quarta-feira, 07/05/2008

por ora

olá, olá.

talvez você queira voltar outra hora. estou sendo absurdamente devorada por redações a corrigir com um prazo curto, uma prova fantasma que nem mesmo o professor deve saber quando cai e nas entrelinhas uso o tempo para escrever o conto policial, ou que seja ler um conto do Cortázar que não deve ser lido para a aula de teoria literária.

segunda-feira, 28/04/2008

dos medos

na verdade quanto mais convivo com professores e ouço de professores que há muitos anos dão aulas -- e veja que estou falando de escolas particulares -- mais me parece assustador dedicar a vida a esses projetos-de-gente que são os adolescentes (e as crianças), e deixar-se despedaçar por esse eterno reencontrar-se com o passado, o eterno reinventar-se para ser percebido, e o choque das gerações que passam a viver juntas ao mesmo tempo dentro de você.

mas então, eu...?

quinta-feira, 10/04/2008

operação estante

finalmente comprei outra estante de aço (incrível como a avenida São João ali na região da Santa Cecília tem lojas para móveis de escritório todas enfileiradinhas) para os livros que estavam saindo pelo ladrão nas duas estantes do escritório.

desmontei um armário feio (sim, a palavra certa é desmontar) e botei o que tinha dentro dele em duas caixas que foram nas duas prateleiras de baixo da terceira estante. dei ao maridão mais MEIA prateleira para os livros de direito (agora ele tem duas prateleiras todinhas só pra ele) e espacei o que havia.

ainda deu para, enfim, colocar a coleção do Balzac que eu ganhei do Ramalho (linkar amigo pra verbete da Wikipedia é mor chique, vai dizer) em uma das prateleiras (ela estava enfiada no armário feio, porque não tinha espaço). no final das contas ainda ficaram alguns livros sem lugar, mas agora eu consigo VER os livros que eu tenho, além do escritório ter ficado muito mais elegante com três estantes todas metidas a literatas.

(a luz tinha acabado e voltado antes da estante chegar. aliás, aí no link diz que ficou sem luz 15 minutos. bah! foi quase uma hora de buzineira aqui na esquina!)

aí meu punho esquerdo cansou.

domingo, 30/03/2008

pra constar

diz que minha bolotinha é um nódulo sinovial. porque eu sou hipermóvel.

quinta-feira, 27/03/2008

duas

uma:
ontem fui renovar minha CNH (na última hora, por que não?). aí mostrei a certidão de casamento e disse que queria atualizar o nome, botar o nome de casada, tal. a moça toda muito simpática, disse que pra mudar o nome só ficava pronto no dia seguinte. mas que ia ver com alguém ali se dava para mudar no dia.

depois de conferir os documentos, me fazer assinar no retângulo e me fazer botar o dedo indicador da mão direita no leitor de digitais três vezes, falou que ia ver se dava para mudar o nome. então ela se levantou e mostrou os papéis para uma outra mulher: "Val, é pra mudar o nome." a Val olhou, conferiu, sentou ali num computadorzinho do lado, entrou no sistema, alterou o nome e devolveu os papéis. pronto. agora vai ali e paga a taxa e depois volta e faz o exame médico.

erm. que bom que eu peguei a Val de bom humor, hein?

duas:
meu pulso esquerdo deu PT. se eu viro assim o pulso tem uma bolotinha que já falaram que é um quisto, uma formação óssea, um sexto dedo ou minha garra de adamantium. e dói que é o cão. não consigo mais segurar um livro para ler. não consigo apoiar a cabeça nas aulas mais chatas. agora, convenhamos: o pulso ESQUERDO? pra que diabos eu uso isso? além de, é claro, para segurar livros?

minha bolotinha, cinco meses atrás (antes da bateria do meu relógio morrer e eu nunca mais comprar outra).
hoje ela está com o dobro da altura. tenha medo. eu tenho.
sexta-feira, 29/02/2008

meus 23 anos

ou, como disse o Marcelo Mirisola um dia antes do meu aniversário: "pô, Olivia, você me decepcionou, você tem 23 anos! quando eu te conheci você tinha 19!" pois é. esse tipo de coisa acontece.

então eu já não tenho dois dentes do siso e um terceiro está ameaçando nascer. o dentista já mandou o dente pedir pra sair.

outra agora é a intolerância a lactose. o médico fez o mr. state the obvious: ora, se você cortou o leite e está se sentindo melhor, então é o leite que está te fazendo se sentir mal. manja o que é tomar um sorvete e sentir como se tivesse exagerado na feijoada (com todos os acessórios da feijoada em um prato de um palmo de altura)? pois é, não dá certo.

também troquei a conta bancária universitária por uma conta salário. aí juntar documentos para a contratação no trabalho e é carteira de trabalho, título de eleitor, certidão de casamento, e. poft.

quarto ano na faculdade de letras da usp é uma coisa assim meio incrível porque parece que vai criando um vácuo. não tem mais professor, não tem mais aula, não tem mais aluno. quer dizer, continua tendo calouro. tem calouro saindo pelo ladrão. trocaram meu professor de literatura brasileira V por uma múmia que, segundo testemunhas, fala "em suma" o tempo todo. segundo a mocinha do departamento, o meu professor volta. só não sabem quando.

na aula de introdução aos estudos da educação (matéria absurda da licenciatura com uma professora que tem a mesma cara e tom de voz da sua professora do jardim da infância) a professora mandou escrever uma autobiografia da sua trajetória escolar. eu, mui inocentemente, perguntei que diabos ela queria dizer com trajetória escolar. ela passou a mão na minha cabeça e fez um sorrisinho, explicou de forma genérica e sem palavras difíceis, e saiu falando pra classe que não valia falar que tinha bloqueio criativo.

então me dei conta que todo meu ensino fundamental havia se transformado em uma grande névoa, e tudo o que eu me lembrava, de fato, era de quando na quarta-série ficávamos todo o recreio procurando indícios da existência de um duende que morava por ali. e, claro, encontrávamos.

no texto falei disso e falei de um sapo enorme e verde com bolinhas vermelhas que soltava raios dentro de si que existia no pátio da Escola da Vila quando fiz parte do jardim lá. claro que eu nunca vi o sapo, mas diziam que ele era venenoso e dava choque, e eu morria de medo dele.

(quanto mais idiota você se faz parecer, mais surpresas as pessoas vão ficar quando você matar todas elas.)

ah!

mas eu ganhei a trilogia do Indiana Jones em dvd com os extras. huh! que venha o Indy 4!

era isso.

quarta-feira, 05/12/2007

da falta de tempo

então agora vocês imaginam aquele coelho de colete da história da Alice, passando com o relógio na mão.

e hoje ainda é dia de matrícula no Jupiter.


