a rosa

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acabei de ler "primeiras estórias", do guimarães rosa.

duas coisas.
a primeira e óbvia: fico imaginando as tentativas de assassinato sofridas pelo estilo sertanejo-húngaro-em-latim-oral-impresso, por parte de seus revisores.
segundamente, não nego que me alivia a corrente desnecessidade de re-inventar a prosa.

e junto uma terceira metida coisa: o artesanato do verbo é latente, a leitura exige. mas, o que faz diferença, é um risco-fadiga-meritório.

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