calma aí

olha só, presta atenção. não desassina o feed não. isso aqui não morreu e nem vai. mas sabe bem como é, que às vezes na vida a gente precisa demais dar atenção a outros projetos, outros trabalhos. claro, porque escritor também precisa ganhar dinheiro, de algum jeito.

então fica aí. quando for, quando der, continuamos. assim, quem ainda não começou a ler pode começar já. e pode mandar email brigando, também, se quiser. ou brigar nos comentários mesmo.

mas calma que eu volto. o folhetim volta. de onde parei vou até terminar, leve o tempo que for. ok, pode ser? boa.

capítulo seis

Viu quando os colombianos entraram em um carro e se afastaram. Quando saiu do escritório Diogo estava irritado, criando xingamentos em portunhol. Não que houvesse qualquer acordo que o prejudicasse. Mas a arrogância do homenzinho e o sotaque despeitado.

O perigo era sempre a parada. Quando em algum ponto nos arredores da fazenda de Fabiano Ferraz a droga era camuflada com a soja, e seguia para Santos. Porque Diogo insistia em estar presente, vigiando na distância, enquanto mandava algum subordinado fazer o trabalho direto.

Gil não se metia no negócio da droga. Acreditava que o seu era um trabalho mais nobre. Ficava ao volante no carro com Diogo, pronto para agir caso fosse necessário.

A Diogo bastava que obedecesse o trajeto do comandante.

E havia um acordo com a polícia federal. Gil não estava preocupado com nada daquilo.

Passava do meio-dia. Tomou o metrô para o centro da cidade. Quando tocou o interfone no prédio da rua 7 de abril, não obteve resposta. Atravessou a rua e entrou em uma galeria. Esperou, rondando lojas e mantendo um olho na entrada do apartamento. Tempo não lhe faltava. Antes pudesse parar de pensar em Vera.

Era o tudo que jamais. Alguma vez pensou em mudar? Por ela? Sabia que Vera era pouquíssimo santa, e o universo do domínio do pai sempre lhe foi bastante familiar. Porque Gil a conheceu em viagem que Diogo fez ao Rio para conversar com alguns desses políticos da lavagem de dinheiro. Vera era carioca, mas vivia em São Paulo sob os olhos protetores de Aldo Chiarelli. Da mãe não sabia, nunca soube. Nunca quis saber.

Mas agora Gil reconhecia o jeito de andar de Peterson se aproximando pela calçada e remexendo os bolsos pela chave da porta de entrada do prédio. A visão era míope e tosca mas ele tinha a certeza que precisava. Chegou-se sorrateiro misturado entre a multidão e esperou que o outro tivesse já aberto a porta para empurrá-lo para dentro.

- Ei!
- Perdão.- Gil e um sorriso que era todo maldade e sarcasmo. Fechou a porta com o pé.- Tropecei.

Peterson uns olhos atônitos, como quem antevê uma desgraça. Gil tirou a arma da cintura e com ela gesticulou que andassem.

- Antes.

Outro gesto. Peterson compreendeu.

- Não estou armado, porra.

Andaram mais ao fim do corredor, protegidos então de olhos curiosos da rua, na penúmbra de uma lâmpada amarela e fraca. Gil o empurrou contra a parede e o revistou. Não encontrou arma e mandou que seguissem ao apartamento.

- Foi hoje, não foi?

E subiam pelas escadas até o sexto andar.

- Foi o quê?
- Aquele colombiano que vem, qual o nome dele?
- O Fabiano está em São Paulo?
- Rapaz, você veio aqui me perguntar se...
- Está?
- Não.
- Por quê?
- Negócios da fazenda.

Gil não questionou. Pararam em uma porta estreita na ponta de um corredor mal-iluminado. O chão de pastilhas sujas. Peterson abriu a porta e entraram. Um gato magro e feio pulou de uma estante e Gil virou a mira em sua direção. Peterson sentou-se no sofá e o gato abriu a boca em um rosnado surdo, encarando o visitante.

- Diogo te mandou aqui?
- Cala a boca.



