ocorreram os fatos. Remington torceu o nariz e voltou à América pra fazer suas máquinas de escrever. Olivetti torceu o nariz e foi fabricar suas máquinas de escrever e Renault, também torceu o nariz e mudou de ramo, dizendo que nunca iria fazer algo criado por um inglês.
Sholes passou à história como o criador do teclado QWERTY e não se pode dizer que não tenha sido mesmo.
Caros amigos, em nome da verdade escrevi este texto e em nome da verdade devo concluir: espero não ter que me ocupar mais desta maneira a restabelecer a justa história, que requer tanta pesquisa e tempo de estudo. Prefiro muito mais escrever ficção.

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31/01/2008 - 10:42

Teorias: origem, essência, transformação da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros


O professor e pesquisador Ancelmo Luiz Graceli apresenta a seguir teoria do universo fluxonário estruturante a partir do espaço denso, e teoria da energeticidade e radiação.

Apresentação: São duas novas teorias dentro da física: a primeira - que trata da origem do universo, da origem da matéria, o fluxo de processos e estruturação que ocorre a partir do espaço denso; já a segunda teoria - onde dá novas respostas, causas e fundamentações para todos os fenômenos da matéria e astros com duas causas, que são a energia e radiação produzidos pelo próprio astro.

Introdução a Origem do Universo: O Universo não surgiu de um ponto central para fora, por meio de uma grande explosão, mas sim o Universo surgiu de fora para dentro, ou seja, o espaço denso foi se aglutinando até formar a matéria e a energia, para depois se formar os astros. Segundo esta teoria, o espaço que se pensa que é um vazio, na verdade, possui densidade, e que, por aglutinação, vai sempre mais se densificando, até formar-se em bolhas, de onde vai dar surgimento à matéria, por isto que a matéria é infinitamente divisível. Assim, a Teoria do Universo Fluxonário Estrutrante consegue dar uma fundamentação à origem da matéria, da energia e dos astros.Vemos que, pela teoria da grande explosão e expansão, não é possível ser provado a quantidade de matéria que existe no Universo, sendo originado por um ponto ínfimo.

Universo Fluxonário Estruturante - Com a matéria e a energia já densificadas, surgem as bolhas de energia que dão início à formação dos primeiros astros, às nuvens de gases, às galáxias e aos aglomerados, ou seja, o Universo tem uma origem que inicia pelo espaço denso, passa pela fase de bolhas de energia até se tornar matéria, para depois formar os astros. A partir da fase de astros, o mesmo continua o seu processo numa segunda fase, produzindo as fusões nucleares nas estrelas, aumentando o processamento de energia, temperatura e radiação, onde será expelido parte da sua energia e matéria no espaço, onde formarão a temperatura, a radiação, a atmosfera, os anéis que se reagruparão e se esferificando, formando astros menores, no caso, planetas por estrelas, satélites por planetas e outros. Por isto que o Universo é um infinito fluxo de construção, desintegração e processamento, que sempre outros astros se formarão a partir de outros maiores e com mais energia, com menos intensidades de fenômenos e com menos dinâmica. Logo, este Universo tende a ser lento, enquanto outros em outros pontos do espaço se encontram em outras fases. Por isto que é encontrado aglomerados de nuvens de gases no espaço.

Enquanto uns se encontram numa fase mediana, que é no caso o nosso, outros se encontram mais envelhecidos e mais lentos, na fase final. E outros ainda, com mais dinâmica e mais energia, que se encontram na fase inicial.

Universo em Rotação - O Universo não se encontra em expansão, mas sim em rotação, translação e afastamento mínimo, se considerar o afastamento anual do Planeta Terra em relação ao Sol não chega a um metro. Tal situação é provada matematicamente pela Teoria da Energeticidade e Radiação. Na verdade, o que dá o sentido aos observadores de que as galáxias estão se afastando é o efeito Doppler, onde dá uma cor vermelha, que é a cor para o afastamento, quando se observa algum objeto luminoso se afastamento, porém, esta cor é observada quando qualquer objeto luminoso se encontra em rotação e translação. Foi a partir daí que levou a concepção da formação da Teoria da Expansão do Universo, e mais tarde a concepção da grande explosão.