[aliás, vocês podiam começar a sair por aí espalhando sobre o lançamento do meu livro, vai dizer.]

domingo, 04/11/2007

porque até que estou administrando tudo isso muito bem

olha só, eu até que estou administrando bem tudo isso, e as redações que chovem como chove em São Paulo, e mais um outro trabalho que aceitei encarar, porque, oras, por que não? e mais umas duas leituras para a faculdade, além das leiturazinhas de artigos e ensaios e uns poetas chatinhos, e não esquecer que há um trabalho de literatura brasileira para o dia 20 e isso provavelmente vai me tomar todo um fim de semana, e espero que não tenha nenhuma reserva na biblioteca me impedindo de renovar os livros que vou usar pra isso, e espero ainda que não seja justo nesse fim de semana que me caia aquela leva final de redações antes do fechamento das notas, que é quando o chefe chama de mutirão e pede urgência. e também, convenhamos, provável que mesmo assim eu dê um jeito, que é como estou dando até agora, apesar de um outro trabalho e prova de uma matéria chatíssima para os meados do mês, mas quem sabe a professora não seja tão sonsa na correção quanto é também durante as aulas, e na verdade isso tudo talvez não passe daquela minha velha conhecida crise de final de semestre. até porque na verdade o semestre se alonga até o natal e talvez até 2008, e então será o tempo de só me dedicar à crise e cumprir prazos e provas. sim, eu até que estou administrando tudo isso muito bem, apesar de me faltar o tempo que devo para os pedidos de amigos, e reorganizar o blog do marido e a capa da verbeat blogs, e algumas leituras nada acadêmicas que eu tanto queria começar e terminar ainda antes do ano. ora, ora, até que estou administrando tudo isso muito bem, apesar de passar das 19h desse domingo e em minha lista de coisas a fazer ainda constarem 5 itens não marcados, porque passei o dia para fazer um deles e ainda não terminei, porque minha concentração dura 45 minutos e morre bem morrida, e é preciso correr ao editor de posts e tentar qualquer uma coisa que me distraia e me ressuscite a concentração, porque falta muito pouco, e afinal não são nem 20h, e ainda há tempo para fazer todos os 5 itens da minha lista de coisas a fazer.

terça-feira, 21/08/2007

ops

hoje não tem não.

hoje tem é prova de literatura portuguesa. e voltar de ônibus para casa, e ficar uma hora toda parada no topo da Consolação porque a fila de ônibus não anda não anda não anda.

sábado, 18/08/2007

e depois de uma sexta-feira substituindo a professora de inglês na EMEF

no último 10 de agosto, no Habib's

Porque meu amigo Rogério ainda me arrumou um bilhete único que não funcionava, e eu teria que andar uns bons quarteirões até minha casa, mas ele tomou pena de mim depois que mandei um SMS de ódio enquanto o ônibus estava completamente PARADO no topo da Consolação. E então ele me pagou umas esfirras e o resto da volta para casa (e tirou essa foto).

sexta-feira, 17/08/2007

produção independente

Quando escrevi meu primeiro livro eu tinha acabado de completar oito anos. Foi em março de 1993. Então fiz o que qualquer escritor ansioso por ver sua imperdível obra literária nas mãos de seus leitores faria: uma produção independente.

clica na foto para ver maior

O livro do topo é esse primeiro, e o engenhoso título "Não é fácil ser famoso... Ou é?" já é um sinal da minha sensacional desenvoltura na criação de títulos sugestivos, além de apresentar a incerteza que ronda o homem moderno acerca da fama e do reconhecimento. Os outros vieram depois, em um período seguinte de cerca de um ano, o que indica uma longa e promissora carreira.

Também se vê pela contra-capa que um escritor multi-tarefas vale por dois. O crédito da produção e publicação foi deixado de lado, porque eu, ham, provavelmente não sabia o que isso queria dizer.

O livro conta, em surpreendentes seis páginas e em uma narrativa ágil e eficiente, a história de um gato laranja e listrado chamado Duquei (e eu juro que não sei como isso deveria ser pronunciado) que queria ser como o Garfield. Um dia, ele topa com Garfield no meio da rua e pede um autógrafo.

Aproveitando o momento, pergunta ao outro o que fazer para ser como ele, famoso e importante. E Garfield o apresenta ao desenhista.

Porque lógico que existia o gato dos quadrinhos e um gato real, que servia como modelo para os quadrinhos. Obviamente, um gato de quadrinhos jamais poderia existir apenas no mundo dos quadrinhos.

E no dia seguinte Duquei vira o famoso Duquei das histórias em quadrinhos. E conclui que o único problema da fama é aguentar as pessoas pedindo autógrafos (e pedindo para ser como ele, imagino).

Claro que o livro não fez lá tanto sucesso e a distribuição foi um pouco precária (entre outros problemas, a tiragem foi de um exemplar), mas os meus dois ou três fieis leitores, na época, disseram que eu era a novíssima revelação da literatura brasileira. Sem dúvida alguém a se ficar de olho nos próximos anos (principalmente porque eu não tinha amigos, tinha orelhas enormes de abano e passava horas sozinha com uma pilha de blocos de construção).


Botei outras fotos das minhas produções independentes num álbum do PicasaWebCoisa. Está tudo meio fora de ordem, mas enfim.

domingo, 12/08/2007

um ano

foi um bom começo.

quarta-feira, 08/08/2007

virando gente

agora: aula de manhã, trabalho à tarde. como as pessoas normais costumam fazer.

sobrevivo. nada impede o capítulo três do folhetim de sair hoje à noite. só não saiu ontem porque eu fiquei fazendo um brainstorm mirabolante com sr. VP para descobrir os rumos da trama.

terça-feira, 24/07/2007

trabalhando nas férias

Na verdade, férias coisa nenhuma, porque o primeiro semestre da faculdade ainda nem acabou, e ainda vai ocupar agosto inteiro.

Mas.

Eu só queria dizer. O que não faz uma caneta nova quando você está corrigindo redações. Caneta nova é um troço incrível.

quarta-feira, 13/06/2007

Dia dos namorados

porque marido é namorado com papel assinado

E eu tenho o melhor marido namorado do mundo. Ele não acha a menor graça nas minhas piadas de nerd, mas ele me dá pingüins!

Pingüins!
O baixinho é o filho adotivo do grandão. E ele fica todo tempo em cima do monitor, vigiando e tomando conta. Junto do Frajola.

Eis que começa minha coleção de pingüins.

sábado, 26/05/2007

sábado

E enfim arrumado o fio do telefone que não podia pisar caía a internet e ficava aquela luz maldita do modem piscando quando não deveria piscar.

Porque minha irmã vai chegar e vou ter que enfiar o computador no meu quarto e isso aqui vai virar bagunça.

domingo, 06/05/2007

Virada

E viva meu primeiro fim de semana livre depois de um mês, hip hip.

segunda-feira, 16/04/2007

caploft.

