sexta-feira, 05/05/2006
Segismundinho
Sabe que existem aqueles livros na biblioteca que são tão velhos que você nem se pergunta sobre os autores. Na verdade parece mesmo que o livro não tem um autor, eles simplesmente sempre existiram ali na biblioteca, sempre estiveram ali, desde o princípio.
Aí descubro que o autor do livro de Lírica Trovadoresca (o que está me matando, lentamente) chamava-se Segismundo. E não posso deixar de me lembrar do Alexandre e imaginar o que seria chegar então e dizer "estou gostando do Segismundo"; "esse Segismundo é mor gatinho." E depois um cara desses morre virgem e vão dizer que era porque ele estudava lírica trovadoresca. Se até quem estuda Schoppenhauer consegue catar umas de vez em quando (a não ser que ele se chame, por exemplo, Juslindo. Juslindo Pinto vai ser o nome de um personagem delegado em um livro futuro. Ele não vai catar ninguém).
Oh.
tá certo.
tá certo.
Mas "Spina" até que é um bom sobrenome.
Enquanto era só Spina, estava tudo em harmonia.
Uai, Freud tb se chamava Sigismundo e catava várias!
... o Freud catava a própria mãe!!!
Ei, e o Hjelmslev? Será que catava alguém?
... o Freud catava a própria mãe!!!
Ei, e o Hjelmslev? Será que catava alguém?
Olha, acho que ele me catou.
Mas eu estava bêbada e não gravei muito bem o nome dele...
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.