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        <title>~82 ~ o blog do gejfin</title>
        <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/</link>
        <description>Sobre agora, que já era muita coisa, e o que tá só começando.</description>
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            <title>Nos botecos e restaurantes cariocas, quem paga a crise é o cliente.</title>
            <description><![CDATA[Desde semana passada já flagrei duas vezes - uma no Devassa e outra no Joe &amp; Leo's - uma pegadinha para o setor enfrentar com muita malandragem a crise e ainda aproveitar a chegada do verão e e, com ele, a alta movimentação na cidade seja por locais ou turistas, para engordar bem o faturamento: na conta, o total final soma ao consumo não mais os velhos - e desde que me conheço por gente institucionalizados - 10% do serviço, mas <b>12% ou 13%</b>, sem, claro, deixar o sutil incremento às claras.<br /><br />O Rio de Janeiro já consegue, impressionantemente, cobrar mais caro por um prato qualquer de comida ou um copo de chopp do que em Nova Iorque, Buenos Aires, Frankfurt e outras cidades 'caras' do mundo, então, vai a dica de um maldito pão-duro ou, antes disso, um Gejfin que simplesmente fica puto com essas 'roubadinhas malandras' típicas brasileiras (sobretudo cariocas): <b>preste muita atenção quando vier a conta, refazendo sempre o cálculo</b> aplicando os antigos 10%. e numa má recepção ao ato pelo atendente, bem possível, refaça mais uma vez daí retirando todo o serviço que, vale lembrar, é e sempre foi opcional. ]]></description>
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            <pubDate>Wed, 17 Dec 2008 10:47:58 -0300</pubDate>
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            <title>&quot;Basically, it seems the Internet is making us autistic.&quot;</title>
            <description><![CDATA[<br />E, finalmente, <a href="http://www.psfk.com/2008/10/new-book-examines-your-brain-on-technology.html">alguém provou</a> o que <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=132190">a gente já sabia</a>. <br /><br /><br /><br />]]></description>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">modernidade líquida</category>
            
            <pubDate>Thu, 11 Dec 2008 15:40:05 -0300</pubDate>
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            <title>aconteceu</title>
            <description><![CDATA[estava eu finalizando conversinha burocrática com o coordenador do curso de inglês, sobre o calendário dos próximos meses, quando:<br /><br /><blockquote><blockquote><i>-- então beleza, Leandro. que bom que a gente chegou numa solução. mas essa proposta foi só pra você, que eu sei que é flamenguista... </i><br /><i>-- que isso?! não sou flamenguista nada. sou colorado; eu sou gaúcho.</i><br /><i>-- gaúcho? mas gaúcho mesmo?</i><br /><i>-- sim, sou gaúcho. to no Rio só há dois anos e alguma coisa...</i><br /><i>-- sério? é que você não tem sotaque; fala igual carioca...</i></blockquote></blockquote> ]]></description>
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            <pubDate>Tue, 16 Sep 2008 22:13:27 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>perdoai os sacerdotes. eles não sabem o que dizem.</title>
            <description><![CDATA[<blockquote><blockquote><b>#</b> são três as fases evolutivas da linguagem humana: a falada, a escrita e a digital.<br /><b>#</b> o analógico pode ser entendido como quando toda a informação está presente o tempo todo; o digital, pelo contrário, é quando apenas o fragmento que importa da informação existe e pode ser mostrado e percebido sozinho.<br /><b>#</b> outra diferença, não devemos esquecer, é que ao analógico pertence o abstrato, enquanto ao digital pertence o código.<br /><b>#</b> a mídia de massa foi a responsável por entrarmos na era da sociedade do espetáculo; mas graças à Internet essa era acabou.<br /><b>#</b> e com ela também acabou a o tempo do "standar<b><i>t</i></b><i>"</i>; e em tudo que fazemos temos que tentar ser diferentes.<br /><b>#</b> o valor de um produto hoje está na quantidade de conexões que possui. por exemplo, o martelo tem 4 conexões: a mão, o prego, a parede, o quadro. fora isso, não serve mais pra nada. mas o telefone, muito diferente, tem muitas conexões, e por isso é mais importante que o martelo.