outubro 2005 Archives
Estão sendo exibidas janelinhas com propaganda ou outro tipo de conteúdo do inferno no acesso aos blogs da Verbeat. É trabalho de algum filhadaputa que, por exemplo, pensando melhor agora, seria um bom motivo para eu ter votado NÃO no referendo. Explodiria com prazer a cabeça desses malditos que fazem essas coisas. Sei lá como se resolve, mas vamos dar um jeito de resolver logo. Por enquanto, fica o aviso de NÃO CLICAR, em qualquer hipótese, nesses popups e muito cuidado na hora de fechá-los, com opções de "sim" e "não" etc. É tudo sacanagem. ALT-F4 é sempre a melhor saída.
Saco.
Começou com a luz do sol incomodando. Não tenho cortina na sala e me achei um tanto desprotegido desse dia claro demais. E passo pelo trecho, numa entrevista que transcrevo, onde uma citação feita sem importância àquele contexto traz ontem, e ontem foi ligando a outras coisas. Fui tomado por uma nostalgia estranha de tal forma etérea que tempo e lugar que a originam são partes que realocam-se, abstratas, embaralhando-se, enquanto me encontro na camada acima daquela por onde move-se a memória. É a "saudade líquida"? Sei lá, mas o jeito foi buscar isso e isso*.
Madrugada de inverno frio em Porto Alegre, neste ano, voltando para a Zona Sul. Das últimas passagens por um caminho que hoje tem vetores invertidos de ir e voltar. Revejo e de repente alcanço uma infinidade de coisas que me confortam dessa luz exagerada que teima em entrar.
Me sinto melhor.
~..~
*vídeos wmv - 600kb e 900kb
Porque é sexta. Porque blog é diarinho virtual (rá!). Porque tirando eu, as fotos só tem coisas legais.
~ o ~
BRASÍLIA

A primeira impressão de Brasília foi essa: são várias as paisagens da cidade. Ok, toda cidade grande tem também, mas lá cada coisa tem seu lugar, até o feio e o bonito. E estando num lugar, parece não existir mais os outros. Na montagem, sentido horário, a W3 no final da Asa Norte, o Eixão (tá certo?!) e uma quadra residencial. As quadras, os códigos, as ruas iguais, tudo me confundiu, os 35°C também me confundiram as idéias. Daí, enfim...

Dava uma sede e a gente bebia. E bebia.

Não demorou e passei a ver ainda outras coisas. Mas eu lembro pouco.

É maldade dizer que por lá não se trabalha. Flagrei esses governistas gerenciando a crise.

E eu me divertindo, com meus queridos amigos. Eu, Rafa; Pati, Eu, Rafa.

Fotos com famosos. Primeiro os da TV, Globo - claro (Márcia e Rafa). Depois da blogosfera (Smart).

E estas são Inara e Fernanda. As pilhas da máquina delas salvaram minha vida fotográfica. E elas eram tão legais, que ficamos de papo e eu perdi meu grupo da visita monitorada. Fomos tirar fotos no plenário do Senado e depois elas me convidaram (ou fui eu que me convidei?) para almoçar, no restaurante da Câmara.
~ o ~
Amanhã a parte II, com o Riiio.
E bom fim de semana.
Chegaram aqui buscando "quero rola e pronto".
(cara de messenger)
As linhas não mentem: o papo está ótimo.

