março 2006 Archives

eclipse total

do sol. desde 1940 não havia um igual, dizia a matéria na TV. só não entendo como é que tem matéria sobre eclipse total do sol que há 65 anos não acontecia t o d o ano, que eu lembre. ou seja, todo ano tem um. então: ou tem informação faltando, como ser a raridade não o fenômeno mas sim alguns outros atributos dele, como a região onde poderá ser visto, já que o que importa mesmo é a velhinha que se emociona dizendo que lembra do lindo céu estrelado de meio-dia; ou os cientistas viraram autistas; ou os jornalistas não fazem a mínima idéia do que estão falando; ou 65 anos andam passando em 1, depressa demais, o que é, claro, bem mais provável.

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amanhã o rio grande vai acordar em inverno. 3oC na serra, diz a previsão. delícia.

Pics passou a bola e, sabia ela, pois é das minhas péssimas manias que todo mundo conhece perder a hora. Mas ah! Me deixa, vai...

mania#1: café da manhã precisa ter café e é com leite e é gelaaado com uma abrandada nessa última parte quando o frio do inverno gaúcho está dos de rachar de ranguear cusco com vento minuando assoviando cortando, entendeste.

mania#2: de ficar encontrando placas com as dezenas "28"e "82" ou demais combinaçãoes que aceitam até 3 ou 4 algarismos mantendo esses numerozinhos mágicos aí juntinhos. "encontrando" veja bem que eu não disse "procurando" porque a submania dessa mania é jamais aceitar que existe a procura, mas não, ao invés, ora bolas, eles é que surgem na minha frente! e às vezes são tantos que até me assusto.

mania#3: ler mais de um livro ao mesmo tempo e se possível que sejam completamente diferentes. é verdade que apesar de abri-los assim, todos, a imersão e atenção a um deles ou determinada parte deles pode variar bastante em detrimento do seu colega de criado-mudo e a coisa não é tão louca. embora também seja bem verdade que não é raro eu ler tudo bem ao mesmo tempo valendo.

mania#4: e dei um jeito de burlar as regras e colocar aqui uma guaiaca cheia de manias contando só uma. mas é que são aquelas manias que se disfarçam de traços de personalidade e devem ser só manias manias mas que enganam direitinho porque ninguém mais tem esperança de que vá um dia ser diferente, apesar de tecnicamente possível ou não. que mania também é vício e se livrar é difícil. então: esquecer as coisas, nem sempre prestar atenção no que as pessoas estão falando mesmo olhando e olhando e até concordando e, por conseqüência, mania terrível de interrompê-las com outro assunto que não faz o mínimo sentido que só eu estava pensando.

mania#5: de insistir em acreditar que o mundo é também daqueles que apenas sonham em conquistá-lo. e não é só um jeito de terminar o post assim para ficar bonito com uma sucessão de palavras tão perfeita. mania. mania sim, que me toma em descontrole e porque na grande maioria das vezes eu só me ferro sem conseguir deixar de seguir acreditando e maniando essa quinta, e maior de todas, excentricidades.

quinta? não. hoje pra mim é sexta. eu ganhei. e que bom que é. porque daqui a pouco nada mais importa que não sejam as coisas que realmente importam. logo mais vou receber visita. "oi" e pronto do que era mesmo que eu tava reclamando, o que era mesmo que não estava bem e o que era mesmo que importava sem ter importância? ah~~ tic tac tic tac tic tac tic tac...

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e para escalar a próxima rodada, nem saio do condomínio. falem de suas manias, tati, jojo, pimentudas!

- tu tá bem?

não. não tô.
e sei por quê. e é pior saber. porque quando não se está bem, está-se melhor na ignorância dos motivos do que tendo a plena consicência deles e da tua incapacidade para combatê-los na justa força que merecem para que possam ser anulados. na justa força qualquer que seja, na verdade.

não. não tô.
porque não é fácil uma vez ter apertado o botão, reverter a pressão. não sai, o maldito, do fundo. pisca, continua piscando, aceso, ligado, alertando. conectando e relacionando e estimulando neurônios que melhor estariam, às vezes, se seguissem dormindo. shhh! obrigado!

não. não tô.
que tem muita coisa errada. e tem muita coisa injusta. e tem muita coisa, tanta coisa, tanta que fica existindo e conquistando e seduzindo e aí então impedindo. é preciso que se aceite, mas que não se possa. e é preciso então que se aceite não poder. e ter que ser feliz. e assim se repetir, infinitamente, porque somos ferramentas.

não. não tô.
penso, logo existir é bem difícil.

mas nada como uma sexta à noite e um sábado e um domingo.
beretear é preciso.

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bom fim de semana para todo mundo.

Concluindo...

Sobre a Regina

Rafa, na verdade a menstruação dela é um estado de espírito... e de cara, e de fala e de... argh... peraí que preciso ir correndo no banheiro.