- Onde você está?
- Na estrada.
- Quero que volte pro Rio hoje.
- Por quê?
- A coisa aí vai ficar bem feia.



O apartamento uma sala que era quarto e cozinha. Peterson tinha uma casa no interior, próxima à fazenda. Essa, sim, enorme e com piscina. Gil queria escolher as palavras. Queria ter certeza do que o trazia ali. Um acordo com a polícia federal? Que lhe importava? Que Diogo fosse preso. Ele tinha outros para quem trabalhar. Conhecidos de Diogo, homens que muito estimavam suas habilidades.

- Por que matar o advogado?
- Você matou o advogado, Gil.

Ergueu a arma, apontou.

- Pra puta que pariu, vai me matar também? Você é mais idiota do que parece.
- Pra que matar o advogado?
- Que eu sei de matar advogado? Eu e você, a gente só recebe ordens.
- Ninguém me mandou vir falar com você.
- E vai me matar, porra?

Gil deu de ombros, não desfez a mira.

- Não ia me fazer muita falta.

Abaixou a arma e Peterson soltou um suspiro aliviado, soprando com força. Gil enfiou a mão no bolso da jaqueta e tirou de lá o silenciador - porque como poderia se esquecer dele outra vez? - e sem tirar os olhos do outro encaixou a peça na ponta da Glock. Estava na verdade bastante perturbado, e Peterson não poderia saber. Que diferença fazia? Dava-lhe um ou dois tiros no pé ou no braço. Gil questionava-se sobre o que seria pior. Havia levado uma vez um tiro na mão, fugindo da polícia. Estourou-lhe o tendão e fez o dedo mínimo da mão esquerda um tanto inútil. Certo que não mais do que já deveria ser. Para que precisava daquele dedo?

- Gil!
- Pra que matar o advogado?
- Eu não sei, eu faço o que o chefe manda, porra. Vou saber dos motivos?
- Vai saber dos motivos, porque é um filho da puta de um puxa-saco.

O gato havia se afastado, e observava a cena sentado sobre a cama. Mantinha as orelhas abaixadas; elas se moviam a cada palavra pronunciada, como se o animal quisesse compreender o que falavam.

- Vamos conversar feito gente, cara. Tira essa merda da minha cara.
- O advogado sabia alguma coisa?
- O que ele não sabia? Isso não tem nada a ver com saber ou não saber porra nenhuma.
- Ele parecia saber um monte de coisa.
- Como assim?
- Antes de morrer. Falou um monte de coisa. E que o Fabiano anda fazendo acordo com quem não deve para lavar a cara suja.

Aborrecia-se. Pouco lhe importava a polícia e todo aquele jogo. Queria saber de Vera. Queria saber por que Vera estava com Guto. Queria saber o que Vera tinha com tudo aquilo. Porque ela pareceu tão serena ao ouvir que o advogado estava morto, e que não era certo fazer qualquer pergunta. Não fez pergunta alguma. Como sempre ela parecia aceitar o que via, silenciosa, os olhos diabólicos de quem sempre soube das engrenagens do mundo e a quem pouco importam as pequenas explicações. Como se desde muito já soubesse.

Fabiano conhecia Vera, e Gil sabia. Fabiano conhecia Vera, como todos conheciam Aldo Chiarelli e sabiam sua reputação.

E talvez Gil tivesse hesitado, porque Peterson sorriu.

- Desde quando você acredita em advogados?
- Não acredito.
- Claro que não. Você é um tipo que não confia na própria mãe.
- Na minha mãe eu confio.
- Ela deve te dar todos os motivos.
- Ela morreu.

Peterson conteve o riso e arrependeu-se quando viu o dedo de Gil abraçando o gatilho. Soltou um palavrão. O gato se assustou e enfiou-se debaixo da cama.



- Quem era?
- Meu pai.
- Que ele queria?
- O de sempre. Me proteger.
- De quê?
- Ele não sabe.
- Não sabe o quê?

Um sorriso que quis substituir a resposta. Mas ela veio um enigma:

- Ele não faz idéia.



