terça-feira, 25/03/2008
das coisas que eu odeio
acadêmico que se refere a ele próprio por "nós":
"nesse estudo, iremos analisar..."
aí você olha ali e só um zé assinou o estudo. o que nos leva a concluir que os acadêmicos tem um potencial para a esquizofrenia, ou que para fazer mestrado o amigo imaginário tem que prestar uma prova.
olivia, eu tb dizia "eu" ateh que fui tanto corrigido que mudei... eu tb acho esquizofrenico mas parece que eh assim q esse povo fala mesmo... se nao for assim, nao é texto academico... eu lutei muito e fui vencido a força...
Prefiro (preferimos? :P) tentar despersonificar ao máximo o texto, a ter que me (nos) referir a mim (nós) na primeira pessoa do plural. Meus pseudotextos cientificos (textos pseudocientificos?) ficam algo como "fez-se", "procurou-se", e assim por diante.. :)
olá Olivia, Alex e Gabriela
É bem feinho, e psicótico, essa terceira pessoa! Tudo em nome da velha imparcialidade e objetividade científica. AiJesus! Têm certos livros, que por mais técnico que sejam, tão longe, mas muito, dessas tal duas palavrinhas.
abs
por essas e outras que eu nunca vou conseguir me dar bem na academia. e que já fugi da iniciação científica que eu queria fazer porque foi chegando um pânico.
Ola. Muito prazer.
Não pude deixar de ler o que vc escreveu:
"o que nos leva a concluir ..."
Vc tem um potencial para a esquizofrenia?
Teu amigo imaginário vai prestar uma prova?
Desculpe a ironia. É que incorrestes no mesmo vício.
Felicidades.
Roberto, haha. Mas dessa vez eu estava usando a primeira pessoal do plural no sentido que ela foi feita para ser usada: nós, eu e vocês, os leitores :)
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.