Devo sumir, devo parar de ler feeds por todos os lados. Vou tirar o Google Reader das minhas páginas iniciais. Vou deixar só o Gmail e o Gcal e então, paf. Vou acelerar maniacamente a correção de redações e escrever meu projeto de iniciação científica, ler Lucíola, ler aquele Folhas Caídas do Almeida Garret, rever e reescrever alguns trechos de um esboço do segundo episódio de uma coisa que pode ou não dar certo, gravar um CD de fotos que o Roger pediu, aprender árvores sintáticas, investigar umas porcarias em um fórum do site do Estadão para o trabalho de Sintaxe, escrever o fichamento daquele texto do Eduardo Lourenço para Literaturas Comparadas de Língua Portuguesa, comprar o livro do Eduardo Lourenço e a República do Platão e procurar na biblioteca um tal livro do Deleuze, e ler alguns pedaços desses dois últimos antes de escrever o projeto de iniciação científica, de preferência, e estudar para a prova de Introdução à Literatura Alemã e cortar o cabelo e ainda passar em Sertãozinho e eu juro que vou pirar em menos de duas semanas, porque tudo isso precisa ser feito até antes de começar o mês de maio, e eu ainda nem almocei.

sábado, 31/03/2007

E preparar-se

Agora aquele dia de comprar presente pra minha irmãzinha que fez três anos terminar de corrigir as últimas recorreções deixar redações corrigidas na portaria do prédio do chefe arrumar malas achar o cadeado recarregar as pilhas da máquina fotográfica e a bateria do iPod e então ainda dormir cedo, cedo, porque no dia seguinte há de se estar em Cumbica às sete da manhã para enfrentar um pouco de caos e torcer para meu vôo, que ao menos não tem escala em Brasília, decolar sem crises e sem cachorros na pista.

Hah. Pois.

Semana inteira estarei em Fortaleza com maridão, visitando meu pai e minha irmãzinha e estando muito à toa.

terça-feira, 13/03/2007

Tempo tempo tempo

E que era para me concentrar melhor então trabalhar no forno que é a sala anexa da biblioteca da Letras onde a fila para usar os computadores e a internet parece fila da previdência social. Forno.

Fooo-o-orno.
De sair e dar até um choque térmico.
Ui, saí do forno.

E atrás de mim um alemão tendo aulas de português. Música -- instrumental, porque gente cantando no meu ouvido não é exatamente minha idéia de CONCENTRAÇÃO -- no iPod para fingir que não há ninguém dizendo "con-coinsti-constitue-coinstintuiam" nas minhas costas (que texto difícil que o cara foi arrumar pro alemão). E então corrigir redações redações redações redações.

Depois que termine logo para ir no fim de semana um pouquinho mais de Tutaméia, fingir que li O Guarani e A Dama das Camélias e que venham as redações refeitas de antes para mais mais mais correções (ninguém mandou eu mandar refazer).

Norf. Até agora, do que me parece, estou até lidando mui bem com essa história de estar ocupada e ter prazos e usar a biblioteca da faculdade, não fosse a quantidade de posts não-lidos no meu Google Reader que cresce e faz terrorismo e me obriga a mandar todos se explodirem com um mark all as read.

Ah!

Correr.

terça-feira, 06/03/2007

Preciso contar ou vou explodir

amizades inesperadas

"Olivia, falei com o Ricardo e combinei de ir visitá-lo em Maio em Buenos Aires. Aí você e o Roger vão comigo."




Pois. Ricardo.
Ricardo é Ricardo Piglia.

Eu também fiz essa mesma cara quando ouvi.

terça-feira, 27/02/2007

Então

Ganhei presentes, hip hip.

segunda-feira, 26/02/2007

Patinhos, presentes

Oi, oi.

Presente.
Amanhã.
Presentes.
Patinhos.
Patinhos sairão da lagoa.

(Estou tão deprimida, acho que não vou ganhar presente nenhum amanhã.)

domingo, 25/02/2007

Isso está começando a ficar assustador

Demais de coisinhas escritas.

Narf.

segunda-feira, 12/02/2007

Seis meses

E em outros cantos do mundo vai ser Valentine's Day. Pra mim, quanto melhor. Motivos a mais.

Porque o Roger é meu marido e vai ser para sempre meu namorado.

Seis meses. E outros antes, ainda.

Nunca é motivo demais.

domingo, 04/02/2007

Cozinha v.Beta

Fiz meu iPod virar um repositório de receitas culinárias.

Pode adicionar aí nas minhas habilidades: doces e bolos. E também a área de prato principal, que ainda está em versão beta [nerd]. Agora vou pegar um pedaço de papel, escrever "bug tracker" e botar na geladeira com um ímã [meganerd].

quarta-feira, 10/01/2007

De um súbito astigmatismo

E um subitíssimo serviço de ótica que entregou os óculos prontos no dia em que deixei para trocar a lente -- e só a do olho esquerdo.

Agora tudo do meu lado esquerdo me parece um pouco psicodélico e com uma perspectiva inexistente e eu não sei bem se isso é normal -- moça oftalmologista falou que era -- ou então teremos problemas.

Por ora, enquanto eu não tropeçar, tudo bem.

sexta-feira, 10/11/2006

Era uma vez e então

Então preciso fazer um fichamento de literatura portuguesa e o trabalho de Guimarães para literatura brasileira. Sobre Guimarães vai ser no mínimo divertido, só me falta a força de vontade.

E eu estava indo para a faculdade ontem e tinha um carro enfiado no poste. Enfiado de fazer a frente em V. Lindo. Pelo menos foi no poste, e não numa velhinha que estava passando.

Na volta o carro ainda estava lá.
Causando, com uns cones que um Gol amarelo e fugitivo da CET deve ter botado ali.

Meu telefone de casa funciona.

Estou atormentando el_Rey Tiagón para que ele escreva a quarta capa de meu livro. Na verdade ele já escreveu. Eu que estou causando. Autores só servem para causar e dar palpite e reclamar. Ainda bem que sou autora. Se eu fosse editora eu ia matar todo mundo.

Agora o editor acabou de me ligar para cobrar a quarta capa e para dizer que só vai me mandar a capa na segunda. Oras.

Então é.

terça-feira, 10/10/2006

Desnorte

Eu devia escrever mais, né.

Aqui, sim. Oh. Invento de escrever em outros lugares. Minha professora de Literatura Portuguesa não tem nenhum norte. Acho que vou postar aqui o primeiro capítulo do novo novíssimo livro de Olivia Maia em produção. Porque eu tenho muito mais livro em produção do que livro pronto, e publicado, puf. Mas terei, né. O mundo roda como bola de futebol na descida e--- cara, quando eu tinha 10 anos eu jogava futebol na rua e eu morava numa ladeira. Não sei como criança consegue essas façanhas.

O livro filho ainda não tem nome, mas tem epígrafe, e epígrafe é um passo. E tem final, porque hoje eu descobri o final, durante a aula de Literatura Portuguesa, porque minha professora não tem nenhum norte.

terça-feira, 26/09/2006

Desumano, o retorno

Recebi hoje, da editora, a prova do meu livro Desumano. Uma coisa toda chique e elegante. Huh! E eu que tinha comprado livrinhos super-duper-uper acabei relendo o meu. Afe. Até comprei o Edmund Wilson, Axel's Castle, que já tinha lido quase todo da biblioteca da faculdade e achei tudo demais. E outros, tantos.

E fui também hoje de manhã no meu colégio de outrora (uh, fiz uma frase com outrora, ganha prêmio?) fazer palestra sobre curso de letras. Super cult.

Aí ganhei chocolate.

Mas, enfim. Desumano. Correções feitas. Recebi indiretas de que não devia mudar muita coisa, mas imagino que isso seja para aqueles autores megalomaníacos que resolvem mudar a trama toda na última hora, sei bem.