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Sobre o Bombordo

Está no ar! Hoje, apresentando-se. Amanhã já bombando. Serão publicados textos de segunda a sexta. Cerca de quinze autores participam, cada um em um dia, além de eventuais convidados. A idéia parte do desejo de um grupo de pessoas que hoje compartilham idéias dentro de uma lista por e-mails, de fazer de algumas dessas boas discussões públicas, contando com os sempre bem-vindos diálogos travados nos comentários. São várias as temáticas, de eleições a cultura e literatura, sendo que de alguma forma os textos estarão sempre provocando ou sugerindo uma reflexão social e política, no entendimento mais amplo e livre possível que se possa ter destas duas palavrinhas.

Bem-vindos a borbo.

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Sobre o Desafio Activia

O desafio Fantástico Activia do Blog do Gejfin é o que há. E quem diz é o Google. Procurando por "desafio activia", vejam só!, o terceiro link é o deste culturalmente útil blog, uma posição acima do website da Danone. Toma! Feliz dia do consumidor.

Correndo...

Amanhã, amanhã é um grande dia! Estréia na Verbeat o blog Bombordo. Ontem ainda me peguei olhando para a página vazia, que já está no ar, num total bereteio. Pensando que a partir de amanhã vazio é exatamente uma expressão que, esperamos, não fará o menor sentido por lá. Não entro em detalhes porque o Miltão fará a devida apresentação.

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Enquanto isso a Verbeat orgulhosamente informa que o blog Cidades Crónicas, mais seu idealizador, Paulo Miranda, e demais autores, foram citados em um artigo do Diário de Macau. Macau!

A idéia partiu de Paulo José Miranda, autor do último romance escrito sobre a vida e obra de Camilo Pessanha. Na internet há agora um sítio onde escritores da lusofonia, Macau incluída, falam todas as semanas sobre o quotidiano das suas cidades.

Leia na íntegra.

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As formigas da minha cozinha desapareceram! Ainda pensando se tratar apenas de uma pegadinha, fiz o teste ontem à noite, tirando tudo que havia saído do armário para ir para o microondas e geladeira, e deixei a noite toda em cima da mesa. Nada. Nada.

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Mas venci foi só uma batalha. Que desde semana passada elas invadiram nada mais nada menos que... o meu carro! São de outras espécies, é verdade, mas seguem sendo um inferno. Não podem ser só formigas. Ou eu posso não ser apenas um Gejfin. Tem segredo ainda muito bem guardado nessa história. E eu tenho medo.

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"Eu tenho medo", e em ano de eleições, lembrei da Regina Menstruada Duarte. Argh...

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Tô atrasado. Ahh!

Desconto

[Atenção: última chamada para o vôo GOL 7676, com destino ao Rio de Janeiro, via Curitiba. Embarque imediato portão 6]

Mas Gérson não estava lá ainda. Vai perder o vôo. As portas automáticas abrem e fecham e ele não passa por elas. Antes ao menos estivesse quase. Mas não, nem isso. Gérson nem pegou o táxi do seu Consuelo, que está nesse momento levando uma senhora lá em Belém Novo, conversando sobre a chuva de ontem que inundou a cidade, ao invés de falar do Grenal que o Inter goleou, sem mesmo antes perguntar se Gérson seria colorado ou tricolor. Consuelo desejaria que fosse gremista. Mas Gérson nunca vai pegar esse táxi. E certeza tenho porque às 6h da matina ele deveria ter batido a porta de casa com as malas prontas, mas nem sequer esqueceu de acordar, o homem, porque nem foi deitar. A casa estava vazia. Gérson não deu as caras por lá nessa noite. Se tivesse um cão, o bicho estaria morrendo de fome, agonizando na espera do dono. Mas Gérson não se prestava a ter outro ser vivo em casa, que não ele. Era o que parecia. O mais provável é que tenha se acabado no Alfredo, botequim desses onde as pessoas o freqüentam que não para outra coisa senão se acabar ali dentro. Dos bares que seriam perfeitos e cinematográficos se tivesse como complemento um palco mal iluminado e uma puta de maquiagem pesada cantando desafinada enquanto os bêbados assistiam às suas pernas, e fantasiavam e reviravam os bolsos na fracassada busca por trocados. Não há o palco. E nem Gérson por aquele balcão esteve. Devo lhes dizer: a desgraça deve ter início bem mais cedo, ainda ontem, quando ele, empregado, batia o ponto para o fim do expediente e na pressa de arrumar as malas acabou errando o luminoso da sinaleira e tombado, atropelado por aquele opala azul metálico. Assim seria fácil, entretanto não se sabe de qualquer opala metálico que tenha por ali passado, nem marcas no asfalto. E é melhor que se diga ainda que isso teria acontecido se Gérson tivesse, de fato, batido o ponto de chegada ao trabalho. Que nada. Não houve esse apontamento no cartão. Também nem ligou para avisar do atraso ou falta. Está certo que há de se dar um desconto. Lembrar o número do escritório em situações assim adversas e perturbadoras, como acordando já com sol alto, prazerosamente exausto de sorriso automático nos lábios, na cama da Rosália, que ainda por cima mora quase em Alvorada... Que importa? Chefe não engole essas desculpas. Amigo sim, chefe nunca. Pena que os amigos de Gérson nem ficaram sabendo dessa história. Ou quem, diabos, é Rosália de Alvorada. Gérson mesmo, tampouco sabe. Há muito que ele não pega uma guria, não ia ser agora. Gérson deve ter dormido fora, mas, é mais provável, deitado no colo materno, lá em Encruzilhada. Pobre Dona Virgínia, mulher doce, santa, boa. Não merecia. Não merecia. Perder Gérson ainda na barriga, logo depois que soube ser menino a cria. Não quis saber mais de filhos. Nem do marido. Como era mesmo o nome dele? Não lembro. Vai ver é porque não o conheço direito. Esqueço mesmo. Desconfio até que nunca tenha existido tal sujeito.

