segunda-feira, 31/03/2008
do que há de terrivelmente vago nas matérias pedagógicas
Segundo a concepção de educação como processo comunicacional, busca-se superar o divórcio entre os pólos emissor/receptor, pois o professor preparando-se tem a responsabilidade com a condução e orientação do processo de ensino e com a relação dialógica e plural, que propicia igualdades de oportunidades para os alunos - tradicionalmente entendidos como responsáveis pela recepção da aprendizagem. Assim, distante de práticas unilaterais, a comunicação na escola envolve um agir pedagógico participativo, segundo o qual professores e alunos, estando em movimento, ampliam seus saberes, interações e formas de comunicação com tecnologias propiciadoras de aprendizagens.PORTO, Tânia. As tecnologias de comunicação e informação na escola: relações possíveis... relações construídas. Revista Brasileira de Educação, Abr 2006, vol.11, nr.31, p.43-57.
ou seja: o professor e o aluno, estando em algum troço em movimento, fazem umas coisas para ficarem mais espertos e então estão agindo e participando de qualquer coisa pedagógica que vem de todos os lados.
quer dizer: manja aquelas espressões que chega hora não querem dizer nada, mas todo mundo fica dizendo mesmo assim?
ou é tudo muito óbvio para aqueles que são da área e lêem revistas especializadíssimas, e na verdade é tudo um código para um pensamento já formado e estabelecido há muito mais tempo do que eu, ingênua, imaginei sequer prestar para uma faculdade de letras, que dirá cursar a licenciatura e dar aulas.
ou sou só eu que não me conformo com coisas como "relação dialógica e plural", "práticas unilaterais", "agir pedagógico participativo", "estando em movimento" e "tecnologias propiciadoras de aprendizagens"?
sejamos mais específicos, sim?
Bah! Eu também NÃO ME CONFORMO com esse tipo de coisa. Além dessas matérias serem muito vagas e servirem pra tirar nosso dinheiro (ah MEC, cala a boca) ainda temos que dividir classe com aqueles baderneiros da Educação Física :P
Olá Olivia e André.
É terrível mesmo. Aqueles PCN são os verdadeiros diálogos do Macaco Louco!
O que me espanta muito por aqui, na faculdade de Taubaté, é que uma grande parcela dos alunos de letras simplesmente detesta literatura e adora esse blá-blá-blá!
Pode?!
abs
é assim porque é CIENÇA, Olivia.
eu adoro "dialética". porque ela se encaixa em qualquer contexto. veja: a dialética pedagógica, a dialética da leitura, a dialética da concepção de aprendizagem.
bah!
mas que parece ser útil parece, não é?
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.