<br /><b>#</b> a primeira fase da Internet foi marcada pelo <i>download</i>, onde todos baixavam o tudo que estava na rede para seus computadores; depois veio a fase do <i>upload</i>, onde todos queriam colocar na rede o que tinham; agora estamos em transição para uma nova fase, o <i>metaload</i>, onde as duas primeiras acontecem ao mesmo tempo. o termo foi apresentado como "é assim que eu gosto de chamar".&nbsp; &nbsp; <br /><b>#</b> e, no final, todos seremos artistas, e os artistas serão sacerdotes. o mundo estará sedento por arte.<br /></blockquote></blockquote><br />esse festival de imensuráveis bobagens, com não muito mais complemento ou recheio do que isso e nessa ordem que coloquei acima, foi cuspido pela galera d'<b><a href="http://www.oestudio.com.br/">oestúdio</a></b> no último sábado. eles participavam do <b><a href="http://www.onave.org.br/2008/08/25/proximo-descolagem-vai-debater-sobre-o-dialogo-entre-o-homem-e-a-maquina/">Descolagem</a></b>, evento do <a href="http://www.onave.org.br/webtv/"><b>NAVE</b></a>, que abre espaço para discutir educação, tecnologia e inovação. o tema desta edição era interfaces. sorte do projeto e de todos nós que estávamos lá assistindo que o line-up também era formado pelos amigos e gênios da raça da <a href="http://www.32bits.com.br/"><b>32Bits</b></a> e pelo professor-cosmólogo-filósofo Luiz Alberto Oliveira. eles não só deram show no que se propurseram a apresentar, como foram coerentes e extremamente responsáveis ao expor e fundamentar o que tinham para dizer e mostrar.<br /><br />e há de se ter responsabilidade quando o espaço de expressão faz parte justamente de um projeto de <b><i>educação</i></b>. antes os sacerdotes do design tivessem apenas trazido à luz do evento seu portfolio de criações, que é bom, ao invés de arriscarem um <i>mashup</i> de conceitos e suposições que não só eram superficiais, como estavam redondamente enganados no que concluíam ou no que usavam como caminho para as conclusões que tiraram de algum lugar. constrangedor, para quem tinha ao menos vaga idéia sobre o universo por eles abordado.<br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/09/oestudio.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">irresponsabilidade</category>
            
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            <pubDate>Mon, 08 Sep 2008 11:05:14 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>os heróis morreram de overdose</title>
            <description><![CDATA[ou <b><font style="font-size: 1.25em;"><i>a idiotização da blogosfera brasileira</i></font></b><br />ou <b><font style="font-size: 1.25em;"><i>autocrítica é difícil, mas é sinal de inteligência</i></font></b><br /><br />e lá vou eu, gejfin, não outro, nem mais nem menos, lançando-me agora ao importuno de fazer-te perder o tempo e encher seu RSS reader com minhas revoltas opiniões. mas me defendo dizendo que ficaria constrangido é de não dizer nada, deixando essa inquietação restrita a meus pobres neurônios já falhos e cansados de quem anda trabalhando demais e dormindo e bebendo de menos.<br /><br />na <i>lousa</i> escrevo "episódio Blue Bus" para contextualizar a crítica, mas é só uma continuação do pensamento que já vem sendo costurando, aqui escrito ou ao vivo para outros pobres mortais que tem que agüentar meu <i>blá blá blá</i>, incluindo minha esposa linda.<br /><br /><font style="font-size: 1em;">pois, o que tenho a dizer dessa vez é que <b>LOUVO</b></font> a confusão que rolou no final da semana passada, desencadeada por <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/84915/coca_cola_apresenta_hidrotonico_com_acao_em_blogs_de_aluguel">uma nota no Blue Bus</a> que se referiu a blogueiros como "de aluguel". não porque apóio o uso do termo, ou porque ponha minha mão no fogo pelo Blue Bus, como veículo - pelo contrário, não raro bem medíocre no papel para o qual se destina -, mas porque o fato foi uma ilustração magnífica do que me incomoda desde que escuto e leio a blogosfera em peso fechar questão com idéias tão estúpidas ao tentar entender e problematizar os blogs dentre características, papéis e funções das chamadas "novas mídias". donde, embora sejam os blogs parte das mais fundamentais, ficam os atores dessa peça em situação cada vez mais triste de rendição ao serem provocados nesses episódios; culpa não dos provocadores, mas dos provocados. faz doer a minha barriga de tanto rir. depois de chorar, de desgosto.