Mas. Coisa engraçada é que a gente cresce, a gente muda. O livro de quase dois anos atrás.

Ah! Estou toda.

Ainda não vi a capa. Diz que já tem uma. Quero ver, quero ver!

A previsão de lançamento é para novembro. Vão aí se apreparando. Aviso todos, com muitas antecedências. Que é para repassarem para todo o próximo mais distante possível. Que se tudo fosse como deveria ser, até o Kevin Bacon aparecia.

(Aliás, alguém aí gosta do Marcelo Mirisola? Se sim, dêem uma passada no blog dele, que ele inventou esses dias. Se não gosta do Mirisola, vá ler outra coisa, e não seja chato.)

sexta-feira, 01/09/2006

Sim

Bons ventos, boas notícias. Uh! 2006 ainda é o ano. De previstos. Agora eu vou ali senão a cabeça cai.

domingo, 13/08/2006

Untitled

sábado, 12/08/2006

:-)

Ainda que para sempre Olivia Maia; mais para sempre que isso, Olivia Franchini.

sábado, 15/07/2006

Olá

Voltei da minha lua-de-mel-antes-do-casamento. Teclado gostosinho de digitar. Estava sol no inverno da praia e eu até entrei no mar e mergulhei nas ondas. Heh!

sábado, 08/07/2006

Tam tam

Agora não tem saída. Dia 12 de agosto eu caso. Hup.

terça-feira, 04/07/2006

Pow

Amanhã eu vou dar uns tiros.

sexta-feira, 23/06/2006

Noc noc

Quare obdormis?!

Puf.


            (breve. agora é Vieira e Aristóteles e o tiozinho português.)

sábado, 10/06/2006

Malone morre e eu assisto seriados abestados

Então eu resolvi parar com minhas leituras de cuca fundida (até porque acabou meu estoque de livros policiais) e voltar ao senhor Beckett com aquele livro que você não pára de ler e está sempre na metade e pra compensar o momento cult assisto um episódio de Angel por dia (ok, às vezes assisto dois), e Angel tem o Wesley, o cara inglês atrapalhado que tropeça em papéis e faz uma expressãozinha resignadazinha. E o ator na verdade é de Seattle; que pouco me importa, enquanto me enganar direitinho.

Mas na verdade eu acho que os óculos que ele usa na segunda temporada são uma coisa muito gay.

E também tem diálogos idiotas.

Wesley: I've been accused of a great many things in my time, but paranoid has never been one of them... Unless people have been saying it behind my back!

Wesley: Angel. You don't find me especially paranoid, do you?
Angel: Not especially.
Wesley: Oh, thank god. I was worried.

Wesley caiu de novo.
Ou, o melhor de todos:

Demônio feio: You're dead.
Angel: I'm already dead. (Splooosh) Welcome to the club.

Sempre infinitas as piadinhas com vampiros.

E de vez em quando quando me lembro de ligar a televisão é uma coisa mágica e está sempre passando CSI, e eu gosto porque tem aquele cara grisalho barbudinho e rabugento e ele gosta de cinema mudo.

Grissom: Actually, I'm not a big fan of noir.
Catherine: Okay. Well, what do you like?
Grissom: I like silent movies.

Mas, sério, juro que eu estou lendo o Beckett. Ao menos eu acho que estou lendo. Estou na metade do livro há pelo menos um mês. Chega a ser quase tão assustador quanto o Pedro Páramo que desaparece e aparece quando bem entende.

domingo, 12/03/2006

Amores da minha vida

Roger e Linda lindinhos (e o iPod).
quinta-feira, 09/03/2006

Ooo!

Eu tenho um iPod. Vídeo. 30GB. Coisinha linda.

Mas amanhã (hoje) eu vou extrair um siso. E aí vou ficar de retiro no mundinho das pessoas que se recuperam de um siso extraído. E então eu volto.

E quem me ajudou a comprar esse iPod, muito muito muito muito obrigada. Assim, ó, muitão. Se não fosse vocês, puf, nada. Vocês são todos lindos. E eu tenho os melhores amigos do mundo.

sábado, 04/03/2006

Pod

O que eu quero dizer, é que falta pouco, falta pouco pouco pouco pro meu iPod, um lindinho nano de 4Gb pretucho.

sexta-feira, 24/02/2006

Vermelhíssima II

Era uma vez.

Aí eu fui no cabeleireiro e ele me mostrou um vermelho ultravermelho e falou "encara?"

E eu encarei.

Oof!

Pra combinar com meus óculos.

quarta-feira, 22/02/2006

Simbologia

Eu vou fazer 21 anos e meu primeiro dente do siso vai nascer.

        ou ao menos ele pensa que vai.

segunda-feira, 20/02/2006

Poft; fotos e uma campanha de aniversário

Apesar da minha falta de disciplina própria e agora a uma semana do meu aniversário Olivia 2.1 com meia dúzia de bugs corrigidos e quem sabe também com TDA que, como já diria o pessoal do Mozilla, it's not a bug, it's a feature!, eu fiz isso:

Luas

Bah!
Mas você vai dizer, que bobagem, isso já estava feito. Larga de ser preguiçoso e clica no link, pá.

E olha que bonitinho, agora tem o input das últimas fotos postadas no Zoto e logo abaixo as fotos de celular. Oh! Eu tenho um celular que tira fotos e manda fotos que eu ganhei do meu bichinho lindo que é o Roger e então eu logo botei isso pra funcionar e agora eu posso tirar fotos e mandar pra lá direto e eu acho isso lindo.

E agora eu vou preparar o novo layout do blog e o novo forsit.net e amanhã eu acho que vou passar na USP pra ver se vai ter aula essa semana ou só depois do carnaval.

Dia 27 é meu aniversário, hein, hein. Você pode me dar um presente, se quiser. Um livro, talvez. Mas o que eu queria mesmo era 10 reais pra eu comprar um mp3 player. Se você gosta muito de mim, pode dar mais. Oras, não se acanhe.

Paf.

Agora sério.

Eu estou fazendo uma grande e gorda vaca para comprar um iPod. Quer participar? Me manda um email?

Ó: olivia@verbeat.org. Pode deixar um comentário também.

Manda, que eu dou os dados da minha continha pobre e universitária. E vou ser mui grata. E vou disponibilizar minha coleção de mp3 pra todo mundo, assim que eu encontrar minha concentração (devo ter deixado em algum lugar) e entender aquele MediaMax.

In space no one can hear you moo.

sábado, 18/02/2006

...

Em casa depois de duas semanas fora.

      O interruptor do banheiro ainda não funciona.
(Home sweet home.)

domingo, 05/02/2006

Sabadón

Roger sai às cinco da manhã de sábado e derruba uma boca de fumo.

Já eu, acordei às onze, quando ele voltou.

Mais tarde:

"Ai, meu braço tá doendo. Dá um beijinho. Não, mais pra cima, onde eu acertei a nuca do cara."

sexta-feira, 20/01/2006

Bom dia

É sexta-feira, e o fim de semana, e o sol lá fora e o vento gelado entrando na janela e fazendo barulho de fantasma. Os passarinhos ficam bicando o telhado ali do lado e parece assombração. E hoje é o último dia do antibiótico da infecção no rim. Há coisas a se escrever e coisas alheias a se revisar e em Franca sou eu e o silêncio enquanto meu Roger trabalha porque alguém precisa manter a lei e a ordem.