- Estou perdendo a paciência.
- Se você já sabe tudo que o homem falou, que veio me perguntar? Que te importa essa merda? O Diogo é um imbecil, você sabe disso.

Que importava?

Mas outra vez sentiu o sorriso cínico de Peterson lhe queimar a vista.

- Quem era o rapaz que estava vigiando?
- Vigiando o quê?
- O Guto. Você me disse que tinha um rapaz vigiando, para ter certeza que ele estaria em casa.
- Um moleque. Que diferença faz?
- Quero falar com ele.

Peterson arregalou um pouco mais os olhos, que ainda isso fosse possível. Que passassem por sua cabeça todas as respostas e dissimulações possíveis, e não fosse capaz de encontrar o que dizer, em que se agarrar. Via era o cano da arma e sabia bem que Gil não o mataria, mas com prazer lhe estragaria um membro. E ainda porque sentia em sua hesitação o tempo limitando suas respostas e delas qualquer mentira soaria como um insulto. Afirmou com a cabeça, concordando com o que fosse, porque era preciso contornar o assunto.

- Agora- Gil continuou.
- Ele não está em São Paulo. Ele foi pra fazenda com o Fabiano.
- O moleque é importante.
- É só um peão. Filho de um caseiro, estava em São Paulo pra...
- Pra quê?

Outro palavrão. Pra quê? E ele sabia? Gil já não lhe dava qualquer crédito. Estava com vontade de puxar o gatilho e atingir-lhe no joelho, mas pensar a sujeira lhe dava uma preguiça enorme. E não podia sair de lá sem uma resposta. O tal moleque poderia saber. Que Vera estava fazendo ali, se chegou com Guto ou depois. Se já estava lá e desde quando. O que o rapaz poderia saber?

Mas Gil queria revê-la?

Mirou o ombro de Peterson.

- Espera.
- Que é?
- Eu te arranjo falar com ele, mas não pode ser hoje.
- E pode ser quando?
- Me dá dois dias.

capítulo cinco

Estava ouvindo a voz de Vera. Sabia que era sonho, porque via nítido seu sorriso e os olhos. Ele nunca soube dizer a cor daqueles olhos, mas arriscava que fossem verdes. Não eram. E eles estavam nítidos, cada traço mais escuro ou esverdeado, e embora Vera sorrisse estava sacudindo a cabeça em uma negação.

Quando se deu conta que estava deitado em sua cama, tateou no espaço vazio ao seu lado em uma esperança estúpida que ela pudesse estar ali. E porque sentia seu perfume?

Ergueu-se em um impulso e colocou-se de pé. Vestiu a calça do dia anterior e procurou uma camisa no armário. Havia sonhado com Vera e não se lembrava a última vez que havia sonhado com qualquer coisa. Saiu do quarto. A pasta que Peterson havia lhe entregado na noite anterior estava jogada sobre uma cadeira na cozinha e a geladeira estava vazia. Voltou para a sala e ligou a televisão e procurou algum canal que estivesse passando o noticiário. E que falariam sobre Guto Monteiro? Advogado suspeito de envolvimento com o tráfico ilegal de drogas. E então a imprensa começaria a trazer à tona uma possível ligação com algum político, talvez um senador da oposição ou um deputado muito conhecido, ou mesmo um empresário honesto e cumpridor da lei, como um Diogo Torres. E não tardaria para tudo ser muito bem abafado.

Não havia nenhum noticiário na televisão.

Foi ao seu quartinho de fundos espiar outra vez o modelo que estava montando. A peça quebrada. Precisava comprar cola.

Sua casa não tinha qualquer sinal de que Vera tivesse estado ali. Sentia o perfume, vago.

Olhou o modelo. Tinha uma caixa cheia de modelos quebrados em transportes e mudanças de casa. A maioria tinha a mesma escala de 1/72, e ele ainda tinha planos de montar um campo de batalhas. Compraria placas de isopor e materiais para fazer um gramado e a terra e outras dessas coisas de cenário. E então seria um espaço de tanques quebrados e aviões sem o trem de pouso, e alguns homenzinhos estariam como que consertando tudo aquilo, em um trabalho eterno.

