te amo.

te amo. muito.

je t'aime, je t'adore.

TE amo muito. muito.

je t'aime si fort.

TE AMO!

JE T'AIME.

TE AMO MUITO.

daí, naturalmente chegamos ao increase-maximum-super-huge-bold. nos mesmos idiomas. 

je vous épargne*.

a benção air-france!

 

* eh oui, eles também poupam pessoas aqui. além dos pila. (!)

  

loucurinha

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falando em ler flutua, lembrei que o rubem fonseca obriga sua empregada doméstica à leitura. uma hora por dia. qualquer um dos 'centenos' que ele possui nas estantes.

fazia tantas mediações em torno da pertinência do debate à realidade brasileira. o linguajar estratosférico da igreja-academia. estou onde nasce a teoria e com o campo empírico coincidente. il faut despir-me de alguns aparatos e me vestir do idioma.

a tpm é quando trapézios contraídos jorram bile sobre globos oculares. é um ideal houllebecq na planície escocesa. não é hoje. também não tem todo mês. porque faz parte dos mistérios endócrinos, como glândula pineal em fotoperíodo independente.  

e os melhores auspícios do mundo pro fim dessa semana. (!!!)  

porque da relevância do assunto, e por dever à U.F.R.G.S. boa parte do que tenho (essa pessoa -moi même, faz parte da estatística. estudei sempre em colégio público, e duvido -muitissimo, que, se a universidade não fosse pública e gratuita, eu pudesse estar fazendo um doutorado hoje), destaco trechos do artigo de carlos henrique de brito cruz:

 

Há no Brasil 5,8 milhões pessoas com diploma universitário - 2 milhões a mais que em 1991. São poucas (...). 

 

No documento Gasto Social do Governo Central: 2001 e 2002, o Ministério da Fazenda praticamente deplorava os recursos investidos no ensino superior público. Ali se afirma que "a canalização de grande parte do orçamento da educação para o financiamento das instituições federais de ensino superior reduz o montante de recursos disponível para os demais estágios da educação". Por fim, o documento condena a universidade pública por servir "aos 10% mais ricos".

 

(...) se procura debitar à universidade pública o ônus da desigualdade educacional. Ignorando a contribuição decisiva da universidade pública para o desenvolvimento da Nação - na tecnologia, na ciência, na cultura e nas artes (...)

 

É severamente míope o argumento apresentado nesses documentos, ao supor que a função social da universidade seja somente beneficiar aqueles que a freqüentam.

 

Os motivos que têm levado as sociedades, desde o ano 1000, a criar boa educação superior em universidades nada têm que ver com a riqueza ou pobreza dos alunos que as freqüentam. Têm, sim, que ver com a necessidade, essencial para o desenvolvimento das nações, de qualificar pessoas com os níveis mais elevados de educação. Pessoas capazes de trabalhar com o conhecimento humano, que dão lugar a novas descobertas e usam as já feitas para criar bem-estar e desenvolvimento.

 

A universidade não serve "aos 10% mais ricos" - serve ao Brasil. Até hoje não houve nação que alcançasse o status de "desenvolvida" sem contar com lideranças intelectuais assim formadas.(...)

 

Por isso é que, do próprio ponto de vista de seu desenvolvimento acadêmico e da educação que se pretende dar aos estudantes, boas universidades devem buscar constantemente mais inclusão e mais diversidade em seus câmpus. Nada a ver com as planilhas da Fazenda e tudo a ver com valor acadêmico.

 

Levantamentos do Inep e do IBGE permitem verificar que é nas universidades públicas que os porcentuais de estudantes com renda familiar menor são mais expressivos. Nas universidades privadas predominam alunos de renda maior. Na Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) realizada pelo IBGE em 2002, verifica-se que nas universidades públicas brasileiras 38% dos alunos vêm de famílias com renda per capita inferior a dois salários mínimos. Nas universidades privadas essa faixa de renda abrange apenas 24% do alunado. Na faixa abaixo de um salário mínimo, a incidência na universidade pública é mais que duas vezes maior do que nas instituições privadas. A situação se inverte na faixa de renda acima de dez salários mínimos: nas instituições privadas se encontram 9,5% dos alunos e nas universidades públicas, apenas 5,4%.

 

O quadro de maior inclusão nas instituições públicas se repete para a diversidade étnica.

 

Na Unicamp, uma das universidades brasileiras mais seletivas do ponto de vista acadêmico, aproximadamente um terço dos estudantes admitidos a cada ano fez toda a sua vida escolar em escolas públicas, proporção muito semelhante à que se encontra entre os inscritos ao vestibular.

 

(...) o Brasil acostumou-se a ver, ano após ano, no Provão, a presença de melhores indicadores de qualidade no ensino superior público, seja nas notas obtidas pelos estudantes, seja na qualificação do corpo docente ou nas condições de infra-estrutura dos cursos.

 

Em nenhum país é o ensino superior privado com fins lucrativos que atende, com qualidade, um número relevante de estudantes. São as boas universidades públicas, como as do Estado de São Paulo, e várias outras que existem no Brasil, que fazem isso.

