enquanto isso no guggenheim bilbao
vimos o niagara de jeff koons.

e seu dolphin.
muito sintomáticos do nosso mundo. ocidental e além.
vimos clássicos americanos (?) e modernos confirmados (basquiat, lichsteinstein, wharol, eticétera).
nos pegaram no contrapé, porque, ao contrário do normal, o museu não mantém em exposição um acervo permanente, reservando espaço às temporárias. exceção às tulipas, ao puppy, do mesmo koons, e às imensas peças de richard serra, que constituem la materia del tiempo abrigadas numa sala igualmente enorme, e à mamá, a aranha prenhe do louis burgeois - que eu adorei, todo o museu abrigava a exposição art in the usa: 300 años de innovación.
mas a tulipa negra - que na real muda de cor, é do caralho.
hay que se diga, a descoberta do país basco espanhol começou, de verdade, com os espetaculares pintxos nas tabernas de donostia - porque os espanhóis são francamente o povo mais notívago do continente. eu gosto! além das tabernas, donostia é une très jolie ville, balneário pequeno, sofisticado, às margens do atlântico, e que foi a mais do que boa surpresa da viagem.

Das viagens, de surpresas em surpresas, certezas são edificadas.
Bises,
Edu.
me apaixono cada vez.
mais.
bises!