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Muita punheta nesse mundo tão cheio de buceta.
Posted by Flávio Prada on fevereiro 17, 2006 4:43 PM | Permalink
Eu adorei isso, Flávio. Tô lendo aqui o texto do medo.
"A vida, o mundo, tudo baseado no medo."
É tantas vezes assim... Bom, vou acabar de ler. Tá muito bom. :)
Posted by: Mônica | fevereiro 25, 2006 8:36 PM
Tenho que concordar com a primeira desse seu poema pouco ortodoxo, mas tava com saudades, viu?! Beijos.
Posted by: Jan | fevereiro 20, 2006 6:12 PM
Sempre venho por aqui, quase nunca comento....mas este post foi "Curto, grosso e real"
Posted by: Anaí | fevereiro 18, 2006 10:41 PM
rsrsrsrs.. pois é... é uma matemática interessante esta! um abraço
Posted by: Caíla | fevereiro 18, 2006 3:13 PM
Sempre pensei que era muita buceta em um mundo de punhetas... mas vai bem assim tb.....
Posted by: Claudio | fevereiro 18, 2006 4:09 AM
Resta saber se a demora para postar se deve a muita punheta ou... abração
Posted by: D. Afonso XX o Chato | fevereiro 18, 2006 2:17 AM
Para um poeta, você é um ótimo arquiteto! rsrsrsrsrsrsss.. Tá mais sumido que eu, moço!!!!
Posted by: Sandra | fevereiro 18, 2006 12:44 AM
Leila, se essa for pros anais da poesia, que seja com jeitinho.
Posted by: claudio boczon | fevereiro 17, 2006 11:40 PM
a manopla muitas vezes melhor acopla
Posted by: Biajoni | fevereiro 17, 2006 10:32 PM
hehehe... você e o Allan formam uma dupla perfeita nos posts + comentários!
Posted by: Denise Arcoverde | fevereiro 17, 2006 8:51 PM
a verdade ainda por cima rima
Posted by: Viva | fevereiro 17, 2006 8:21 PM
bucetas em 'velcro' puro sepulcro punho em riste pica que assiste
Posted by: gugala | fevereiro 17, 2006 5:58 PM
Esse tem que ir para os anais da poesia brasileira. :)
Posted by: Leila | fevereiro 17, 2006 5:38 PM
Lindo e profundo hai kai. (Vou parar por aqui para que o comentário não fique maior que o post).
Posted by: Allan | fevereiro 17, 2006 5:00 PM
HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! Falou pouco e disse tudo.
Posted by: Guilherme | fevereiro 17, 2006 4:54 PM
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Comments
Eu adorei isso, Flávio. Tô lendo aqui o texto do medo.
"A vida, o mundo, tudo baseado no medo."
É tantas vezes assim... Bom, vou acabar de ler. Tá muito bom. :)
Posted by: Mônica | fevereiro 25, 2006 8:36 PM
Tenho que concordar com a primeira desse seu poema pouco ortodoxo, mas tava com saudades, viu?! Beijos.
Posted by: Jan | fevereiro 20, 2006 6:12 PM
Sempre venho por aqui, quase nunca comento....mas este post foi "Curto, grosso e real"
Posted by: Anaí | fevereiro 18, 2006 10:41 PM
rsrsrsrs.. pois é... é uma matemática interessante esta! um abraço
Posted by: Caíla | fevereiro 18, 2006 3:13 PM
Sempre pensei que era muita buceta em um mundo de punhetas... mas vai bem assim tb.....
Posted by: Claudio | fevereiro 18, 2006 4:09 AM
Resta saber se a demora para postar se deve a muita punheta ou... abração
Posted by: D. Afonso XX o Chato | fevereiro 18, 2006 2:17 AM
Para um poeta, você é um ótimo arquiteto! rsrsrsrsrsrsss.. Tá mais sumido que eu, moço!!!!
Posted by: Sandra | fevereiro 18, 2006 12:44 AM
Leila, se essa for pros anais da poesia, que seja com jeitinho.
Posted by: claudio boczon | fevereiro 17, 2006 11:40 PM
a manopla
muitas vezes
melhor acopla
Posted by: Biajoni | fevereiro 17, 2006 10:32 PM
hehehe... você e o Allan formam uma dupla perfeita nos posts + comentários!
Posted by: Denise Arcoverde | fevereiro 17, 2006 8:51 PM
a verdade
ainda por cima
rima
Posted by: Viva | fevereiro 17, 2006 8:21 PM
bucetas em 'velcro'
puro sepulcro
punho em riste
pica que assiste
Posted by: gugala | fevereiro 17, 2006 5:58 PM
Esse tem que ir para os anais da poesia brasileira. :)
Posted by: Leila | fevereiro 17, 2006 5:38 PM
Lindo e profundo hai kai.
(Vou parar por aqui para que o comentário não fique maior que o post).
Posted by: Allan | fevereiro 17, 2006 5:00 PM
HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA!
Falou pouco e disse tudo.
Posted by: Guilherme | fevereiro 17, 2006 4:54 PM