quarta-feira, 14/05/2008
só por anunciação
deixa eu dizer: ando com uma lista de uns quatro ou cinco posts pra escrever, e então. quer dizer, eu me enrolo, e não começo, e perco a hora. tenho uns medos de posts longos, contradigo-me e apago. coisas assim. mas eu queria falar um troço que pensei sobre o filme Iron Man (e já falei pra uns e outros) e também do meu medo de Borges (enfim, enfim, talvez morto agora em um simpósio de estudos comparatistas latino-americanos e uma palestra de Davi Arrigucci), e sobre as palavras que o homem faz sem saber antes o significado, mais algumas literatices que continuam sem começo nem fim (tão difícil colocar em palavras o que não começa nem termina) e o livro que estou lendo e as casas que são de papelão e os homenzinhos que vivem nos canos das pias.
talvez seja mesmo o caso de abrir um editor de posts e só escrever, mas é essa necessidade da referência, esse peso da biblioteca e do arquivo que há sempre atrás de nós, e que tanto nos diz sobre Borges e sobre o que podemos fazer depois dele, e sobre a mania de alguns de dizer que é sempre preciso ler isso ou aquilo antes de ler aquele outro, ao que eu, desde agora, passo a responder que, pois, então devemos antes ler a Ilíada e a Odisséia e a Eneida e a Bíblia (e a Divina Comédia, e ainda outros) se queremos depois ler qualquer outra coisa.
não?
Poxa, agora estou curioso para saber o que vc achou do Latinha! Me parece que vc não achou lá essas coisas :)!
abs
É mais ou menos isso.
ah, deixa esses questionamentos pra revista da Capes, vai. aqui é papo entre amigos! :D
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.