Momento suspenso quando eu tenho tanto a contar mas ainda não é hora, e então deixa pra depois de terça-feira.

sexta-feira, 13/01/2006

Agora vai

Pois eis que as coisas andam quando a gente empurra elas pra frente; se não isso vão rolando, o que no final acaba conseguindo praticamente o mesmo resultado. E agora posso dizer que o ano é esse, esse é o ano, espalhem pelo vento e pelos encanamentos e vamos ver no que vai dar.

quinta-feira, 12/01/2006

Dam dam dam

É hoje.

Me aguardem.

      Mwhuahuahua.

segunda-feira, 09/01/2006

Ciúme

Todo blogueiro bem-comportado sabe dos horrores que é colocar letra de música no blog e como isso te tira uns pontos no raking de blogueiros bem-vistos pela alta sociedade blogueiríaca e como é o cúmulo do o-blog-é-meu posto-o-que-eu-quiser e hoje-estou-sem-assunto. Mas, ahn, ei, não era isso que eu ia falar.

Eu só queria dizer que não tem coisa mais tudo muito do que ouvir o Roger (o meu, não o da banda) cantando "Ciúme" do Ultraje a Rigor no chuveiro, involuntária e distraidamente e depois eu ainda digo que aquela música é o próprio ele todo sem alterar virgulinhas, e ele só olha pra mim e dá risada.

Ciúme
Ultraje a Rigor

Eu quero levar uma vida moderninha
Deixar minha menininha sair sozinha
Não ser machista e não bancar o possessivo
Ser mais seguro e não ser tão impulsivo

Mas eu me mordo de ciúme
Mas eu me mordo de ciúme

Meu bem me deixa sempre muito à vontade
Ela me diz que é muito bom ter liberdade
Que não há mal nenhum em ter outra amizade
E que brigar por isso é muita crueldade

[Esse post foi feito com total e completa (uh, pleonasmíssimo) permissão do dono da voz que canta no chuveiro. No boyfriends were harmed in the making of this post.]

sexta-feira, 06/01/2006

P.S.

Então passam todas as dores e o mal-estar, e fica a dor da injeção que te deram na bunda no começo de tudo.

quinta-feira, 05/01/2006

No meio do caminho da pedra tinha uma Olivia

Então eu acordei com uma dor tenebrosa assim mais ou menos na altura do rim direito e na verdade parecia dor muscular e como eu dormi toda torta deduzi que a culpa era do travesseiro. Mas deu que a dor resolveu ficar cada vez pior e o Roger ainda me pergunta não é o rim? e eu dizendo que nada, é muscular. Foi ele sair de casa e de repente paf, Olivia se lembra de quando teoricamente teve pedrinhas (nem o médico sabe muito bem o que eu tive, mas eles nunca sabem) que o médico explicou que não, quando é cálculo renal a dor é mais ou menos assim e mais ou menos aqui e você fica com vontade de fazer xixi e não tem xixi nenhum pra fazer (sei que essa parte era dispensável, mas vocês também são muito frescos). Aí paf outra vez então enchi uma garrafa de água e bebi inteira, a dor melhorou e eu só vou saber se era uma pedra se ela der de passar por algum outro lugar inconveniente e pra falar bem a verdade eu prefiro que isso não aconteça e eu fique pra sempre em dúvida.

segunda-feira, 26/12/2005

Plasticoisas

de por que eu cortei minha perna, meu dedo e minha unha com o estilete e meu quarto está com cheiro de cola de plástico e aguarráz

Clica pra ampliar: presente de natal do meu amorzinho.

Mas isso não é tudo, porque na verdade eis que sem saber, adivinha então o que eu fui dar de presente de natal pra ele:


Nerd é nerd. Nada menos a se esperar de um casal que se conheceu pelo Ork-- digo, no supermercado, escolhendo frutas.

Agora vou voltar pro meu aviãozinho que tem asas e em breve também terá trem de pouso e turbinas.

Não esquecer de tomar banho e dormir. E jantar. Cazzo, já são onze da noite.

Amanhã os detalhes da passagem do Gejfin e do Tiagón por São Paulo na quarta-feira dia 28. Estão dizendo que até o Biajoni vem. Vai perder? Vai ficar em casa montando aviãozinho, seu nerd maldito?

[Adiantando um pouco já que você veio até aqui: na quarta-feira dia 28, verbeaters paulistanos e os dois gaúchos e talvez o Biajoni e também pessoas como o Marmota e o Doni (sim, pessoas) e outros que eu ainda vou obrigar a ir vão estar lá pelas 13h no Senzala Grill na praça Panamericana pra almoçar e essas coisas que as pessoas fazem quando se encontram na hora do almoço. Quem quiser ir e está com medo dos gaúchos ou de se perder, me manda um email (olivia@verbeat.com.br) e a gente resolve seu problema. Se eu não estiver muito ocupada com meu aviãozinho, claro.]

quinta-feira, 08/12/2005

Nunca mais nunca menos sobre qualquer assunto

Terminei de ler Peter Pan. Genius, genius.

Adoro ler livros em dois, três dias. Hooray.

Comecei a ler Pedro Páramo. Alguém andou bebendo.

Já tirei cópia pra fazer registro do sr. meu livro lá na FUNARTE ali do outro lado do Grande Anelídeo e aí quem sabe outras partes dele por aqui também. Se vocês assim quiserem, of course (e claro que isso é charme).

E cópia para vovó.

O argentino dono da papelaria é um chato.

Eu devia explodir ele também.

E sábado at last trocar a ventoinha do meu computador que mais parece um avião monomotor e vez ou outra eu fico na dúvida se está chovendo ou se é só a ventoinha do computador. E aproveitando que é pra gastar dinheiro com computador vou de uma vez trocar o processador e tascar um tanto mais de memória RAM que aí tudo fica sempre mais bonito, simpático e veloz.

Na verdade mesmo eu estou é com vontade de explodir só um pouquinho a agência do meu banco que ficam me fazendo de barata tonta, oh, você precisa vir até a agência, mas que, eu fui há dois dias e andei todos os dez quarteirões como boa andarilha que eu estava me sentindo naquela terça, e depois voltei também a pé descendo a Angélica com toda minha disposição pós-almoço e agora, que, tem que ir de novo? Sabe, aquela velha história, pai, posso sair?, pergunta pra sua mãe e então, mãe, posso sair?, pergunta pro seu pai. Eu por sorte nunca tive literalmente esse problema, mas é sair de casa e ele está por todos os lados.

Professor de Estudos Literários não corrigiu as provas ainda. Maldição.

Amanhã tem um treco na Livraria da Esquina, eu vou.

Sábado eu tenho entrega de presentes de amigo secreto. Ho boy.

Domingo eu não tenho nada. Oh, to sleep will be an awfully great adventure.

sexta-feira, 02/12/2005

Oh well

Sina da minha vida, morar perto de estádio.

