Quatro motivos fazem uma diferença
Quatro motivos fazem uma diferença tremenda quando a questão são motivos e contamos um ou outro dentro das condições de contagem de motivos quando nos parece que temos inúmeros, mas a fria observação nos mostra que as coisas em geral são mais complicadas do que parecem e a nossa racionalidade não está em conexão direta com a verdade dos fatos e nem mesmo com a natureza das coisas, de forma que o olhar dos motivos e razões fica nublado pela própria razão que sombreia a verdade com verdadeiras cortinas em espiral ascendente tendendo ao infinito e que não podem ser explicadas de maneira nenhuma pela linguagem humana, limitada pela razão que é o próprio limite do pensamento.
Quatro razões são quase um número último para a contagem de puras e verdadeiras razões, pois os motivos que unem as razões já não se afiguram como tais pela própria transcendência das capacidades que seriam necessárias para arranhar o primeiro esboço de que seria a mais pálida idéia da primeira razão suficiente e necessária, que dirá as próximas, tão sobremaneira incompreensíveis que nos exige esforço que demandaria tempo maior do que a maior expectativa de vida de um ser humano, sendo portanto absolutamente impossível a analise qualquer que seja, sobre qualquer coisa em qualquer tempo e em qualquer lugar.
Qualquer coisa, ligue para mim que eu explico melhor.
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