quinta-feira, 01/12/2005
Two down, two to go
Ou talvez seja three down, one to go, mas ainda não sei se minha capacidade de tirar 1,5 numa prova de linguística continua intacta. Fato é que todas as provas estão mortas enterradas e ainda me faltam notas de duas que saberei na semana que vem, segunda e terça assim, tapa um tapa dois e seja o que Deus, a Evani e o Jorge quiserem.
Teve prova de literários hoje. Eu escrevi umas coisas.
Até agora 2 x 7,5.
O que é um progresso de um 6,5 e um 7 do semestre passado. O que mata é a inevitável decadência quanto a um 9 de IEL que tirei no semestre passado e certamente não vou tirar esse semestre porque o romance e Lukács e Ian Watt e Adorno. Mas a verdade é que pouco importa quando eu tirei quando aproveitei a aula e tirei mais da metade. Como sempre para uma prova basta que se saiba metade de tudo ou tudo da metade e estamos muito bem obrigado. Ou agora uma conversa com um professor de literatura do colégio contando que fazia alguns trabalhos para aula do Antonio Candido no dia da entrega lá no CAELL; fica mais caseiro, sabe.
Agora é um ensaio sobre o conto Apanhei-te cavaquinho do sr. Dalton Trevisan e sei lá o que é que eu posso dizer mas já vou usar as palavras do nosso querido gênio Nelson Moraes sobre a vida, sorrateira como um acorde de cavaquinho, melancólica como o soar de uma flauta e se de algum jeito - ele disse - só pegou carona nos meus delírios de análise não sei bem como. Importante é fazer algum tipo de sentido.
Aliás, se alguém souber qualquer coisa que seja sobre esse conto ou essa música e quiser me dar uma mão, eu peço, imploro e também já agradeço. Peguei na biblioteca uma tese muito grande e gorda sobre Ernesto Nazareth mas estou achando que talvez só me sirva para bater com ela na cabeça do professor.
Bah, e eu sei lá como fazer análise de conto. Antes fosse um conto meu.
O pior é que depois vem aquele medíocre do Machado de Assis e me plagia, falando de "pena da galhofa e a tinta da melancolia". Hmpf.
Sábado eu vi uma pianista tocar "Apanhei-te cavaquinho". O piano tava desafinado.
O meu ensaio tá na metade e eu tenho umas dez horas pra terminar. Um inferno ser prolixa. Ai ai.
"Antes fosse um conto meu." Pois.
Ah, e agora eu tenho um gato.
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.