Que venha Pearl Jam, mas deixe a Pacaembu livre pra eu passar com meu carrinho.

terça-feira, 22/11/2005

Ansiedade

Na verdade estou awfully ansiosa porque esse último encontro desequilibrou meu lado anti-social (que com medo daquela gente esquisita ficou no porta-luvas do carro e talvez esteja por lá até agora) e fico em casa me sentindo meio perdida no mundo; e terminei de revisar meu livro e há uma prova de linguística na segunda e uma de literários na quinta.

E também ainda o trabalho de literários que quero mais que se exploda e o professor também. E a professora de IELP que dará as notas na segunda e, ush, maldita, deu as notas pro pessoal do outro horário ontem.

Ainda mais que o Roger chega amanhã de manhã e na verdade parece que amanhã de manhã não chega nunca.

E outras coisas que quero fazer mas não faço porque fico na frente do computador pensando no futuro.
      (Bonito isso, hein, pensando no futuro. Por falar em pensando no futuro, estou fazendo uma listinha no meu caderno do mal de anotações de palavras e expressões que fazem do texto um pedaço de guardanapo sujo ou uma calcinha na coleção do Wando.
                        Ainda publico, quando ficar mais gordinha.
                        Quer um exemplo? Turbilhão. Um turbilhão de emoções. Ou de sensações. Ou do que quer que seja. Turbilhão. Christ, heh?)

Vou.

Um mês

- E aí, Marçal, você acha que demora quanto tempo?
- Não fica ansiosa...
- Um pouco, vai. Um poudo de ansiedade é até saudável.

Ele também falou que eu sou a cara da minha avó. But that's what they all say.

quinta-feira, 17/11/2005

Não bom

Ok. Esquecer o celular no carro lá embaixo na garagem uma vez.

Duas vezes.

Já está virando hábito.

quinta-feira, 10/11/2005

/ que saiba abrir a porta para ir brincar

Porque aí devo sair e ir pra aula, e hoje tive sonhos bizarros e me lembro de todos eles, e no meio de um deles o despertador tocou e eram seis e vinte. Claro, voltei a dormir afinal minha aula hoje é às 10, e vai ter Cortázar e Piglia, e o professor pode então dar uma aula muito boa ou uma aula desesperadamente ruim, porque com certos casos não existe meio termo; ou então a primeira aula do curso de ontem, cheia de pessoas cults com coisas importantes para dizer mas na verdade eu finjo que não escutei e me pergunto se aquele povo todo assistindo o curso não estava preocupado com o horário da novela que ia começar e eles não iam chegar em casa a tempo.

Na verdade essa coisa toda que se deu me deixou chateada porque a gente percebe que talvez não fosse tão amiga assim, e talvez então fosse mais amiga do imaginário do que eu real e por isso então - só consigo pensar que por isso - tamanha frustração e tamanho ódio. Que isso é doença e eu devia me tratar.

A diferença é que existem pessoas que me compreendem, que podem até me achar meio louca mas ainda assim me compreendem; porque na verdade não sou tão estranha assim, só não fico olhando as coisas com aqueles olhos dos outros porque sempre o que os outros vão pensar.

E existem pessoes que desde um primeiro momento me olham meio torto - e estou falando assim, literalmente - e dizem "você é estranha", and go about their business, ler qualquer coisa de linguística porque a professora mandou. Sim, existem essas pessoas, e dessas pessoas sei que serei uma eterna colega, e talvez até deva fazer grupo de trabalho com elas porque essas pessoas são o tipo que realmente fazem trabalhos em grupo e estudam para a prova.

Então sim, continuo chateada e por mais que disse a ela que não porque estava meio com raivazinha, vou tirar aquele post do ar e deixar qualquer ponto feliz, e não posso deixar de me lembrar do meu ex-namorado quando ficou bravo porque coloquei um post engraçadinho em que eu e ele brincávamos com bonequinhos de comandos e aí precisei também tirar do ar, porque algumas pessoas, não sei, levam tudo tão a sério.

Mas o que disse foi isso, foi foda-se, porque afinal fiz o que pude fazer, não havia outro jeito e talvez eu seja mesmo meio fraca para fazer como outras pessoas dessas como eu, uma pessoa que foi lá então e fez seu personagem se matar. Nem tenho coragem, assim. No final seria ainda pior.

Quem é meu amigo sabe, quem é meu amigo me entende; quem é meu amigo nunca ia pensar que sou doente porque escrevo.

domingo, 06/11/2005

.

Speechless.

segunda-feira, 31/10/2005

Halloween

Ela é feia e gorda e preta e não gosta de ninguém. Mas hoje é seu dia, Pantera, a gente entende.

quinta-feira, 27/10/2005

Das coisas boas na vida

Ouvir, de alguém que você admira e respeita e quer ser igual quando crescer, exatamente aquilo que você queria ouvir.

- Olivia, você está pensando em fazer pós-graduação?
- Ah, na verdade não.
- Ótimo. Não faça. Eu não fiz, não vou fazer, não quero fazer.

domingo, 16/10/2005

QRX

Como disse certa vez a mocinha do COPOM de Franca pelo rádio,
         me dá um xizinho, pessoal.

segunda-feira, 26/09/2005

Meio de semestre

2+1 horas de sono com uma hora de intervalo entre elas para acordar e dirigir até a faculdade.

Prestes a entrar em pânico porque de repente a prova de lingüística é na segunda-feira e a professora de IELP marcou a prova e o trabalho e vai começar tudo de novo.

Todo semestre, todo todo todo santo semestre e nos que nem são tão santos assim também. Tenho que avisar meu personagem-heterônimo-alterego que tá na hora de deixar eu assumir um pouquito. Essa de deixar ele passar a noite em claro e viver à base de café não vai funcionar pra mim.

quarta-feira, 14/09/2005

Ganhei

   0.25 a mais no olho direito e só.

"Nossa, mas por que só aumentou o direito?"
"Por que sim."

      Minha oftalmologista é um amorzinho.

"Estranho, né, parece que ficou um tempão sem mudar o grau e de repente aumenta um olho só."
"Claro que não. Você veio aqui em 2003, aumentou, veio em 2004, aumentou, e agora em 2005 aumentou também."
"Ah."

                     ¬¬

terça-feira, 13/09/2005

Inconstância

vamos citar nomes

Admito, sou incapaz de ler um livro por vez. Aí estou lendo um, mas começo aquele outro, vai, só o primeiro capítulo, e depois até largo e volto ao primeiro, mas aí começo um terceiro e um quarto e um outro de não-ficção só pra variar nos momentos in-between. E ainda como agora, que estou escrevendo o livro da minha vida (que nem vai levar meu nome no final de tudo, veja só, mas o que são nomes?). Não, não o livro da minha vida assim, vida, essa que eu vivo. Vocês não entenderam. O livro da minha vida, digo, o livro que eu vou poder dizer no final da vida que escrevi e olha só, um orgulhosinho. É, assim da minha vida.