Tati não é Gabriela. Gabriela não é Canela. Nem é tampouco um café com Tati, ou com Gabriela. Gabriela com Café é o blog da Tati, que estréia hoje na Verbeat.

E que seja bela e mágica - tal como as cartas que ilustram e decoram as paredes dessa tua casa, ou tal como, ora, és tu -, a experiência do estranhamento bom de escrever aqui, de escrever um blog.

Bem-vinda! Bem-vinda, carioca!

Calor...

No Dia Internacional da Mulher... Não, tenho antes que falar sobre outra coisa... preciso dividir com vocês toda minha apreensão diante do flagrante satânico!

Três primeiros posts de março. Três "6" comentários em cada. E se agora eu sair na rua e encontrar um portal para o inferno? E se não encontrar? Pior. Pior. Pode minha alma estar sendo negociada nas trevas sem eu saber. Pois não venha me dizer que se por aqui, em cima, tanto golpe falsifica direito de propriedade, não haveria de ter já uma procuração liberando minha alma para o mercado negro, e de todos nós. Não se assustem, portanto, se na próxima vez que acessarem este blog, sentirem o formigar de seu indicador que clica, ou não achem estranho quando o mouse se incendiar ou o monitor tentar vos engolir. Ou ainda uma bela sereia virtual, percorrendo o espaço de tela num nadar sensual e olhares irresistíveis e carícias por nos seus seios Baywatch, e ela vai começar a cantar lindamente hipnotizando todos nós, homens. O mesmo valendo para as mulheres, que verão algum homão aí que, ah, sei lá, imaginem, que eu não vou ficar descrevendo isso. Só descrevo sereias. Até porque no fim ambos se revelerão o diabo, sim, e todo em volta será o reino dele. Aquela coisa toda quente e subterrânea. Argh... será que rola um ar-condicionado? Ou pelo menos uma Internet banda-larga? Oh, Céus!

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Mas não. Não! Deixemos de lado assuntos esses que não interessam, que eu queria mesmo era falar das mulheres e suas conquistas e suas maravilhas e... Mulher vestida de diabinha é uma delícia... - pára, Gejfin! - e toda força da mulher brasileira... e a diabinha mexendo e descendo até o chão e aquela roupa vermelha justinha e... - Gejfin!!

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Blog, quando morre, vai para onde?

Oscar

Sem surpresas. Ou o Crash foi a surpresa. Mas sei pouco sobre a intensidade de acontecimentos relativos ao prêmio por através da retina de quem percebe, para chamar de surpresa e gastar mais do que 3 linahs com o Oscar. Droga. Gastei quatro.