<br /><br />no sábado passado tive o prazer de conhecer o <a href="http://www.onave.org.br/">NAVE</a>, projeto sensacional do Oi Futuro que inaugurou há poucos dias aqui no Rio, e cujas bases estão, com liberdade total minha de interpretação, fincadas no desejo de responder a uma pergunta que já foi inspiracionalmente <i>espraiada</i> pela Internet por Michael Wesch em vídeo do ano passado: "<a href="http://www.youtube.com/watch?v=-4CV05HyAbM"><b>we are ready?</b></a>". que as novas tecnologias de comunicação e informação estão aí, e são revolucionárias, todo mundo já sabe, mas como vamos lidar com elas e como estamos orientando as gerações que vêm aí para lidar com elas?<br /><br />a pergunta sempre teve e terá total pertinência, mesmo na medida em que formos avançando em tentar respondê-la, mas o que me dou conta agora é do tamanho da crise brazuca a esse respeito, séria porque envolve mentes valiosas que justamente poderiam fazer toda a diferença: grandes (não todos, mas <b>muitos</b>) novos e 'antigos' mentores da blogosfera brasileira - e sendo os blogs uma das armas mais populares dessa revolução, seus precursores deveriam seguir sendo agentes de transformação -, simplesmente resolveram <b>parar de pensar</b> e, pelo preço de poderem angariar valor social e econômico como tais, hoje são as pessoas mais perdidas, atrapalhadas e míopes no que se refere a como lidar com as novas tecnologias. <br /><br />de um jeito mais claro: uma das conseqüencias dessa revolução das TICs é entregar ao indivíduo a possibilidade de não mais ser apenas <i>mediado</i>, mas de sermos, individualmente, o próprio meio, a <i>mídia</i>. os blogueiros, especialmente aqueles que mais se engajaram em tentar extrarir do blog uma comunicação, conectividade e expressão mais apuradas para além do que se imaginava ser possível no começo, são os indíviduos que primeiro experimentaram <b>ser mídia</b>. e não sabem mais o que fazer com isso. caem na feroz armadilha da acomodação, autosatisfação (mesmo que em rede) e autoreferência (também, mesmo que em rede). pior, tentam se desvenciliar dela com as ferramentas erradas, partindo para um desesperado abraço coletivo aos valores e características que justamente são patrimônio da mídia ao qual eles diziam ter revolucionado. o impulso para isso pode ter muitas faces, mas nenhuma, na minha opinião, deveria justificar a inércia, e tamanho esvaziamento de uma autocrítica para discussão madura e evolutiva do tema, pelos caras que eram os heróis e desbravadores de outrora.<br /><br />não que precise ser feito por uma causa social e filosófica, educativa humanitária. em nome da coletividade então, nem me atrevo!, mas que fosse simplesmente pelo zelo da honra e moral deles próprios (que por tabela, afeta a blogosfera como conceito) na hora de ter que se confrontar com estocadas como a do Blue Bus. ficaram todos reféns, ficaram sim, como naquele episódio do Estadão. e não é culpa da famigerada <i>postura condenável de uma minoria "alugável" sem escrúpulos</i>, mas ficam reféns da sua própria idiotização, já que os blogueiros ditos críveis, sérios e relevantes entregaram em cruel sacrifício sua capacidade de reflexão e sucumbem dia-a-dia inteiramente - embaçando a vista - à overdose de suas individuais e mais vaidosas aspirações. <br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/07/meus-herois-morreram-de-overdo.html</link>
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            <pubDate>Tue, 08 Jul 2008 12:16:33 -0300</pubDate>
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            <title>eu, escrito</title>
            <description><![CDATA[precisou tiagón <a href="http://www.verbeat.org/blogs/bereteando">amigo-gêmeo-padrinho</a> <a href="http://www.verbeat.org/blogs/bereteando/2008/07/laaaaaaaaaaaaa.html">escrever</a> para eu lembrar do meu próprio aniversário, hoje, nesse 4 de julho. aniversário do blog, digo. aniversário que, relendo assim minhas próprias criaturas postas em posts pelos últimos 5 anos nessa janela, remexe naquela puta saudade de uma vontade que tem andado meio adormecida de escrever por escrever sem motivo. e nessa confusão do que sinto escorrendo esse texto súbito - sabe? dos que vem vindo - me permito sublinhar definição sim desse cara, publicação de apresentação de conteúdo em ordem cronológica inversa, na contra-mão de toda a merda que adoram falar por aí; ora bolas, valor de verdade dessa bobagem de blog é o poder atribuído, de importância essencialmente bereteio, da auto-coleção mais precisa, nós enquanto sujeitos vivos, imaginativos, expressivos, conectados, significantes (~cativos), desterritorializados, fetos, infinitos, multidimensionais, poeira, líquidos; ou mais ou menos simples assim: escritos. ]]></description>
