Desgostos Alguns... não muitos, mas
Desgostos
Alguns... não muitos, mas passam e ficam.
Desrespeito. De todas belas e bem encaixadas palavras que preencheram o Poetikaos de ontem, foi essa feia aí que me pegou de jeito. Claro que tudo ainda está começando mas, ora, um mínimo nível de respeito é parte do bom senso. Da arte de exercitar o convívio, os relacionamentos. Porque tudo são relacionamentos. Tínhamos o problema de falta de um isolamento acústico entre dois ambientes que serviam para justamente separar os públicos em uma área daqueles participantes e não participantes. Isso fazia ali parte da vida. Mas aquela mesa! Ah... aquela mesa! Com aquelas pessoas acomodadas no ambiente participante, se fazendo ouvir mais do que a massa de não-participantes lá da sala distante! Ah! Pior foi que os vi chegarem e se acomodarem ali respondendo com um "Bá, que tri!" o aviso de que o dia era de um sarau.
Sei que é difícil essa história de evento, de cultura e não sou nem de perto doutor nessas porcarias, mas não tem como fazer de um sarau apenas "paisagem" como se faz da música: um indiferente fundo para conversas em um bar lotado. Texto requer compreensão. Compreensão requer atenção. Atenção não pode requerer tanto esforço para desviar-se do ruído. Cansa. Cansou, estou certo, o público que estava ali para ouvir e -- acreditando que a literatura é um diálogo entre o autor e quem devora a obra -- ser também ouvido. Pois eu mal conseguia me concentrar para "ler" o público nos assistindo.
Pena.
Hmm, arma... Eu posso dar um jeito nisso.
A zente fez o nosso melhor. E houveram bons momentos, também.
A gente precisa de uma arma.
Pena mesmo. :/
Hehehe! Vi que andas desatualizado amigo meu!
Minha casa não é mais no Sapo!
Acho que não leste uma mensagem que deixei para você em um outro comentário mais abaixo!
Agora estou no http://escreverporescrever.blogspot.com
Vai lá ver o que perdeste!
(Não muito, não te preocupes!)