Merda,
Puta,
Caralho,
e outras palavras foram barradas pelo meu Word 2003 quando tentei adicioná-las ao dicionário há pouco. Redigia um texto e cansei de ver as expressões sublinhadas em vermelho.
Nicinha + Microsoft: como diz o Sérgio, o mundo não é ótimo?
tump... !
Eram duas chamadas. Para às 19h30 e, no caso de a síndica se sentir um tanto sozinha, esperava-se até às 20h. Desci 19h45min. Não podia parecer um novo morador amador, inexperiente e afobado, mas também ninguém podia ficar me odiando por ter sido o último a dar as caras.
Cheguei e estavam ali a síndica e outra senhora. Conversavam sobre pessoas idosas que moram sozinhas. A síndica, há 25 anos no prédio, está pensando em ir embora. A outra, que está há "apenas" 20 preocupou-se com amiga porque sair dali para morar com a filha e a neta... Aconselhou: "pensa bem, tu vai perder a intimidade, a independência..."
A síndica, que já me conhecia, apresentou-me à vizinha. "Esse é o menino que alugou o quinhentos e seis. Não... ih, quinhentos e seis é o meu. Ah, é o três. Quinhentos e três."
Interrompendo o papo, entra no prédio um chinês ou japonês gorducho. Cumprimenta os três e engata uma quinta marcha falando, falando, falando; eu nem entendi como tinha começado aquilo. E falava como falam aqueles chineses ou japoneses dos programas humorísticos. Foi engraçado. Referendo, Lula, violência, administração do condomínio, jardim e só cessou quando a porta do elevador fechou, mas foi em fade, que ele continuou falando lá dentro. Eu brincava com meu chaveiro.
Ainda tinha esperança de que pelo menos encontrasse aquela vizinha. AQUELA ótima vizinha que nunca recebeu minhas desculpas e a caixa de bombons e vinho e tudo que não existiu também. Nada. Mas cabe consolo, que aparece na escada uma moradora do segundo andar que - hmmm - uma boa moça. Senta no sofá no meio das duas senhoras que a mimam como se fosse aquela neta preferida. Querem saber por onde tem andado - ei, eu também! A vizinha, ao que parece, viaja muito. O que será que ela faz? Aliás, que horas está em casa? é casada? tem namorado? Enfim. Sou apresentado. Luciana, do duzendos e X. Boa moça. "Prazer". Volto a brincar com meu chaveiro.
Chega então uma pessoa da adminsitradora do condomínio e outros três moradores. Um deles é o vice-sídico, aquele que conheci porque o filho me ligou dizendo que eu tinha batido no carro da família, na minha terceira noite no prédio. Lembramos a cena, e que não foi um bom jeito de começar, mas nos entendemos, o que é o importante; rimos. Ou eu tentei rir... não sei se funcionou. Acho que continuo odiando ele.
Três pastas de prestação de contas. Eles compraram pedrinhas brancas para colocar no entorno das palmeiras e eu descubro que paguei por isso. E que também paguei por muitas outras e devo ter pago tanto, que a conta fechou o mês no positivo. Boa! Podiam baixar o condomínio! Rá! Rá! Rá! Estava "pouco" positivo, na opinião dos moradores e a partir dali eu comecei a perder muito. Páro de brincar com o chaveiro. 10%. Fica decidido que para o próximo mês teremos aumento de 10%.
Eleições. Candidatos? A síndica olha para mim. "Eu?!" Consegui dizer só assim: "olha só... eu não existo direito nem pra mim, imagina para um condomínio de verdade inteiro". Todos riram, e eu ri do "de verdade" que saiu no meio. A senhora, minha vizinha de andar, deixa o cargo. Quem assume? O vice-síndico, cara do carro. Perdi mais um pouquinho. O consolo é de novo a vizinha: foi escolhida vice-síndica, num lobby das avós emprestadas. Deve ter rolado uns bolos de chocolate na negociata. Os outros presentes elegem-se para o Conselho e só eu fico de fora de qualquer cargo adminstrativo, o que é ótimo.
Encerrada a reunião, pego o elevador com duas condôminas. Uma delas aquela velhinha que aconselhava a outra. Ela sorri e me dá boas-vindas do alto do seu metro e meio. Abro a porta para ela e recebo como obrigado um "qualquer coisa que precisares, moro no duzentos e quatro. Boa noite, meu filho."
Boa noite.
Verbeat Blogs sob o medo. Tiagón El Rey, também conhecido como El Rey Tiagón, tem apavorado nossa pequena e humilde comunidade de blogueiros. Possuído pelo referendo, tomado por uma estranha e poderosa força, o até então pacato e divertido vizinho vem amedrontando os moradores declarando seus mais íntimos desejos de matar VIII nos corredores do prédio. Como Síndico, precisava fazer alguma coisa. Verbeaters, uni-vos nesta campanha!