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            <pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:46:02 -0300</pubDate>
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            <title>reclame corporativo</title>
            <description><![CDATA[Tá no Orkut? O Futebol quer dizer mais que Galvão e Seleção Brasileira na tua vida? <br />Então muda o teu país no perfil para Estônia (que só assim, por enquanto, dá pra brincar com os aplicativos) e instala <b><a href="http://www.orkut.com.br/AppInfo.aspx?appId=596484695980" target="_blank">esse aqui</a></b>, do <a href="http://www.globoesporte.com" target="_blank">GloboEsporte.com</a>. Não porque eu ajudei a fazer, mas ele ficou bonzão, ainda mais num pré-Grenal.]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/06/reclame-corporativo.html</link>
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            <pubDate>Wed, 25 Jun 2008 16:21:51 -0300</pubDate>
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            <title>piadas prontas corporativas: no programa de hoje, a Revista HSM Management</title>
            <description><![CDATA[passei pela banca agora depois do almoço e chamou minha atenção o carão do Chris Anderson na capa de uma revista que não a <a href="http://www.wired.com/">dele</a>. era a HSM Management, publicação do grupo homônimo focado em ser um fodaralhaço provedor de comunicação, informação, conhecimento e visão para gestão de negócios, e cujos eventos custam os olhos de muitas caras. a piada? ter como matéria de capa da sua revista nacional, que sai pela ba<b>g</b>*atela de <font style="font-size: 1.25em;"><b>R$43,00</b></font> o exemplar, a tradução do artigo do editor da Wired "<i><a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free">Free! Why $0.00 is the future of business</a></i>", cujo título já entrega com primor do que se trata, tendo sido originalmente publicado na edição de <font style="font-size: 1.25em;"><b>março</b></font> da revista, jà à época exaustivamente comentado e, desde tal também, com a <font style="font-size: 1.25em;"><b>íntegra</b></font> + <b><font style="font-size: 1.25em;">extras</font></b> disponível de <font style="font-size: 1.25em;"><b>graça</b></font> no <a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free">site</a>.<br /><br /><font style="font-size: 0.8em;">*obrigado ao atento leitor Fabio Oliva, que participu do nosso programa de hoje trazendo a sempre pertiníssima luz ortográfica e corrigiu meu horroroso "c" em "bagatela", agora já palavra lavada e perfumada. </font><br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/05/piadas-prontas-corporativas-no.html</link>
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            <pubDate>Wed, 28 May 2008 12:43:47 -0300</pubDate>
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            <title>das idades</title>
            <description><![CDATA[Vô Leiner, 98, depois de sentar com dificuldade na cadeira de escritório, era só felicidade, conversando com a neta, longe, via Messenger com câmera e microfone. Acenava e comentava do cabelo novo, curto, que ele ainda não tinha visto. E para a gente, coadjuvantes da cena irreparável, impressionava o quanto ele estava à vontade na experimentação ficcional-científica, ou muito além disso, se devidamente ajustada a percepção do fato ao quase centenário de comparação. Se bem que não é de hoje nem raro vô Leiner esbanjar destrezas genuinamente geração Y, sem muita dificuldade, ao mesmo tempo em que conta as histórias de 70 anos atrás como se tivessem acontecido ontem. Não, não que ele tenha passado ileso à surpresa com a maravilha tecnológica... precisavam ver a cara de susto quando disseram que a coisa toda era... de graça! <br /><br />Lembrei na hora do Seu Becker, de Agudo, 80 e muitos, que ao aceitar depois de alguma resistência <a href="http://www.verbeat.org/blogs/bereteando">nos</a> mostrar seu talento na gaita (qual era o nome mesmo, que não era gaita?), ao invés de trazer o instrumento, puxou um som portátil da prateleira da <i>venda</i>, deu play no aparelho e entre pausas e busca de faixas preferidas contou sobre como fazia para gravar de forma independente seus CDs em Santa Maria.<br /><br />Velhos? Somos nós.<br /><br />~*~<br /><br /><i>update</i>: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandone%C3%B3n"><b>bandoneon</b></a>. era isso. Seu Becker é famoso na região por ser um exímio tocador de <b>bandoneon</b> em casamentos.<br />]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/05/vo-leiner-98-depois-de.html</link>