Contestação - se o Universo estivesse em expansão, considerando o tempo de vida do Universo e que todo movimento inicial e maior não seria possível de ver nenhuma estrela no espaço. O outro ponto é que dá a aparência no espaço de que todos estão se afastando em relação a nós aqui na Terra, seria como se nós estivéssemos no centro do Universo, e isto seria uma grande coincidência. Outro aspecto se constitui na seguinte cogitação: como um ponto ínfimo teria tanta matéria? Como último ponto - de onde e de que surgiu a matéria? (não consegui reparar a gramática sem alterar o sentido – desenvolve você).

A Teoria do Universo Fluxonário Estruturante defende que o Universo se encontra em fases, e, enquanto uns já estão numa fase mais avançada, outros estão iniciando, e que o Universo se encontra em afastamento mínimo, em rotação e translação.

A Teoria da Energeticidade e Radiação - Através da procura para uma só explicação dos fenômenos da natureza que englobasse a origem das estrelas, dos planetas, dos satélites, dos cometas, dos asteróides, dos anéis, das atmosferas e dos outros fenômenos, como as órbitas, a rotação, a translação, o distanciamento, as fusões naturais, as atividades tectônicas, a origem e a evolução da matéria e da energia, dentre outros, cheguei à conclusão de que a energia é a responsável pelo processamento dos fenômenos, e que a energia e a matéria, por sua vez, se originam do espaço denso. Ou seja, o espaço denso produz a estrutura - que é a matéria, e produz o agente propulsor - que é a energia. No mais, constatei que a energia é a responsável pela dinâmica e pela órbita dos astros, porém, a dinâmica e a órbita passam por três fases, sendo elas:

Primeira: A Inicial - ocorre quando o astro se origina do primário, no caso - o Planeta do Sol. Nesta fase, o primário tem grande influência sobre o secundário, e a translação é grande, já a rotação é mínima; a órbita tem uma excentricidade, enquanto a inclinação tem uma irregularidade média. Isto se confirma de Mercúrio a Vênus.

Segunda: A Mediana - ocorre quando o astro já saiu de perto do primário e passa a desenvolver a sua dinâmica pela sua própria energia e radiação. Nesta fase, a translação diminui progressivamente, enquanto a rotação aumenta conforme o diâmetro e a energia do próprio astro, e as irregularidades da excentricidade, a inclinação da órbita e rotação diminuem. isto se confirma do Planeta Terra até Netuno. Ressalte-se que o menos irregular e com mais rotação é Júpiter, por ser o maior entre os planetas, conseqüentemente, ainda conserva grande quantidade de energia em processamento.

Terceira: A Final – nesta, o astro já se encontra com pouca energia e produção de radiação, levando ao mesmo a diminuir progressivamente a sua rotação e translação, porém, o seu comando também diminui, levando a aumentar as suas irregularidades na excentricidade da elipse, na inclinação da órbita e da rotação. Isto se confirma em Plutão e em todos os satélites distantes de seus primários, como também nos cometas e asteróides distantes.

É bom ressaltar que as duas teorias - a do Universo Fluxonário Estruturante e da Energeticidade e Radiação - são provadas matematicamente e com exatidão por fórmulas simples, onde não uso distância, massa ou gravitação para encontrar estes resultados. Na verdade, só uso o diâmetro, a radiação, a temperatura, a rotação e a velocidade equatorial.

Por outro lado, consigo ainda provar a origem e causa da rotação e sua inclinação, bem como o afastamento entre os planetas, usando também os seus diâmetros, fenômenos esses impossíveis de serem fundamentados e calculados pela Teoria da Gravitação e Teoria da Relatividade.

Estas duas novas teorias abrirão novas portas para a pesquisa da cosmologia, da astronomia e da micro-física.

. Teoria da Origem da Matéria e do Cosmo, e do Universo Fluxonário Estruturante. | . Teoria da Cosmogenese da Energeticidade e Radiação.

. Cosmogenese, Cosmologia, Cosmofísica, Astrofísica e Cosmogonia - Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus.| . O Universo é uma auto criação, porém uma obra deste porte só pode ter o poder do criador – Deus.

Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.

Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

Teorias do Cosmo Fluxonário Estruturante, e Energeticidade e Radiação - Esta não é apenas uma teoria do movimento, mas sim da origem, da essência, da transformação, da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros.

Cosmo Estruturante e Desintegrante. | . Modelo Graceliano.

Teoria da Bolha de Espaço Denso e Energia - Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só. Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

De nascimento na Fase Bolha de Espaço Denso – Fase Estruturante-, Na Fase de Energia, Na Fase de Matéria. E na Fase de Desintegração e Desprendimento e Afastamento no Espaço pela própria radiação da densidade da matéria. E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

Fórmula para contração de espaço Denso - O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. Que do todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

Espaço Denso – parte / total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria. ED - P / ED ... até chegar a ser energia e matéria. Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

Infinitos universos em fases estruturantes e desintegrantes.

Primeira Teoria da Origem e Natureza da Matéria - Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.

Assim, temos aqui a primeira teoria do que a matéria possa ser formada, que é de filamentos de espaços denso.

Cálculo formação de matéria e para cosmo estruturante - Poder de contração do espaço denso * quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo estruturante.

Cálculo para cosmo desintegrante - Poder de desintegração * quantidade de matéria, temperatura, radiação e energia por distancia ao cubo / tempo cosmológico. Pd*[qm / d cubo ] / t c.

Espaço Denso e Matéria, e Energia e Astros - O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começou a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

A energia produz a radiação que produz o afastamento mínimo - Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada no interior dos astros.

Universo de Energia Estruturante, ou Universo de Contração e Desintegração - O Universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

. Ancelmo Luiz Graceli é professor, pesquisador teórico, com graduação em filosofia, e já apresentou pesquisas à Secretaria Estadual de Ciência & Tecnologia do Espírito Santo (SECT), juntamento com o colaborador Márcio Piter Rangel (marciopiterrangel@hotmail.com). Para contatos: Rua Itabira N° 05, Rosa da Penha, Cariacica (ES) Brasil | CEP: 29143-269 | Telefone (27) 3216-7566 | E-mail: ancelmoluizgraceli@hotmail.com


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Flavinho... Dê um beijo imenso em sua esposa por mim, pelo dia de hoje.

na QUINTA FEIRA, dia 09, a minha versão sobre essa controvertida história.
:>)

Caro Flávio,
Li e acredito nas três versões. Devo confessar que fiquei impressionado com a erudição de vocês. Pesquisando na net não consegui encontrar nada que desabone o vosso conhecimento, apesar de não ter localizado nada que confirme as versões. Fui controlar e descobri que, pelo menos em parte, o Milton Ribeiro acertou na mosca, pois até no meu moderno teclado de computador está lá o nome da família Qwert.
Incrível!

Ah, até a parte do MACHECAZZ eu estava acreditando... uma pergunta: és parente da Miuccia?

O Afonso tem razão. E se bobear vai ter professor que vai acreditar nas histórias.

Vocês não sabem o que fazem. Já pararam para pensar nos milhares de jovens que só fazem seus trabalhos copiando da internet e que agora, vendo essas três versões, ficarão em eterna dúvida? Sim, pois seus professores certamente não saberão a verdadeira história. Malvados! abração

Eu li tudo e dei risadas, principalmente com o OHGODHELPUS e com o MACHECAZZ.

Porém, tenho de alertar aos leitores deste blog que esta é mais uma versão inverídica e que minha história, a primeira e a única que contém fotos comprobatórias, reflete a completa verdade. Isto que vocês leram causou-me apenas frouxos de riso, tais o número das mentiras veiculadas.

Sugiro que FP fique detido em Assunción até o julgamento.

Eu li ! Mas tudo isso não passa de uma bazófia. Inclusive, quem inventou a máquina de escrever à italiana não foi Olivetti, mas sim, Berlusconni, o magnata da imprensa, dono do Times New Roman.

perfeiqwerto!

Puxa, Flávio, ainda bem que temos aqui um incansável defensor da verdade dos fatos acima de tudo, que não se deixou abater diante do desafio de narrar esta longa e instigante estória.
Ufa!
(Mais alguém aí conseguiu ler tudo até o fim? Não vale mentir, hein?!)

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