Era um projeto que há muito tinha em mente, mas jamais se deu ao trabalho de ir até uma loja de modelismo e procurar o que faltava. E não sabia onde comprar as placas de isopor.

Na caixa havia um avião militar montado por Vera. As peças haviam sido um pouco mal coladas e a pintura parecia feita por uma criança. O dia que ela foi embora ele o atirou contra uma parede. Era um caso perdido, mas Gil ainda tinha planos de criar um local de queda, com o piloto meio enterrado na terra, sem um braço, ensangüentado. Ficaria bonito.

Depois saberia os detalhes que a imprensa gosta de acrescentar aos assassinatos de advogados importantes, porque viria qualquer um daqueles moleques de Diogo buscá-lo em uma moto antes do final da manhã. No escritório do empresário haveria uma televisão ligada na paranóia do chefe, e o apresentador do telejornal relatando o assassinato de Augusto Monteiro, suposto advogado do tráfico, porque já não parecia mais se tratar de ofensa ou difamação chamar o respeitoso homem do direito de criminoso.

A verdade é que Vera não lhe saía da cabeça. E enquanto Diogo resmungava sobre os problemas que essa morte traria, Gil tentava mesclar a nitidez de seu sonho com a imagem de Vera o encarando naquele quarto alheio, na noite anterior. Ele quis perguntar o que ela estava fazendo ali, mas não encontrou as palavras e temeu seu tom de voz. Vera e Guto?

Então apenas lhe disse que ela deveria sair dali, e quis saber se mais alguém sabia que ela estaria com Guto, e que era melhor apagar qualquer rastro de sua presença dentro daquela casa. Vera não o questionou. Afirmou com a cabeça e pegou uma jaqueta de couro sobre uma cadeira no quarto ao lado. Era um escritório. Gil livrou-se do restante dos recibos de cartão de crédito de Peterson jogando-os na lixeira, sob o olhar calado da moça.

- Guto Monteiro, morto. Morto! Assassinado! Isso é um inferno, Gil, o inferno chegou. E que diabos o homem estava fazendo dentro de um táxi com uma mala de viagem? Ele ia viajar, o filho de uma puta. Agora ele ia viajar. Ele sabia muito bem que é o pior momento para se viajar. Que já não me bastasse a droga do comandante desconfiado me mandando esse baixinho desgraçado para conversar e definir trajeto, toda vez!

O colombiano mandava sempre esse baixinho com alguns homens enormes e muito armados. E Diogo odiava essa estúpida demonstração de poder, porque sempre odiava o confronto com poderes mais altos.

- Como se eu não soubesse muito bem o que estou fazendo!

Que Vera estava fazendo com Guto?

E enquanto Diogo reclamava Gil queria se lembrar de tudo que o advogado lhe contara. Que Fabiano tinha feito qualquer acordo com a polícia. E também o carregamento para o espanhol. Mas o que Fabiano poderia saber sobre esse carregamento, se sempre vinha o tal do homenzinho combinar um trajeto diferente e um plano diferente?

E Vera. Vera e Guto. Vera estava com Guto e não parecia tão surpresa que Guto estivesse morto, como se estivesse ali todo aquele tempo apenas para assegurar que o assassinato fosse levado adiante. Não questionou o táxi estacionado em frente. Não quis saber o que havia dentro dele.

Mas Vera não esperava por Gil.

Ele ainda tinha o telefone dela?

O telefone no escritório tocou. Diogo atendeu com um grunhido, e foi a voz do outro lado da linha pronunciar palavra que Diogo começou a xingar.

- Pra puta que pariu que essa porra está prejudicada... Com a polícia federal? Quero que eles se explodam! Ele não sabia de merda nenhuma!

Gil conseguia ouvir a voz de Fabiano tentando se fazer ouvida.