 

O governo federal parece achar que boa educação superior custa muito caro. Esperemos que não pretenda levar-nos a experimentar o superior custo da ignorância.

 

Carlos Henrique de Brito Cruz, físico e engenheiro de eletrônica, reitor da Unicamp 

pois abro o google-traduction-outils-linguistiques- ou-qual-nome-tenha-o-treco, e qual minha GRATA surpresa? está disponível desde hoje, que eu tenha percebido, a tradução francês-português, português-francês.

!!!

acabou a função de pensar no inglês e fazer ir pro francês. que às vezes dá um telefone sem fio cheio de nós e sem nexo. preguiça de colocar o petit robert pra rodar à toda hora - e o petit, que na verdade é géant robert, é só francês-francês.

preguiça (comportement d'une personne qui évite et refuse l'effort).

daí, estou aqui, escrevendo - je bosse comme une malade ces dernières jours... pedi a tradução de "amenidades". preguiça de colocar o petit robert pra rodar... eu sabia que era algo entre o british "amenities" e a língua vernácula, mas não tinha certeza da grafia. daí ele me deu: "équipement".  

:(

p.s. "aménités" é a palavra.

rtl.

café preto.

gouffre com chocolate.

chesterfield blue.

credit agricole. 

linha 36 vers lempdes.

gmail.

amor.

teoria das convenções.

nova sociologia econômica.

prelo em inglês by myself. 

fromage blanc + marron glacê. 

chesterfield blue + sol.

nova economia institucional.

north x williamson.

peréio + macalé. 

amor. 

prelo em espanhol pelo tradutor.

movabletype.

linha 36 vers place delille.

rue du port.

baguette.

place de la victoire.

urbano 2 e a pomba - sempre cagando em sua cabeça.

chesterfield blue + france-info. 

lista.

banho de banheira + otis redding + chesterfield blue.  

saudade.

tivéssemos os cigarros hollywood na frança, fumaríamos ôliúd.

1984

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zebra

 não com esse título, mas com o leitmotiv,

floor

desiree palmen fotografa.

tramshelter

as imagens não são retocadas.

boekenkast

é tudo real.

bienal

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contei.

com esse; são quinze endereços em trinta anos de existência.

 

ps. mais oui, tô de mudança essa semana.

do caralho! (...) do caralho!

estudei dois anos de jornalismo e acabei me formando veterinária. me decepcionei muito cedo com o métier. mas percebi d'onde só depois. além do gosto pela escrita e leitura, o que não é crachá suficiente, eu queria o que eu imaginava que fosse. não o que é. claro, dá pra fazer coisas legais, mas eu perdi o tesão e piquei a mula.

o que eu imaginava que fosse era o tempo em que redações e jornais eram lugar de jornalistas, e não é uma questão de diploma. foram os livros que eu li... antes de entrar pra faculdade. que eu me lembro de pronto: opinião x censura (j.a. pinheiro machado, 1978); minha razão de viver (samuel wainer, 1988), chatô (fernando morais, 1994) - sim, verifiquei as datas de publicação e não encontrei links decentes.

bom, ainda adoro ler jornal. por ruim que seja, acho interessante. quando é bom, fico leitora.

ler o le monde é um prazer. apesar dos 15% de propriedade do grupo lagardère (investimentos em mídias, aeronaves, satélites e outros sortimentos) é um jornal bem pautado e muito bem escrito. e posicionado politicamente. à esquerda.

pois. hoje o monde, fundado em 1944, pela primeira vez na sua história não circula. motivo: greve. protesto pela supressão de postos de trabalho. 25% da redação deverá ser demitida.

como no mundo inteiro, o jornal de papel está em crise na frança. sintomático num jornal com o seu perfil: a editoria de esportes aumenta seu espaço em 100%. (!?!) de 2 para 4 páginas. o marido, no primeiro dia da enxurra esportiva no periódico, me conta sobre o dines rememorando a celeuma de quando o monde anunciou que passaria a publicar fotos...

nos estados unidos, segundo pesquisa do professor scott reinardy (ball state university): 31% dos jovens jornalistas (34 anos ou menos) desejam largar a profissão.

kiyoshi martinez, dentre os 'em crise', criou o muro das lamentações. de 10 de fevereiro até esse momento 3.970 comentários anônimos no angryjournalist. o 3.970: "I am angry at myself for not quitting sooner". muitos reclamam da baixa qualidade e rigor decrescente, pressões, autocensura (a questão dos anunciantes, always), sensacionalismo.

daí que o happyjournalist existe também. 100 comentários. literalmente e sem trocadilho.

guy debord já havia mais ou menos previsto. mas, esse, eu fui ler bem depois.

 

ps. o jornal mais vendido na frança é o l'équipe. atualidades esportivas.

pps. sim, frustrei um sonho (natimorto) da minha mãe: me ver na tv, como apresentadora de telejornal. sem chance. 

v e r b e a t b l o g s

moi

  • 30, exilada na frança, por conta e risco. comunicável e visível, porém.

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