Então, deixa eu falar. Agora, ainda mais agora que estou escrevendo o livro da minha vida fico lendo coisas diversas pra compensar as manias do protagonista: Hegel falando de história, Proust, aquele lá, o primeiro dele, mas só às vezes porque talvez eu ainda não esteja tão preparada, o Cortázar sempre, eu sempre vou estar lendo Cortázar, e aí reli Agota Kristof num dia, num fim de tarde, espio o Lobo Antunes - mas é que Lobo Antunes tem que estar inteiro, ele te pede - e o Miguel Esteves Cardoso, caramba, esses portugueses me matam. Ei, vocês já leram esse Miguel? Esse Miguel é demais. Minha mania de comprar livros pelas primeiras palavras do primeiro capítulo. A Vida Inteira, chama o livro, e é bom, escreve aí. Eu nunca me engano. Foi assim com ele e com o Pirandello e, oh, acho que só com esses dois. Queria dizer que foi assim com o Grande Gatsby também, mas nem me lembro.

Mas, cazzo, Hegel, por essa eu não esperava. E Montaigne, também. O Montaigne pelo menos eu entendo. Eu gosto quando ele fala que não mente porque é desmemoriado. E aquele lá que fala da loucura e eu parei de ler quando foi chegando no fim porque o fim tava chato. Aí comecei ontem a ler um livro que fala sobre o caminho Peabiru, Incas no Brasil e coisa assim, de um roberto chamado Luiz Galdino e é duper também aquela história do Sumé, São Tomé, não sei, o carinha que deixava pegadas pela América do Sul, agora fiquei curiosa e vou procurar mais coisas por aí. E também ler meus livros de conspirações e paranóias, história desconhecida dos homens e os grandes enigmas da humanidade que também é pro livro que estou escrevendo porque um dos personagens... Oh, não posso dizer.

Entendem, entendem? Sim, eu sei que vocês entendem. E leiam Cortázar e o Miguel Esteves Cardoso e não precisa ler Proust não, te proíbo te ler Proust porque alguém falou pra ler, senão é que nem Os Lusíadas com a diferença que são sete livros (e eu na página 20 ou qualquer coisa assim do primeiro, sem pressa, mesmo porque se a vida não for tão longa quanto a gente pensa que pode ser não vai ser Proust que vai me fazer falta). Se bem que eu nunca leria um livro chamado No Caminho de Swann se ninguém me falasse que era uma coisa importante, porque, faça-me o favor, e eu aqui achando que meus títulos eram todos desinteressantes. Um dia ainda leio Os Lusíadas assim como ainda leio a Ilíada e a Odisséia por livre e muito espontânea-íssima (como diria o Tigrão, aquele do ursinho Puff e, sim, sou do tempo em que se falava PUFF e não POOH, e o Tigrão não tinha língua presa) vontade.

Ok, divago. Divagar é preciso. Amanhã (erm, hoje) vou na médica dos olhos e é bom ela me dar uns 0.25 de grau a mais pra cada olho ou eu vou ficar muito brava. É, e aí lembrar de levar os óculos escuros ou fica tudo branco na hora de dirigir de volta pra casa com pupilas dilatadas.

domingo, 11/09/2005

Amigos imaginários

Que droga, fui olhar meu caderno de anotações pra ver se tinha alguma coisa que preste pra postar aqui e descobri que faz mais de duas semanas que não escrevo nada por lá - a lista de compras do petshop não conta - já que agora só meu heterônimo #1 escreve no caderninho dele porque, como já é sabido, cada heterônimo tem direito a um caderninho, senão eu fico louca.

quarta-feira, 17/08/2005

Da ausência

São vidas demais.

quarta-feira, 10/08/2005

Porque eu já encontrei o homem da minha vida

Pra onde olho penso que talvez as pessoas estejam perdendo a fé em relacionamentos. Tantos casais que continuam juntos por algum tipo de inércia desamorosa, outros que estão sozinhos porque pensam, ora, mas namoro dá um trabalho desgraçado, não quero, não quero. Tantas desilusões. Pah. Que, qual, com que tipo de gente esse povo anda convivendo, com que tipo de valores, meu Deus. Como é que eu vou me explicar pra essas pessoas?

Um ano.

E onde é que fui encontrar uma pessoa assim? Luciane, quem é Roger Franchini? Ah, sei lá, um amigo da Ana. E uma coisa acontecendo em background, assim, sem que eu percebesse, minha cabeça tramando coisas. Conversas sobre polícia e literatura. E olha, se colocar uma foto do lado da outra a gente bate a cabeça.

Parece até que já estava escrito em algum lugar.

Um ano, shopping Eldorado, o cartório ali perto, Rebouças e Paulista, milkshake no Bob’s e o vão do MASP, o frio de São Paulo em agosto e desculpas esfarrapadas para ficar assim de braços dados esperando o ônibus.

Dois desconhecidos tão íntimos e um joguinho de conquista sendo bolado — tenho certeza — por dois espíritos assim brincalhões que estavam por ali naquela hora. Até o século começa com um segundo.

E ele gaguejou e minhas pernas perderam forças e senti o corpo todo fugindo ao meu controle, imóvel. E por que motivo idiota eu diria não se tudo mais em mim dizia sim?

Sim, é normal. Mais que normal, inevitável. Coisas que eram pra ser e foram, como não podiam deixar de ser e claro que isso é o óbvio, assim como é óbvio que tudo se desse como se deu. Ele se perdendo em palavras enquanto eu pensava um “foda-se” a promessas feitas sem intenção, me livrando do que era ruim na minha vida e pensando que poderia ser muito conveniente disfarçar que tremia. Mas era tão óbvio.

O frio de São Paulo em agosto, cemitérios e arames farpados, aquela sensação de que alguma coisa ficou pela metade.

400km, tão perto, minha peninha mágica. Um ano!

Mas me perco em digressões, quando o que eu queria era muito simples.

Queria mesmo era dizer, assim bem alto, na frente de todo mundo.

Te amo, Roger.

quinta-feira, 28/07/2005

De repente é sexta-feira

Tchururu.

Tem uma garrafinha de água de coco ali no canto. Três cadernos abertos com muitos escritos e coisas que nem eu entendo apesar de ter escrito. O Roger olhando pra mim com um chocolate na mão. Lindinho.

Aí deu um surto de uma Olivia social e tal, e não agüento mais o som da minha própria voz.

Mas minha vida resolveu dar uma caminhadinha, e eu avisei pra ela, caminhar faz bem, só não muito que eu sou velha e tenho problemas de circulação aí doem as pernas. Andar do Frei Caneca até a minha casa, por exemplo, é muita coisa.

Veremos, veremos, e quem sabe terei um empreguinho batuta.

segunda-feira, 11/07/2005

Hold

De volta ao meu mundinho, saudades do tipo miojo que fica pronta em três minutos (e eu ainda faço em dois, senão fica mole e blergh), dor de cabeça, ar condicionado de ônibus, oito CDs que minha irmã quer gravar em um dia, escritos, layouts, fotos, Photoshop, emails, blogs, torcicolo e uma bola de tênis entalada na garganta que não vai pra frente nem pra trás, e são onze horas passadas, e eu quero ficar sem existir por uns dois dias e depois dormir por uns quatro.

Ploft.

(E enquanto isso é pra olhar o novo layout-expresso que eu fiz pro Hollerpoint.)

sexta-feira, 01/07/2005

Julho

Sem contar a infeliz probabilidade de uma prova de recuperação de Lingüística, volto dia 12.

