Recuerdos...
Férias...
Lendo Paul Auster em Tarifa… La Invención de la Soledad. Auster é minuncioso na descrição do pai morto…
Traz-me de volta doídas lembranças.
O Lorde, meu pai, aparece a cada segundo em minha lembrança durante a leitura da primeira parte do livro: O Homem Invisível.
Entre os murmúrios do vento e das ondas que lambem a fina e branca areia tarifenha, gaivotas gritam o nome dele e me transportam para outros ventos, outro mar, outros tempos.
Quanto de compaixão será necessário para entender (ou apenas esquecer) sua estranha e cruel forma de amar?
Comments
Nora,
Tá sumida???
Tô com saudades.
Faça-me uma visitinha.
Bjos,
ME
Posted by: Maria Elena Fletcher | julho 18, 2006 3:58 PM
Belo livro. Gostei muito e lembreva de meu pai a cada segundo. Beijo.
Posted by: Milton Ribeiro | julho 17, 2006 11:56 AM
ai norita....que passeio é este, entre tuas palavras e teus sentimentos????reconheço-te em cada letra teclada, e a saudade me invade fazendo arrombos em meu estomago....Querida...como é bom ter voce em nossas vidas, me trazendo um pouco desse tempero rico de afeto,aconchego e sensibilidade, fazendo brisas gostosas de uma tarde de verão em meu coração...
beijos
Posted by: még | julho 14, 2006 4:04 AM
Que coisa. O Milton Ribeiro também recomenda Paul Auster. Mas não consigo me identificar com o autor.
Querida, espero que esteja tudo bem. Convido você a dar um pulo na Estante e ler sobre um momento maravilhoso da vida da Luciana (e da mãe dela, por extensão).
Beijos
Ana
Posted by: Ana Lúcia Merege | julho 13, 2006 5:21 PM
A verdade cansou de se esconder.
A verdade cansou de ser hipócrita.
A verdade resolveu se revelar agora, sem receios ou pudores.
Você está preparado para a verdade?
Posted by: A Verdade Nua e Crua | julho 12, 2006 2:35 AM
Olá Nora,
Gostei de saber que tenho uma "vizinha" na blogoesfera. Afinal Portugal é mesmo ao lado!
Beijinhos e até breve.
Posted by: Daniela Mann | julho 10, 2006 10:42 PM
Isso me lembrou duas coisas distantes: o começo de Blade Runner, quando o replicante se enfeza ao ouvir a pergunta "fale-me sobre sua mãe", e uma terapia de grupo de que participei, quando o psicólogo que a conduzia pediu para as pessoas pensarem nas frases que mais ouviram na infância e em como conversariam a respeito disso com seus pais. Várias pessoas começaram a chorar convulsivamente.
Posted by: Marco Aurelio Brasil | julho 10, 2006 9:19 PM
Oi Nora, ando tão sumida dos blogs. Sempre gostei muito dos teus escritos, mas quando você fala do Lorde a sensibilidade aflora ainda mais forte. Beijos.
Posted by: Helô | julho 9, 2006 9:21 PM
Que post forte!!! Eu nunca lida nada de Paul Auster, mas também sou uma negação para leituras.
Posted by: Roseane | julho 8, 2006 7:28 PM
Querida Nora, saudades de ti... Sempre que leio qualquer livro de Auster (sou tiete, acho que já li quase tudo...) penso que ele tem a incrível capacidade de provocar este tipo de identificaçao que voce descreve. Cada livro nos abre um mundo de "sensaciones y recuerdos": família, amigos, situações vividas... vai se preparando para aproveitar este despertar para escrever também sobre isso! Me ligue na volta, porfa, tenho planos e propostas interessantes! Beijos
Posted by: anlene | julho 7, 2006 6:23 AM
"estranha e cruel forma de amar"
tadinha...
belo post, Nora.
Bj laura
Posted by: laura | julho 6, 2006 8:16 PM
Que lugar lindo que você está, querida!
e o casamento?
Muitos beijos
Posted by: BethS | julho 6, 2006 2:43 AM
Oi,
Lembro-me de vc ter escrito alguma coisa muito tocante sobre seu pai.
Tenho saudades do meu.
Lindo : lambem a fina areia tarifenha...
Beijão
Posted by: Mônica | julho 5, 2006 11:39 PM