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Afinal acabou essa guerra e

Afinal acabou essa guerra e então corri os campos, que maravilha começavam a florir e apos tanto sangue e lagrimas e corpos e não só, também suas partes, perdidas e derramadas por belas paisagens que me faziam tremer diante desta vingança de Deus. Deus vingativo, queremos só nosso pão e tínhamos que combater antes que nos aniquilassem e corria e pensava sobre o orvalho e alegre vi ao longe aquela figura que me rebrotava os sentimentos. Era toda fêmea e me parecia algo a ser reconhecido, reaprendido, bela e totalmente sorridente que me vinha de chorar de emoção e então a tomei nos braços e a levei detrás de um arbusto e nos batemos em loucura feliz e joguei minha arma de lado e nem vi para onde disparou.
Os botões da calça nem os vi como os arranquei e a cinta com as balas e a camisa e tantas de suas saias e anáguas e cintas e outras coisas e belas demoras que fazem subir a temperatura.
Que pele branca, que carnes tenras e seios redondos, isso é um sonho e tudo vai acabar, mas o sublime Deus voltou a sorrir e nos guarda dos pecados e sim como é suave esse perfume de desejo, esse aroma da paixão embriagante.
Então pude separar aquelas pernas macias e cumprir minha missão com a maior recompensa que um homem pode sonhar e fui colhido pelo absoluto e entendi que a vida é a única coisa que temos. De novo corri mas foi o melhor caminho do mundo e queria agradecer a água o ar o fogo e a quem criou os arbustos. Recolhi frutos e voltei sedento, a joguei sobre o cavalo e pudemos juntos aprender a existência do universo.
Nasceram meus filhos que melhores não podem ser e foi assim que passei pelo mundo.
Agora que aqui, morto de novo pela guerra, me pergunto quando irão de novo encontrar um arbusto.
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