E o inverno eu acho que se perdeu lá pela Patagônia,

segunda-feira, 20/06/2005

.net

Vezes que a gente se sente bem e de repente parece que tudo era pra ser assim mesmo, ou então, sei lá, alguma coisa muito ruim está pra acontecer e algum ser-superior resolveu te deixar felizinho por um tempo antes. Ou são as provas que vão ficando pra trás, trabalhos entregues, tempo (quase) livre, livros gostosinhos para ler, coisa e tal.

Estou trabalhando nisso aqui. Não é um blog. Ainda está com cara de blog, mas quem sabe eu deixo com cara de site, ou qualquer coisa assim. Opiniões, sim, bem-vindas. Assim que estiver pronto, vou trabalhar no Parágrafos (ele não morreu, ele está apenas descansando), projeto meu e do Ulisses. Em seguida, o Luas (sem link, aquilo ali é um cemitério) e aí, aí! Aí eu vou estar feliz e contente.

E farei layouts por encomenda. Os interessados entrem em contato. (Mas, claro, só começo depois de ter isso tudo pronto - o que acontece até agosto, certeza certeza.)

Entrem e me dêem uma mão.

(Esse blog não vai a lugar nenhum. Verbeat é minha casa e daqui eu só saio quando os vizinhos me expulsarem.)

segunda-feira, 13/06/2005

Atrasado, mas ainda assim

...feliz dia dos namorados

dia dos namorados

Um anel é só um anel, mas o que ele significa é tudo.

Quando você encontra a pessoa certa, a única coisa que importa é que você encontrou a pessoa certa. (E aos que céticos de plantão eu só posso garantir que o amor existe. Talvez seja difícil de encontrar. Mas que existe, existe. Eu assino.)

domingo, 08/05/2005

Puft

Ok, agora é pra valer. Vou-me.

Qualquer coisa, deixem recado com meu homem. Ou com os hamsters. Se eu demorar pra voltar, uma caixa do mal me engoliu.

Enquanto isso, leiam logo aqui embaixo o que a Renata fez com aquele meu começo de conto. Leiam, leiam. Leiam.

sábado, 07/05/2005

Caos

Tem alguma coisa muito estranha acontecendo. O CSS da página do sistema do MT desapareceu. As imagens de background do meu blog desapareceram.

Odd indeed. E eu juro que sou inocente.

Mas aí segunda-feira vou mudar de casa. Então eu vou desaparecer também. Deixem recados com os hamsters. Sábado e domingo é o processo de encaixotar as coisas preciosas, ver se os homens da rede estão colocando as redes direitinho porque minhas gatas são um tanto distraídas e vivem caindo dos lugares. Comprar all-star preto pro pseudo-emprego. Gah!

O homem do Virtua já disse que vai me salvar assim que eu mudar. De qualquer forma, vou morar do lado de uma lan-house. Huur. Sim, eu vou. Olivia meganerd.

Oh, céus, o caos, o caos.

segunda-feira, 02/05/2005

Antes

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Yes, nós temos um aquário com muito cloro! Os peixes mutantes foram mandados pra um spa.
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Ah! Meus olhos! Verniz de taco!
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Huur, temos paredes brancas, e não paredes cor-de-mostarda-verde! Viva!
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Uma cozinha do século 21. Estantes giratórias! Jesus!
domingo, 27/03/2005

Um

de por que eu sou feliz

Deixa eu, deixa eu.
segunda-feira, 07/03/2005

True love

featured image


2B
Eu sei, eu sei. Já botei essa foto aqui uma vez. Mas é que agora ela foi parar na página inicial do Zoto e eu tô me achando.
segunda-feira, 28/02/2005

Diário de bordo, duas décadas e um dia

dos meus amigos imaginários e outras coisas também

Eu não devia ficar no computador, ele me dá dor de cabeça, o maldito.

pessoas2
Embaixo, Abner com a camiseta marrom, e ele não é tão assustador assim ao vivo, mas eu não ficaria tão relaxada assim perto dele. David que desmontou uma cadeira de praia para fazer sua camisa e por isso achou melhor não se meter com os meus amigos cabeludos. Em pé, da esquerda para a direita (porque é a ordem normal das apresentações, imagino), Vanessa, também conhecida como "mina do Abner", Vitor que assustadoramente se veste de vermelho como eu quando estou de vermelho e Renata com um roxo na boca, eu de azul com uma cara bizarra (mas tudo bem porque todo mundo tá com uma cara bizarra nessa foto), Luciane que não consegue sair nas fotos sem piscar e o ilustríssimo Sr. Rinogas.
E esses são os meus amigos imaginários.

Aí meus amigos (os outros, porque os imaginários não eram tão famintos, além de se alimentarem de comida imaginária) devoraram nove pizzas e quando eu achava que tinha uma pizza inteira ainda pra ser comida e ia sobrar eles comeram aquela também.

E eu sobrevivi ao primeiro dia na Letras e a aula trote era tão obviamente uma aula trote que não teve nem graça.

E projetos, projetos. Eu estou ficando meio maluca. Um me pede três contos, eu devendo um conto pra lá e uma continuação pro outro lado e uma câmera tão gostosinha querendo minha atenção e três CDs novos e querendo ser ouvidos umas 50 vezes até eu cansar e dois livros gorduchos que eu ganhei e quero quero tanto ler e outros livros que eu tinha ganhado antes e mais dois que eu comprei no sebo porque, meu Deus, eu sou compulsiva e logo logo os mil e um livros que a faculdade de Letras vai querer que eu leia também e, e, e...

E quer apostar que eu levo tudo isso nas costas sem derrubar um só livrinho pocket?

domingo, 27/02/2005

.

só falta ele

Sim, estou me dando parabéns. (Também me comprei CDs de presente.)

sábado, 26/02/2005

Eu nunca fui muito normal

eu já fui assim

Doidinha, sempre Doidinha
É, eu sei, não mudou muita coisa.

e assim também, quando eu me escondia na camiseta do meu pai


Pequena Olivia
Acho que ele tem essa camiseta até hoje.
Aliás, eu não vi passar inferno astral. Eu sempre tinha inferno astral. Alguém viu meu inferno astral por aí?

Espero que ele não resolva dar as caras quando não é mais época de inferno astral. Aí já é sacanagem.

E meu pai me mandou uma nota de vinte reais pelo correio. Vinte anos, vinte reais. Ele também achou um cartão do Frajola perdido nas coisas dele e resolveu me mandar. Capaz dele ter comprado aquele cartão no ano em que eu nasci.

É, pois é.

Esse foi um momento Olivia está ficando velha, patrocinado pelo scanner do escritório da minha mãe.

sexta-feira, 11/02/2005

Woosh!

Alguns podem ter percebido que o servidor engoliu alguns posts nesse carnaval. Foi porque ele estava sendo mau, e não deram os donuts que ele estava querendo. Aí ele se revoltou e comeu os posts. Mas já cuspiu, it's all back to normal.

E, sim, claro:

Eu passei!

Eu passei, eu passei. E o David passou também (apesar da sua redação-viagem-interestelar), seremos coleguinhas.

E eu terminei de escrever um outro livro, chamad