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            <pubDate>Mon, 26 May 2008 12:06:13 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>taí. agora invejo São Paulo. </title>
            <description><![CDATA[<a href="http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/81571_comentarios.shtml?1311328">Cacetinhos em São Paulo</a>, por Ricardo Freire. ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/04/tai-agora-invejo-sao-paulo.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/04/tai-agora-invejo-sao-paulo.html</guid>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">esquilo</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">felicidade</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">gauchismos</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">qualidade de vida</category>
            
            <pubDate>Fri, 18 Apr 2008 17:10:45 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>a melhor do dia...</title>
            <description><![CDATA[

<br /><em>Hi, Leandro Gejfinbein.

<br /><br />dengue (dengue) is now following you on Twitter!<br /><br /><br /></em>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/04/a-melhor-do-dia.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">twitter</category>
            
            <pubDate>Fri, 18 Apr 2008 11:36:11 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>new spheres</title>
            <description><![CDATA[<p>Jeff Jarvis <a href="http://www.buzzmachine.com/2008/04/14/the-press-becomes-the-press-sphere/">publicou hoje ótimo texto</a> fazendo uma reflexão clara e didática sobre as mudanças em curso no ecossistema que abriga os meios, a imprensa, as notícias e nós, enquanto consumidores e/ou produtores nessa selva. uma boa&nbsp;referência&nbsp;(aliás, em geral os textos dele serão sempre) que serve de ingrediente às discussões e apostas mercadológicas e/ou ideológicas que pairam por aí.&nbsp;</p>
<p>e na carona, vale leitura também <a href="http://www.buzzmachine.com/2008/03/27/the-news-will-find-us/">esse outro post</a> de duas semanas atrás.</p>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/04/new-spheres.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogs</category>
            
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            <pubDate>Mon, 14 Apr 2008 18:47:39 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>blogueiros como (in)formadores de opinião</title>
            <description><![CDATA[graça a coincidência, e juro que veio até mim - ao acaso - e não o contrário. mas tal que depois de um final de dia ontem com discussões quentes sobre visões, projetos e ideologias que permeiam blogs, às voltas com <a href="http://www.verbeat.org/blogs/forsit/2008/04/nas-entrelinhas.html">idéias</a> e <a href="http://www.interney.net/?p=9761731">idéias</a> e <a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2008/04/08/blogueiros_no_safari_urbano_parte_i_ou_i/">idéias</a> desse povo conterrâneo de blogosfera, encontrei um interessante adendo ao que foi provacado pelo Ian Black, no post <a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2008/04/08/blogueiros_no_safari_urbano_parte_i_ou_i/" target="_blank"><i>Blogueiros no Safari Urbano - PARTE I</i></a>.<br /><br />é uma pesquisa canadense sobre <b>social media</b> <i>versus</i> <b>credibilidade e influência</b>, resumida pelo coordenador do projeto nessa afirmação: <i>"This shows that popularity doesn't always equate to credibility"</i>.