Revisitando
Tomei gosto por desenterrar alguns escritos esquecidos há tempo. Lá do início, catei hoje esses pequenos e divertidos.
Espiada
José quebrou a perna ontem de manhã tentando, através do muro, chegar a tal altura que desse para ver da pequena janela entreaberta do banheiro, da casa do lado, a vizinha gostosa de 19 anos tomando banho e se masturbando.
Mas pior, me disse ele mais tarde, não foi o tombo nem a perna doendo, mas a explicação que teve que dar para a Jussara sobre o que ele estava ali fazendo.
Quando casaram ela bem sabia que ele nunca fora santo, mas daí fazer isso com oitenta anos!
Crendices
A velhinha do 204 que, reclamando de dor-de-barriga, regou a Comigo-Ninguém-Pode do corregor do prédio com uma jarra de leite, amarrou uma fita amarela no dedo médio da mão direita, derramou açúcar em círculos em frente à porta do quarto, colheu duas folhas da planta e tomou o suco batido no liquidificador com saliva do seu gato persa Peludo.
Morreu, óbvio.
Ótimos! Gostei, em especial, do segundo!
Esse teu "óbvio" é tão clássico quanto.
tu sacou muito a essência do meu arremedo de poema gráfico! ehehehhe vai saber onde a gente cai qdo cai assim né? je ne sai pas... se ! ou ...
O velhinho se deu bem. Os espíritas diriam que a velhinha melhor ainda.
clássicos :D