November 2008 Archives

cabeça de papel

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a abertura do comércio na frança não é algo corriqueiro. pra que se torne, apenas, mais normal, o governo anda tramitando um projeto de lei. 

(em tradução livre) argumento (do governo) a favor :

-- muitos dos bens que são adquiridos aos domingos, não fazem parte do consumo habitual. dessa forma, estaremos incrementando o resultado do comércio e da economia, em geral. 

(esse país é incrível porque isso é um) argumento (de um professor da universidade paris viii) contra :

-- aos domingos, então, ou se trabalha, ou se consome. essa vidinha alienada? ao invés de se usar o domingo pra contribuir em alguma associação, ir ao parque com os filhos, ler um livro?

verbeat'aires

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fazendo eco... our impressions + mar del plata

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Jardin_lecoq_neige1

a parte divertidamente incrível do clima glacial:

acordar vendo floquinhos dançando na janela e passear pelo jardin lecoq congelado.  

quando o frio faz mais (algum??) sentido...!

habemus TV

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pronto.

me rendi ao sistema. comprei uma tv pra casa...

duas NOVAS (!!) canções estão disponíveis desde ontem no assez engarrafado site do grupo. o primeiro sinal de vida desde .... malgré tout ça, tamo comemorando!

 

update 1 : uma das canções é uma regravação de le temps des cerises, que se tornou um hino da comuna de paris.

 

update 2 : problemas com o download? écoutez là:

também.

mais il arrive des choses bizarres. por exemplo, fazer a destinação turística obrigatória da burguesia sulina apenas depois de velha - ainda que, por definição, eu não pertença à classe. mas, então, passei uns dias ensolarados em buenos aires. colando ruas e avenidas de partout ali.

um tanto de madrid em torno da casa rosada e praça de maio. os grandes paseos, as construções neo-clássicas com influências...  muito de porto alegre. em incontáveis esquinas. inclusive, ou obviamente, na calle florida. mais, à noite, coarada de camelôs. inusitada... paris! coincidência (ou não), alguns ângulos nos arredores da embaixada francesa nos transportam ao 13ème arroundissement. 

genuinamente porteño é o bairro da boca - que eu  a d o r e i. até com o rio fétido, borbulhando matéria orgânica pro deleite bizarro do marido e pro (mui provável) horror da maior concentração de turistas por metro quadrado da cidade.

genuinamente porteño, san telmo - que eu  a d o r e i, me remeteu à pelotas. e foi nosso lugar de predileção. (e onde comemos um assado de tira que era o céu!)

a "latinoamericanização" da argentina é evidente. entrementes... compreendo a comparação com o velho mundo quando tomo um aperitivo num lugar  m á g i c o: o gran café tortoni - que já teria sido demolido em porto alegre...

ah, comprar bioy casares nos sebos é um prazer.... e uma reserva ecológica, colada ao centro e ao puerto madero, nos rendeu um excelente passeio, com fotinhos da flora local e tudo.