<br /><br />na minha interpretação, o que a pesquisa mostra em números é a idéia de que as ferramentas e os ambientes que são parte da chamada <i>social media</i> - blogs, redes sociais, fóruns, etc -, são usados pelas pessoas como forma de expandir e fortalecer laços e valores de confiança e troca de percepções, mas sem poder suficiente para alterar as bases nas quais essas relações e o que trafega nelas são construídos. ou, mais simples, é certo dizer que eu confiaria muito no que diz um blogueiro famoso amigo meu sobre um produto, mas porque ele é meu amigo, não porque é um blogueiro famoso. o que não quer dizer que as pessoas não passem a usar a <i>social media</i> massivamente como fonte de informações sobre produtos, serviços, empresas e marcas, mas uma vez que o percentual de adesão a esse comportamento não equivale ao quanto isso influencia de forma significativa na compra à revelia da opinião que não vem desses ambientes, chuto aqui que ajuda a reafirmar outra coisa sobre esse assunto que me parece mais coerente nesse atual saco de gato de achismos: relevância, credibilidade, confiança e até "verdade" (esse último, como uma parte perigosa disso) passam a ser cada vez menos possíveis de se dar <i>a priori</i> ou serem personificados em uma entidade externa, seja ela pessoa/blogueiro ou empresa; são do indivíduo. <br /><br />logo, na hora de partir para a corrida maluca da produtização dessa massaroca toda e de aceitação por parte de um suposto mercado desses supostos produtos, vale refletir melhor sobre a diferença que existe no caso de uma opinião dada ao leitor efetivamente conseguir, do lado de lá, ser formadora ou limitar-se a ser apenas informadora. <br /><br />o link para informações sobre a pesquisa <a href="http://publications.mediapost.com/index.cfm?fuseaction=Articles.showArticleHomePage&amp;art_aid=79873">aqui, via Media Post</a>.<br />]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/04/blogueiros-como-informadores-d.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogosfera</category>
            
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            <pubDate>Wed, 09 Apr 2008 13:27:00 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>daquilo que não nos deixa</title>
            <description>e nem adianta ficar odiando me repetir. ou pensar que pode mesmo ser bobagem, e que eu me acharia irritantantemente chato se leitor de mim mesmo e me deparando com essa entrega sentimentalista reincidente. mas é maior que resistência possível e cuspo essas pouquinhas linhas mais uma vez nos anos para dizer que é outono, é abril, e nem eu entendo mais direito como pode saudade desse tamanho me portoalegrizar de repente quando bate essa época no primeiro pseudo-frio ou melo-dia que aponta no Rio de Janeiro, como está desde o início da semana passada. mas pra encher menos, me limito só a contar da flutuação a poucos centímetros do chão que experimentei quando saindo de casa para o trabalho com céu e cristo absolutamente cobertos, justamente dia depois de ter lido na ZH sobre o primeiro friozinho que visitou minha cidade-mãe, selei janelas do carro, liguei estupidamente nos máximos as regulagens pró-frio do ar-condicionado do carro, dei play em Vitor Ramil e simulei Porto Alegre do Humaitá à Barra da Tijuca. lindo. </description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/04/daquilo-que-nao-nos-deixa.html</link>
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            <pubDate>Sun, 06 Apr 2008 18:24:26 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>não.</title>
            <description><![CDATA[atrasado... sempre. só hoje que dou de cara com a tal proposta da <a href="http://www.interney.net/?p=9761731">blogagem inédita</a>, e foi mal <a href="http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/01/tendencia-plus-resistencia.html">que me</a> <a href="http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2007/10/barcamp-rio.html">repito</a>, nesse blog que já anda morno e esquecido. mas é de doer os cornos páragrafo por parágrafo do post que explica regras e justifica a idéia. e de impressionar mais uma vez a estupidez, maior que a própria pregação, da massiva aceitação da reza.<br /><br />que porra é essa? de achar lindo e legítimo, um chamado à blogosfera para se auto-afirmar justamente tudo que, ao deixar de ser, a fez alguém: extensão e (r)evolução do que já se sabia fazer e vender na comunicação há décadas.<br /><br />eu, não.&nbsp;  <br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/2008/03/atrasado-sempre-so-hoje-que.html</link>
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            <pubDate>Tue, 18 Mar 2008 16:52:12 -0300</pubDate>
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