Fantástico

O motivo era nobre: ver o amigo Rafa globando. Nada. Da próxima vez tem que vir data, horário, sms com um "agora", até em caixa alta. Isso porque... ghak!... assistir ao Fantástico, e inteiro... ahh! Imaginava que era só um exercício de paciência, mas não, é uma auto-flagelação. Não, não é o único exemplar, e repetindo aqui o que já é uma obviedade: que tamanha montanha de lixo em que está enterrada a TV aberta brasileira! Perde-se a conta de quantas vezes nos chamam de estúpidos, e - com cada vez menos sutileza - de dinheiro (a.k.a consumidores), em detrimento de sermos "pessoas", ou "telespectadores". Quer dizer, por um lado isso até é bom, que temos uma baixa naqueles patéticos slogans: "pensando sempre em você" ou "a felicidade mora aqui" dos anunciantes. Acho que é também o maior índice demográfico de má-ocupação de tempo com propaganda de empréstimos ou "empresas de serviços financeiros" como se auto-proclamam. Essas, que "realizam o seu sonho". Devia ser proibido. Não sendo, devia pelo menos existir uma campanha de desmoralização de celebridades que vendessem sua lábia e seu rostinho para apelo dos tais "serviços financeiros". E quando tudo parecia já bem horrível, lá pelo 24° bloco, entra uma matéria sobre amizade, sem qualquer pé, ou qualquer cabeça, ou alma, ou que fosse só a parte penada; nada. Costuraram Carlinhos Brownie com Gilberto Gil, João Bosco, Big Brother, socialites cariocas e Nair Belo em entrevista dada na sua sala de jantar dos anos 50... 1650. É muita merda. Muita. Sorte que a salvação está lá, também, no break seguinte: o desafio Activia. Corra para o supermercado e compre caixas e caixas do iogurte inimigo de intestino preso. Coma uma bandeja por bloco e se tudo der certo, até o Bom Dia Brasil da segunda, o Fantástico já vai ter ido descarga abaixo. Não acontecendo, em 15 dias a Danone devolve seu dinheiro. Pelo menos é o que a guria-propaganda feliz (goza de um belo exemplar de intestino solto, imagino) faz a gente acreditar.

E por falar em TV aberta. Alguém aí já viu aquele filme institucional com imagens bonitas do Brasil com um céu cheio de ondas de palavras que fica repetindo que TV aberta é uma conquista, é Brasil e é 100% grátis? Quam assina, bem pequenininho, é uma "associação de emissoras de redes", ou coisa parecida, mas que não é a ABERT. Alguma coisa ali me cheirou esquisito. Medo.

Felicidade mesmo...

É o engarrafamento no entorno dos bares e todas as vagas da garagem do meu prédio ocupadas. Bem-vinda à vida Porto Alegre querida. Ufa.

Começa o ano e vou recolhendo e montando algumas minhas partes espalhadas por vários lugares aí fora e aqui dentro. Ou nem tanto. Nesta sexta-feira estranha, de uma semana de dois dias e meio, o que dizer se não meias importâncias. Ou talvez mais, ou ainda menos.

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Não é que aconteceu de novo? No centro da capital gaúcha um caminhão, depois de se perder e acabar num poste, faz tombar uma carga inteira de frangos vivos que ficaram espalhados na avenida. Em setembro do ano passado um acidente parecido foi a diversão do dia. Coincidência? Não... Acho que é terrorismo. Uma luta pela liberdade das galinhas, inspirada por aquele filme como-é-o-nome-mesmo-? Atentado contra os nuggets. Ou alguém deseja ter sob o seu domínio dezenas e dezenas de galin... Opa! Só um pouquinho... Essa não! Sérgio!

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Este ano, 2006, é o centenário de nascimento do mais querido poeta gaúcho, Mário Quintana. Uma linha de texto não é nem de longe a forma como eu devo e deverei fazer referência a isso, mas comento porque lembrei há pouco de um outro atentado, dessa vez contra a cultura, a democracia, a literatura, o bom senso (veja bem que isso é um tanto além de galinhas). Vejo um belíssimo exemplar de um livro na Livraria Cultura que traz a obra completa do poeta, passo na leitora do código de barras, bip bip depois, no visor ilumina-se R$170,00. Fiquei pasmo. Que absurdo. Como é que um livro custa isso? Obra completa de Mário Quintana deveria ser de graça, distribuída nas escolas, em centros comunitários. Centenário de Quintana assim não quero, obrigado. E, tenho certeza, ele mesmo se surpreendido com isso, silenciaria de desgosto.

~*~

Meu carnaval foi maravilhoso. Então não acreditem na busca do UOL, quando vier o Blog do Gejfin na primeira e segunda posições do ranking para a string "carnaval bizarro". De novo, e cada vez mais, eu tenho muito medo desses mecanismos de busca.

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Bom fim de semana para todo mundo.

Agora vai!

Março. Ano começando. Bom ano novo para todo mundo. Que tudo só começa valendo hoje. Porto Alegre deixa de ser cidade-fantasma. As ruas já estão cheias, e na segunda-feira o bom caos volta a se instalar para minha alegria, que calmaria demais por tempo demais ninguém merece.

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Dois de março. Vivas para o aniversariante do dia! Sergius Brunus! Ouvi dizer que já tem comemoração marcada e nem vai dar tempo dele largar as orelhas de coelho do carnaval em casa. Eita! Parabéns, amigo!

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Dois de março. Vivas para a aniversarianete do dia! Verbeat! Hoje faz 2 anos que toda essa bagunça aqui começou. E de presente, Verbeat Blogs ganha hoje uma nova home. Além dos links para os blogs, tem uma lista com os posts mais recentes publicados e até um mini-blog, para que a gente tenha mais um lugar para dizer coisas sem sentido. Espia lá, espia!

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Uh!