Um depoimento impressionante vindo de uma porta entreaberta; voz trêmula e desesperada:
- O amor não é um coisa que chega sem avisar e te deixa com as pernas tremendo. Isso é o Tiago botando medo. O amor é outra coisa.
~ o ~
Serviço: Está se sentindo ameaçado? Ligue 911-TENHOMEDO. Claro que ninguém é besta de atender, mas você vai ouvir uma canção relaxante, enquanto aguarda o destino cruel, cruel, cruel...
~ o ~
E dizia o cartaz no espelho do elevador hoje:
Convocamos todos os condôminos para a Assembléia Geral de Condomínio
26/10/2005 - 19h30min
Isso vai ser divertido.
Que cá estou eu de volta.
Recomeçado totalmente, que as férias não poderiam ter sido melhores. Culpa das boas desses amigos especialíssimos, uns que revi outros que fiz. Do Planalto Central à Baía de Guanabara. Mais fotos de grandes encontros, relatos e bereteios neste canal.
Agradeço os comentários sobre o post do referendo e tenho certeza que o Nós na Rede sobre esse assunto foi também um sucesso. Parabéns para todo mundo que participou. Desligado da Internet, mas ligado nas cousas, sei que a vitória do NÃO parece certa. Acho uma pena. Desperdiçamos assim uma chance de dar um pequenino passo em direção a alguma coisa boa, mesmo que essa "chance", como aconteceu, fosse um tanto questionável. E ponto para a propaganda, não há a menor dúvida. Porque também ao que parece a decisão foi tomada (ou alterada) em função dos programas, e estes nada tiveram de informativos e esclarecedores; foram peças publicitárias, com discurso e estratégias publicitárias, para o qual somos todos tão suscetíveis e tão ainda muitíssimo demais do que o recomendado às vezes. Fico agora na expectativa de ver, com a luta pela permanência das armas nas mãos dos `cidadãos de bem` vencida, que iniciativas os partidários do NÃO vão se engajar para resolver aqueles outros tantos problemas usados como argumento para sua causa de manutenção, que é sempre uma posição pra lá de confortável.
Fora da Internet também fiquei bons instantes completamente transtornado quando soube da boca de Jojo que o Biajoni tinha morrido. E queria saber quem foi o fdp que inventou isso para cobrar o interurbano que fiz lá do Rio para o Tiagón, na hora, jeito que descobri enfim que tudo não passava de uma "brincadeira". Porra.
Sêo Síndico reassume o posto, embora em jornada reduzidíssima, já que o quase futuro Gejfin especialista em psicologia da comunicação depende de uma imersão total neste derradeiro mês de novembro, ou será um ex-futuro.
De resto, voltamos com a nossa programação normal. Quer dizer, seja lá o que normal signifique.


