segunda-feira, 09/06/2008
repensando
testando agora um ou dois dias de paz antes de ser devorada por obrigações outra vez, rabiscando idéias e começando coisas -- adoro começar coisas --, escrevendo sem muita ordem e dando nomes ridículos aos capítulos (como "conversando com o amigo-chefe" ou "chegando no escritório do empresário". ou "capítulo 1", na falta de coisa melhor) que é só pra lembrar depois o que exatamente acontece naquele pedaço de texto.
sempre necessário o Tiagón me cutando pra eu largar de ser neurótica (embora, inevitavelmente, ele só me faça ter ainda mais certeza das minhas neuroses) e fazer o que deve ser feito.
e claro que vou continuar brigando entre a técnica e a literatura (mas hein), como se eu realmente pudesse ter qualquer coisa a dizer, ou escrever. mas eu às vezes tento fugir e me vêm uma dessas forças de gravidade me puxando de volta pro chão. aí eu sonho (tantas vezes), que eu dou um impulso assim para cima com os braços e saio voando.
voar é um troço bem difícil de se fazer, e você precisa estar assim, disposto. mas é possível subir bastante alto para escapar dos prédios e assistir ao pôr-do-sol, como eu fiz algumas vezes, e subi na placa (devia ser de antes do Kassabão matar as placas), e aí descansei um pouco.
de qualquer forma, é melhor voar do que saltar muito alto e só lá em cima se dar conta de que não há forma eficiente de se pousar. isso também eu fiz várias vezes.
em sonhos.
(por isso também eu comprei um allstar verde-militar, que era a única cor decente que tinha tamanho 36, e o meu allstar vermelho começa a falar pelas bordas, quase literalmente. se alguém um dia quiser me dar um presente, um allstar 36 é sempre uma boa opção.)
(e esse meu primeiro post via blog editor do Flock 2.0 alpha1pre e o que mais.)
eu tinha é que dar um jeito de ir a São Paulo pra gente tomar uma cerveja de novo! :D
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.