domingo, 26/08/2007
porque agora terminei a prova de estudos comparados de literaturas de língua portuguesa
Portugal é país que cada vez mais me intriga. em caminhos pela literatura, o imaginário português, essa pátria que é uma faixa estreita de terra que se lança ao oceano como se fosse a única coisa que lhe restaria ter feito. e o desespero de um passado que parece mal-resolvido, irresolvido. já me disseram que o problema de Portugal foi uma sucessão de péssimos governantes. eu leio Eduardo Lourenço e Miguel Torga e Jorge de Sena e Herberto Helder e essa consciência portuguesa me ronda os pensamentos, como se houvesse ainda muito a se saber e entender, e muito a se saber também do que seria então o Brasil.
Já leu "Sonata Para Dois Clarins" do Mário Cláudio? Recomendo muito, principalmente pela questão do salazarismo na obra.
Corrigindo: "Tocata Para Dois Clarins"
Olivia, lembro de um ou de série de posts teus sobre daltonismo. Lembro daquela estante, principalmente. Tens um sw para aquele tratamento de cores ou usaste o mesmo site que utilizei num post de hoje (ref. lá no final).
O Roger ainda é daltônico?
:¬))
Beijo.
Sobre Portugal. A literatura atual portuguesa é, sobretudo,... superior à nossa.
Acabo de ler um livro - que tb comentei no blog - impressionante sobre a época da ditadura que faz um paralelo entre si e Amor de Perdição, aquela churumela (paulista entende isso?) sem fim.
O nome do romance é Espingardas e Música Clássica, de Alexandre Pinheiro Torres e não fala em música clássica.
Tchau.
Tem razão, Olivia. Portugal é um país irresistível.
Olivia
não tem acento. Olivia não tem critérios. Olivia não existe. Olivia talvez
seja fruto da sua imaginação.