Atentados Terroristas Hoje os norte-americanos
Atentados Terroristas
Hoje os norte-americanos descobriram que as informações que tinham, sobre possíveis ataques a alvos econômicos, em especial prédios como o da Bolsa de Valores, FMI e Bird, em Nova Iorque, era velhas. Centenas de policiais estavam em alerta máximo vigiando estes lugares ontem porque o país estava com medo e precisa se proteger de um fantasma, que não se sabe nunca de onde vem, nem o que irá aprontar.
E, claro, exatamente ISSO é terrorismo: causar pavor, terror, seja físico ou psicológico. E os caras são eficientes.
Tão eficientes que não só fazem ataques físicos e psicológicos, como cumprem promessas "velhas". Como livros escritos há décadas que nos deixam atônitos pela atualidade das palavras, informações não servem para nada quando não cuidadosamente interpretadas.
"Alvos econômicos" não precisam ser prédios. Atentados psicológicos e físicos funcionam mas também não são as únicas possibilidades. No mundo de hoje, onde a fluxo de capitais, que movimenta absolutamente tudo, baseado no fluxo de informação, poder. Eles viajam pelas vias virtuais. Não falo de Internet, mas da virtualização. Não há coisa mais nonsense e virtual do que o dinheiro, a economia.
O preço do petróleo bateu há pouco recorde de 14 anos, com negociação futura superando marcas que desde 1990 não eram ameaçadas. Da nossa história recente, nunca a cotação desto ouro negro esteve tão lá em cima. As bolsas caem, a inflação dispara porque o custo aumenta (tudo está direta ou indiretamente ligado ao petróleo), principalmente nos USA, país que mais consome este produto no mundo. Há a desestabilização. E a desestabilização, econômica, leva à perda, ao desânimo. Não há coisa mais terrível no capitalismo do que ver o capital retraindo, evaporando, perdendo-se em algo fora de controle. Do controle nosso, deles. Mas muito bem controlado por outros, lá na Arábia Saudita, país berço do terrorismo.
O ministro saudita, reforçando a declaração do presidente da Opep, disse que o preço está mesmo muito alto, mas tudo que podia ser feito já foi feito. Não há mais como aumentar a produção, pelo menos imediatamente. E, assim, os países ricos começam a fazer fila para aumentar suas reservas antes que o patamar ainda aumente mais. E, todos sabem, quando há mais procura do que oferta, há valorização. O preço alto fará o preço ficar mais alto.
Enquanto isso, os policiais continuam alertas em Nova Iorque, olhando para o céu, a espera de um novo Boeing em chamas. Algo me diz que ele não virá. Não é mais preciso, bobinhos.
tá. :)
Quem lê os livros sagrados muçulmanos? Os muçulmanos, ora. Lá pode estar escrito o que eles quiserem. Erro foi traduzir a Bíblia do hebraico!
...
"bobinhos" ficou meio gay.
;)