Vera e ele haviam terminado o relacionamento quando ela descobriu sua profissão. Quando descobriu que ele não era exatamente segurança particular de Diogo. Mas que ela poderia dizer? Seu pai era um dos mais poderosos bicheiros do Rio de Janeiro. Aldo Chiarelli.

Que ela teria a dizer? Por que era preciso que se separassem?

- Alguém? Alguém? Um idiota de um alguém!

Gil estava sentado olhando as horas e imaginando quando o homem do colombiano chegaria, e se Diogo contaria a ele sobre a morte de Guto Monteiro. Ele não tinha certeza do problema que aquele assassinato poderia representar para Diogo, mas pouco se importava. Guto ou Fabiano havia feito um acordo com a polícia federal. E Vera, por qualquer motivo, havia se metido nisso.

- Não quero suas sugestões agora! Você é um filho da puta e se sabia de alguma coisa devia ter me contado antes!... Navio? Está louco? Agora dei de explodir navios? Pro inferno com a soja que você perdeu, não tive nada com isso!

Diogo desligou o telefone, antes atirando o aparelho algumas vezes contra o gancho e errando a mira.

E por que Vera se meteria nisso?

- Não se pode mais explodir navios sem que todos queiram saber que porra eu tive a ver com aquilo.
- Apareceu o agente federal atrás de mim, ontem. Queria saber da explosão.
- Pra puta que pariu o agente federal. Aquele merda pensa que é seu pai, como se você fosse um moleque de onze anos desajustado na escola.

Porque foi Gil que disse à Vera que deviam terminar, e que ela merecia alguém melhor. Que ela merecia alguém que pudesse se importar muito mais com ela do que com um impulso incontrolável de assistir ao sofrimento alheio. Que se importasse mais com ela do que com alguns modelos plásticos de montar. E ele falou isso tudo mas não acreditava em palavra alguma, e ela foi embora batendo a porta.

Agora Gil se lembrava de como na casa de Guto Vera não havia aberto a boca uma única vez. Esteve o tempo todo calada, e certa vez pareceu que suas mãos tremiam, mas mesmo assim foi muito habilidosa ao tirar seu carro da garagem, ainda que o táxi bloqueasse parte de sua passagem.

- Gil.
- Que é?
- Você sabe alguma coisa sobre esse "alguém" que resolveu apagar o Guto na pior das horas?
- Não.
- Merda.

Era preciso descobrir o que Vera estava fazendo na casa de Guto. Certo que lhe parecia estranho Fabiano pedir-lhe um serviço sobre o qual era melhor não contar a Diogo. E Fabiano não assumiu a autoria do crime. Contratou Gil e falou em "alguém". Quem o homem pensava que estava enganando?

Ora, alguém. Acreditava no que Guto havia dito?

Diogo xingava em voz baixa quando a campainha tocou. Gil levantou-se, tirando a arma da parte de trás da cintura e passando-a para a parte da frente.

- Parece que Fabiano é que fez acordos com a polícia federal- Gil disse, parando ao lado da porta e apoiando a mão sobre o cabo da Glock.

Diogo sorriu. Antes de abrir a porta, falou:

- Eu sei.

outra vez

ok. na verdade quis me comprometer a postar toda a semana custasse o que custasse, mas tem semanas que é simplesmente impossível. a última foram provas e redações a se recorrigir. agora são só redações mesmo. já comecei a escrever o capítulo cinco e já sei os rumos que ele vai tomar, mas faltou o tempo para ficar mais de meia hora no computador sem ser para ler emails e responder. espero que vocês entendam e não desistam tão cedo, porque eu não desisti.

e trabalhar.

essa semana

não tem capítulo novo, porque há a semana cheia de muitas provas e trabalho.

quem ainda não conseguiu ler os capítulos anteriores, esse é o momento. quem já leu tudo e quer capítulo cinco agora agora agora, eu fico mui feliz, e até digo, ops, desculpa. porque semana que vem eu volto com um capítulo todo novo e bonitão. ham?

um romance policial folhetinesco ou uma experiência quase literária, por Olivia Maia // saiba mais

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