Sempre que sento para escrever,
Sempre que sento para escrever, o fluido viscoso de meus pensamentos começa a escorrer com maior liquidez para dentro dos assuntos que estão a ocupar os meus neurônios, de forma que se forma uma celeuma em torno da virtude, da demência e da oportunidade, tudo misturado com as práticas políticas, os gostos pessoais e as mais chatas convenções, sem dizer da noção que eu tenho para estacionar o carro e a alegria do meu time do coração, que já é, como se nota, de outro departamento deste corpo falível e meio ridículo que no fim das contas, vira, mexe, remexe, revira e por fim, termina por escrever alguma coisa.
Mas eu não estou muito bem ainda.
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