terça-feira, 09/08/2005
Meus problemas com Lingüística
ou como falar um monte de coisa e na verdade não falar nada

Eu não emprego eu a não ser dirigindo-me a alguém, que será na minha alocução um tu. Essa condição de diálogo é que é constitutiva da pessoa, pois implica em reciprocidade - que eu me torne tu na alocução daquele que por sua vez se designa por eu. Vemos aí um princípio cujas conseqüências é preciso desenvolver em todas as direções.Claro, claro.Benveniste, "Problemas de Lingüística Geral I"
Oi...
Entendi tudo disso....
Beijos...
Que coisa, hein?
Benveniste é um nome legal.
O sujeito levava bastante a sério essa coisa do eu e do tu. Ele pode até usar óculos como aqueles, mas o eu e o tu ele levava a sério. ;-)
ludovico, de fato, foi mais ou menos o que eu pensei.
Pior mesmo devem ser as conseqüências. Ai.
Olivia, você não pode ler Wittgenstein, vai se irritar MUITO. É isso elevado à nonagésima potência. Tudo bem que é pra tentar entender o que é o SENTIDO (causa nobre), mas é bem assim...
Pois taí: há horas que queria te perguntar: tens alguma bibliografia boa sobre lingüística para recomendar? Ando querendo estudar um pouco sobre isso. bjs
Que menina doida e linda!
Adorei você.
Felicidades.
Ah, vai, até que a teoria do homem é elegante. Já o homem em si...
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.