Amigos, tudo.
Bom nome para uma fábula. E é. Tu tens ouvido essa historinha há tempos. Quem conta é o pessoal do NÃO.
Estava o cidadão de bem em sua casa, com a família, vendo televisão. Então, uma invasão! O bandido delinqüente marginal animal chega e vem tirar o que com muito suor o cidadão de bem conquistou. Só não imaginava o bandido que o cidadão de bem tinha em casa a proteção. Puxando da gaveta sua pistola, deu três tiros no ladrão, que desabou no chão. O cidadão de bem matou e defendeu seu lar do bandido malfeitor, com suas próprias mãos. A cidade agradeceu. Cidadão de bem é herói. A paz reina, garantida pela arma legal que o bom cidadão de bem tem o direito de ter. Fim.
Nessas últimas semanas ouvi muito os dois lados. Já acatei e já rebati uma série de argumentos dos que defendem o SIM e dos que defendem o NÃO. Cansei de debatê-los também. Acho o próprio referendo um erro. Até que ponto a população brasileira é apta para decidir uma questão tão complexa reduzida a sim ou não? Falta informação, falta educação, falta transparência, falta discussão. Mas já que quanto a isso nada mais dá para fazer, tomo posição e levanto uma questão que acho fundamental.
Quem, como, quais os critérios determinam quem é, de fato, um cidadão de bem, que pode e deve ter uma arma na mão?
Quem, como, quais os critérios determinam quem é, de fato, um bandido, que deve ser desarmado para o bem do Brasil?
Os comentários estão abertos para quem quiser falar. O que eu penso eu já sei. Quero ouvir (ler) vocês.
Meu voto? Será SIM.
Pelo menos até eu ficar convencido de que há como definir claramente quem é quem, podendo um sujeito ter legalmente uma arma, sem o risco de o `cidadão de bem` ser na verdade um `bandido`, o que saberemos só depois dele ter tirado a vida de alguém.
Até dia 23.
~ o ~
Este post integra o projeto Nós na Rede, que pretende levantar algumas discussões a partir de postagens coletivas em blogs. Já passaram por ali a independência do Brasil e a descriminalização do aborto. Agora, a proibição do comércio de armas de fogo e munição no Brasil. Escreva, leia, debata. Participe.
Eu estou saindo de férias. E este blog também. Quer dizer, nós estamos. Eu, blog. Não. Eu, Gejfin. Ah... Eu e minhas extensões estamos saindo de férias. Isso significa que pelas próximas duas semanas conteúdo aqui depende do acaso, das possibilidades técnicas e de existir aquele tempo entre uma e outra coisa qualquer, entrebereteios, entreidasindoevindasvindo e tal. Sei lá.
Deixo a capital gaúcha na segunda e sigo rumo la capilal da lama e do Brasil, visitar esses fdp desses amigos que vão assim, se mais nem menos, embora. Saudades, seus merdas! :) Rafa, abastece logo esse estoque de berejas. Aproveito para conhecer essas ilustríssimas figuras também e, quem sabe, rola até uma esticada em Goiânia para encontrar essas outras aqui.
De lá, dia 16, sigo para o ~Rio~de~Janeiro~, abusar mais uma vez da maravilhosa hospitalidade da nossa verbeater, que é apenas uma Joaninha. Espero também conseguir bater um papo com esse cara, que anda desaparecido, e vou desbravar o Jardim Botânico até descobrir com ela como é que se escreve em espelhos d'água. Terei a sorte de estar por aquelas bandas quando este maluco aqui também estará. Meu Deus, onde será que vou parar...? Espero poder conhecer a Viva também e quem mais for ou estiver carioca por lá. Rio imprevisível. Quero ver eu conseguir voltar...
Volto, volto sim. Dia 23, domingo do referendo, estou cá (Porto Alegre) e cá (blog) em definitivo. Quer dizer, definitivo? Vai saber... Enfim.
Enquanto isso...
:: Visite e participe do Nós na Rede sobre a proibição do comércio de armas de fogo e munição no Brasil, dia 10/10, próxima segunda-feira. Manifeste sua posição, saiba o que os outros pensam, fale, escute, dialogue.
:: Leia, leia, leia toda essa cambada aqui. E mais todo mundo aí do blog-roll. Só gente porreta.
:: Se a falta por muito grande (tá... não ri, pô), Blog do Gejfin eterno (argh), nos arquivos. Daí depois me conta, que eu não faço a mínima idéia das bobagens que já escrevi.
:: Tiagón, El Rey, foi nomeado (rebaixado) Sêo Síndico em exercício da Verbeat durante meu desaparecimento.
Ademais, era isso.
Beijão e abração pra ti.
Fui....
E não que um velhinho, que não devia ter menos de SETENTA anos, 'pilotando' um GOLF, vermelho, com rodas de LIGA-LEVE, atrapalhou-se na hora de colocar o cinto de segurança quando se aproximava de um fiscal de trânsito e quase destruiu a minha porta? Sério.
~ o ~
Tem vizinho estreando reforma no cafofo. Na passarela do açougue mais próximo, Miúdos, de Colonel Sérgio Rufus James Martins. Visite, mas não sem antes preparar o estômago. A arte é de André Barbosa e as fotos de... (Sérgio, os créditos!).
Atendendo a pedidos (eu vi um garoto de boné levantar a mão lá no fundo, juro que vi), eis especialmente para vocês o final inventado da história, com a especialíssima participação dos comentários.
Saio de casa decidido: vou lá pedir desculpas. Antes preciso comprar uma caixa de bombons, que é coisa que solteiro que mora sozinho não tem assim, sem mais nem menos, em casa. Sigo até o mercadinho da esquina. Eles têm. Eles têm tudo. Volto. Respiro fundo. Toco a campainha.O pretexto é a xícara de açúcar e ela abre mesmo a porta e sorri daquele jeito que eu tinha medo que ela sorrisse. Digo que estou ali para pedir desculpas e queria saber como está o narizinho o narizinho lindo e se de algum calo ósseo tenha por ventura eu sido o terrível culpado. No bolso já trouxe o band-aid e gelol seja no caso de o narizinho não estar bem ou o meu ficar machucado. Mas dou sorte: continua perfeitinho o dela e o meu também. Ela sorri meio com jeito de guria sapeca e nos dois milissegundos que a vi aquele dia pareceu que assim mesmo era como também era baixinha cabelos compridos cheio de ondinhas e outros tantos atributos que guardo só para mim agora. Mostro que na mão direita escondida eu trago um presente e presente como são os bombons fica fácil de saber o que são ela sorri mais uma vez. Abre mais a porta também. Então eu revelo que na mão esquerda que como a outra estava escondida eu tinha uma garrafa de vinho e ela faz cara de que está surpresa mas vai abrindo a porta mais um pouquinho dizendo: - Tá bom, entra. Esqueci do CD da Sade mas ela está escutando Wander e acho tri e a gente senta e lembra da cena e conversa e dá risada e esqueço da hora e da vida e do que mesmo que eu não me lembro agora? Silêncio de repente e ela faz piada olhando assim por baixo dizendo que se por acaso falaram que era para eu pôr os olhos nela não era bem aquilo que tinham em mente. Ih é agora rolou rola vamos nós oba tudo de bom e boa foi a hora que inventei de sair derrubando porta de elevador ueba! Passa um tempo. Na despedida, ao invés de eu ir embora e tudo voltar a ser como era a gente olha para o corredor do prédio e nos olhamos fazemos shhh e desaparecemos de novo e nunca a síndica ou a mulher da santa vão poder imaginar o porquê daquele dia o elevador estar um tanto barulhento fora no normal. Passam anos. É um domingo de tarde e vô Gejfin sentado na sua poltrona xadrez nem vê o tempo passar. Dia cinza chuva lá fora mas ninguém dá bola a família dando risada com água na boca tem bolo de chocolate ficando pronto. Pego meu neto no colo dizendo que vou lhe contar uma história. E começo, pela 76° vez, lembrando o dia em que saí atrasado e quase quebrei o nariz de uma vizinha ótima abrindo a porta do elevador: a vovó.
Fim.
Eu quase quebrei o nariz de uma vizinha na sexta-feira. Pior, de uma "ótima" vizinha, se é que me entendes. Pior, da vizinha ótima que acho que mora bem na minha frente. Não, eu não tô agredindo mulheres no prédio. Aconteceu que estava atrasado e saí do elevador abrindo um tanto quanto não tão delicadamente a porta. BLAF! Ela ficou me olhando com cara de assustada, mas disse que não foi nada. Até sorriu. Minha missão para os próximos dias é encontrá-la para saber se tudo realmente ficou bem. Tadinha... da minha ótima vizinha.
Inevitável, este é o tema da próxima blogagem coletiva Nós na Rede. Seja pelo SIM, seja pelo NÃO, seja por questionar até a própria realização do referendo, discuta, fale, escreva e participe. Será no dia 10 de outubro, próxima segunda-feira.
